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Gestante esconde celular na vagina para visitar marido preso em Suzano

Celular tem tamanho um pouco maior que uma tampa de caneta.
Além do aparelho, ela também portava uma porção de maconha.

micro celularUma gestante de oito meses foi flagrada no detector de metal do Centro de Detenção Provisória de Suzano neste domingo (9). De acordo com a Polícia, ela estava com micro celular e uma porção de maconha na vagina.

Segundo as informações da polícia, a vendedora de 32 anos foi até o CDP de Suzano para visitar o marido que está preso por suspeita de roubo. Antes de entrar para a visita, o detector de metal acionou quando ela passou.

A mulher foi levada para a revista intima e o agentes encontrram um celular, que mede um pouco mais que uma tampa de caneta. O aparelho estava escondido na vagina junto com uma pequena porção de maconha.

A gestante foi levada para a Delegacia de Suzano e será autuada por tráfico.

Fonte: G1

Três seguranças da Presidência da República são presos por roubo no DF

Militares atuam na guarda de instalações e devem ser afastados, diz GSI.
Trio usava pistolas do Exército para roubar dinheiro e celulares, afirma PM.

 

segurancapresidenciaTrês militares do Exército que atuam na segurança de instalações da Presidência da República, em Brasília, foram presos na noite desta sexta-feira (30), suspeitos de assaltar pelo menos seis pessoas. De acordo com a Polícia Militar, o grupo usava pistolas das Forças Armadas para roubar dinheiro, celulares e objetos pessoais de pedestres em Ceilândia.

No momento da prisão, os homens estavam com distintivos e crachás do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República. O órgão confirmou ao G1 que os suspeitos pertencem ao quadro de funcionários.

Segundo o GSI, os homens eram agentes de segurança das instalações, e controlavam o acesso à presidência da República em prédios como o Palácio do Planalto, o Palácio da Alvorada e a Granja do Torto. Eles não faziam a guarda direta do presidente Michel Temer.

Vinculado diretamente ao Palácio do Planalto, o Gabinete de Segurança Institucional é responsável pela segurança do presidente da República e pela coordenação dos serviços de inteligência federal, entre outras atribuições.

A ocorrência foi registrada na 23ª Delegacia de Polícia (P Sul). Em seguida, os homens foram encaminhados ao Batalhão de Polícia do Exército, onde permaneciam presos até a manhã deste sábado (1º). Segundo o GSI, os militares devem ser afastados da corporação para responder pelos crimes na Justiça comum.

De acordo com o registro policial, os homens admitiram que "saíram para fazerem umas 'correrias' (arrastão em via pública) e depois retornavam para o local de trabalho para cumprirem a escala de serviço".

Os homens têm idades entre 20 e 21 anos e foram abordados na quadra 18 de Ceilândia Norte, por volta das 21h. Segundo a PM, eles tentaram se passar por policiais civis para evitar as perguntas. Com os militares, a polícia encontrou correntes e seis celulares que teriam sido roubados na região. Até o fim da noite, seis vítimas e uma testemunha já tinham reconhecido os suspeitos.

A PM também apreendeu três pistolas 9mm, de uso exclusivo das Forças Armadas, seis carregadores (pentes) para as armas, um colete à prova de balas, cerca de R$ 960 e porções de maconha que estavam com os militares do Exército.

A ocorrência registrada na Polícia Civil lista os crimes de roubo, porte ilegal de arma de uso restrito, usurpação de função pública e porte de drogas para consumo próprio.

Confira a nota enviada pelo Gabinete de Segurança Institucional:

"1. O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) confirma a prisão pela PMDF de três militares - encarregados da segurança de instalações da Presidência da República - envolvidos em assalto na cidade satélite de Ceilãndia, na noite de ontem.

2. No momento, os militares estão presos no Batalhão de Polícia do Exército de Brasilia e o fato estâ sendo apurado, com o rigor que as circunstâncias exigem, de acordo com a legislação vigente, pelo GSI e pelo Comando Militar do Planalto."

Fonte: G1

01/10/2016 09h25- Atualizado em01/10/2016 20h11

Três seguranças da Presidência da República são presos por roubo no DF

Militares atuam na guarda de instalações e devem ser afastados, diz GSI.
Trio usava pistolas do Exército para roubar dinheiro e celulares, afirma PM.

 

Mateus RodriguesDo G1 DF

 
 

Três

Agente penitenciário era chefe de grupo criminoso em Minas Gerais

Homem foi preso durante a operação Bout, em Governador Valadares.
Conversas telefônicas levaram à identificação dos criminosos.

apchefecrimeO promotor Evandro Ventura detalhou, durante coletiva na manhã desta sexta-feira (23), a forma de ação do grupo criminoso investigado pelo comércio ilegal de arma de fogo e munição no Leste de Minas. Durantea operação Bout, desencadeada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) e as polícias Civil e Militar, em Governador Valadares (MG), duas pessoas foram presas preventivamente, incluindo um agente penitenciário, considerado chefe da organização.

Segundo o promotor, o agente penitenciário, que estava em ajustamento funcional, levava uma vida luxuosa, fora dos padrões compatíveis com o salário do cargo. “Ele era proibido por um laudo psicológico de ter contato com presos, tanto que era lotado no canil, e também de portar arma de fogo; ou seja para trabalhar não poderia portar arma de fogo, mas para ganhar dinheiro com sua criminalidade, ele poderia portar arma de fogo.”

Dos mandatos de busca e apreensão expedidos, oito foram cumpridos nas residências do agente penitenciário e de cinco irmãos dele; dois deles também trabalhavam no sistema penitenciário e usavam de seus cargos para facilitar os planos da organização criminosa. A investigação apontou ainda que os membros do grupo criminoso estariam envolvidos com o tráfico de drogas, agiotagem e prática de crimes ambientais.

Investigação
O MP chegou até a quadrilha após analisar conversas telefônicas em celulares que haviam sido apreendidos em dezembro de 2015,durante a operação Consórcio, que combatia o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Algumas das armas vendidas pelos criminosos eram de uso restrito das forças armadas e foram vendidas por valores elevados; ainda não foi possível identificar a origem de todo o armamento. Segundo o promotor Evandro Ventura, as conversas telefônicas são da metade de 2015 e acredita-se que o grupo operava na cidade a mais tempo.

Um investigador da PC, que teria comprado armas do grupo criminoso, também é investigado pelo MP. Segundo o promotor, ainda não há elementos suficientes para que o pedido de afastamento de função seja feito contra o policial. A promotora Ingrid Velozo explicou ainda que os agentes penitenciários registravam boletins de ocorrência por supostos furtos das armas que eles usavam, onde as testemunhas eram o líder do grupo ou algum dos irmãos, o que facilitava a venda das armas.

Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisões preventivas, 16 mandados de busca e apreensão, três afastamentos de função pública e ainda três prisões em flagrante, por porte ilegal de arma de fogo, entre eles contra um sargento da PM e um empresário. Na casa do sargento os policiais encontraram quatro armas de fogo e quatro placas de coletes a prova de balas. Cinco veículos, vários celulares e computadores também foram apreendidos durante a operação.

O material e os presos foram levados para a delegacia da cidade.

Fonte: http://g1.globo.com

Dois carros são queimados em pátio de Centro Socioeducativo em MT

Galão de combustível foi encontrado perto de veículos incendiados.
Delegado afirmou que está investigando se caso tem relação com ataques.

fogocarrosDois carros do Centro Socioeducativo de Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, foram incediados por criminosos, na madrugada deste domingo (12). Os veículos estavam estacionados no pátio da unidade. O Corpo de Bombeiros controlou as chamas, mas os carros ficaram completamente destruídos.

Um galão de combustível, que pode ter sido usado no ataque, foi encontrado perto dos veículos. O crime, segundo o delegado Wilyney Santana Borges da Polícia Civil, foi cometido pouco depois de meia noite.

"Fomos ao local juntamente com a Polícia Militar e encontramos o galão, indicando que o incêndio tenha sido criminoso. Nós estamos tentando ter acesso a algumas imagens do local para tentar identificar os suspeitos de atear fogo nessas viaturas", afirmou o delegado.

Segundo ele, não é possível afimar que esse crime tenha relação com os outros ataques registrados no estado, desde sexta-feira (10). "Ainda não podemos afirmar que tenha relação direta, mas ele ocorre em um momento em que esses outros ataques estão sendo propagados em todo o estado de Mato Grosso, Queremos identificar essas pessoas para então sabermos a motivação desses ataques", disse Borges.

Os investigadores e escrivães da Polícia Civil estão em greve, mas os delegados, não. "A Polícia Civil entrou em greve para cobrar o recebimento da RGA, mas nós, no entanto, estamos trabalhando na tentativa de elucidar esse caso", disse o delegado.

Quando os agentes do socioeducativo perceberam, o fogo já estava alto. Eles acionaram os bombeiros.

Outros ataques
Na sexta-feira (10), três ônibus foram incendiados em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana.No mesmo dia, a casa de um agente prisional foi alvo de tiros, assim como o veículo de outro agente.

Uma viatura da Polícia Militar e uma Kombi também foram incendiados na noite desta sexta-feira (10) na cidade de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá. E, na madrugada deste domingo,uma base da Polícia Militar, localizada no Bairro Três Barras, em Cuiabá, foi atacadapor seis pessoas. Foram disparados pelo menos 20 tiros contra o prédio.

Fonte: http://g1.globo.com/

Família acredita que detenta morreu torturada no Complexo de Gericinó, em Bangu

DETENTATORTURADAPriscila Moreira Cipriano da Silva, que morreu há uma semana, estava há cinco meses no Complexo Penitenciário de Gericinó. Ela foi presa sob suspeita de envolvimento com o tráfico de drogas em Três Rios, no interior do Estado. Segundo a mãe da vítima, ela já havia reclamado que estava sendo espancada. Ao fazer o reconhecimento do corpo, no IML, a mãe afirma que Priscila estava com vários hematomas pelo corpo. A Secretaria de Administração Penitenciária informou que Priscila foi vítima de um mal súbito, mas abriu uma sindicância para apurar os detalhes do caso. O atestado de óbito ainda não tem as causas da morte, pois o documento depende do laudo do IML, que deve ficar pronto em 30 dias.

Fonte: http://noticias.r7.com/

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