Investigados por contrato de R$ 139 milhões na terceirização das UPAs viram réus

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A Justiça do Tocantins tornou réus três investigados por supostas irregularidades em um contrato de R$ 139 milhões para a terceirização da gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. Também foi mantida a prisão preventiva dos acusados.

Os réus são:

  • Dhieine Caminski, ex-secretária municipal de Saúde;
  • Andreis Vicente da Costa, ex-superintendente;
  • Cláudia Fernanda Cândido da Silva, empresária.

Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público, o esquema investigado envolveria propina, superfaturamento, corrupção, peculato e associação criminosa relacionados ao contrato firmado com a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para administrar as UPAs.

O juiz entendeu que a denúncia apresenta indícios suficientes para a abertura da ação penal e que as provas serão analisadas durante o processo, que tramitará sob segredo de Justiça.

As prisões foram mantidas porque a Justiça considerou que a liberdade dos investigados poderia prejudicar as investigações, influenciar testemunhas ou interferir na produção de provas, além do elevado valor envolvido no caso.

Ao todo, 10 pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil. O contrato já foi suspenso pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) enquanto as investigações seguem.

Fonte: https_g1.globo.com/?url=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fto%2Ftocantins%2Fnoticia%2F2026%2F06%2F27%2Finvestigados-por-contrato-de-r-139-milhoes-na-terceirizacao-das-upas-viram-reus.ghtml

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