juarezjornalista

Quatro homens são presos no Paraná por prática de pedofilia na internet

PEDOFILIAQuatro homens, entre 21 e 49 anos, foram presos em flagrante nesta quarta-feira (15) durante a "Operação Paládio" deflagrada pelo Núcleo de Combate aos Cibercrimes (Nuciber) da Polícia Civil. A ação policial, que aconteceu em Curitiba e Região Metropolitana, tem como objetivo combater a pedofilia pela internet. Um adolescente de 17 anos também foi apreendido durante a operação policial.

Dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos nos bairros Boqueirão, Cidade Industrial de Curitiba, Umbará, Campo do Santana, Santa Candida, Bigorrilho, Santa Felicidade, São José dos Pinhais (RMC) e Fazenda Rio Grande (RMC), além de duas conduções coercitivas para prestar esclarecimentos.

De acordo com o delegado-titular do Nuciber, Demetrius Gonzaga, que conduziu a operação, as investigações iniciaram há um ano, através de denúncia de órgãos de proteção à criança, onde os menores eram alvo de abuso sexual na internet. "As imagens portadas e exibidas pelos suspeitos eram postadas tanto na internet comum quanto na deep web (local que usuários comuns não acessam), mesmo assim a equipe de investigação da delegacia as localizou ao aprofundar as investigações desta modalidade criminosa", disse Gonzaga.

"As pessoas que cometem o crime de pedofilia pela internet tem a falsa impressão que estão sob o anonimado. O Nuciber tem todo a expertise e ferramentas para buscar estes criminosos. Esta operação é resultado de um ótimo trabalho de investigação que chegou a identificação e hoje até a prisão dos suspeitos", avaliou o secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita.

Durante a operação, foram apreendidos diversos materiais eletrônicos, entre discos rígidos, pendrives, celulares, computadores, cartões de memória, entre outros objetos. Todos os suspeitos responderão pelo crime de armazenar imagens e vídeos contendo cenas pornográficas de crianças e adolescentes, sob pena um a quatro anos de prisão. Entre os objetos apreendidos está, segundo o delegado, um vídeo em que uma criança de três anos era forçada a praticar sexo oral em um adulto.

A delegacia especializada investiga cerca de 250 casos envolvendo abusos desta natureza. "O fato de compartilhar ou armazenar imagens dessa natureza configura crime. Novas fases serão deflagradas até mesmo fora do Estado a fim de combater de forma geral o crime de pedofilia", afirmou o delegado-titular do Nuciber.

Cerca de 30 policiais participaram da ação, entre eles policiais civis do Nuciber, do Núcleo de Repressão aos Crimes Econômicos (Nurce), do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) e do Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente Vitimas de Crimes (Nucria).

O nome da operação "Paládio" é uma analogia a um objeto sagrado ao qual era confiada a defesa de uma cidade ou país.(Com informações da Polícia Civil)

FONTE: http://www.bonde.com.br/

Segundo o GCN.Net, agente é pego filmando partes íntimas de mulheres em mercado

supermercadoUm homem de 34 anos foi pego acusado de filmar partes íntimas de mulheres em um supermercado. O caso foi registrado no último sábado, 6, em Rio Preto, no interior de São Paulo. A unidade fica no Jardim Nazareth.
De acordo com a polícia, o agente penitenciário foi flagrado por uma das vítimas. Ele usava uma câmera portátil dentro do cesto de compras.
A mulher que observou que estava sendo filmada procurou o segurança do supermercado e fez a denúncia. Quando percebeu a aproximação do profissional, o acusado tentou se desfazer da câmera.
A Polícia Militar foi acionada e o caso foi parar na delegacia da cidade. Na câmera foram encontradas imagens suspeitas.
O homem vai responder em liberdade e o caso será investigado.

Magistrado que mentiu ter mestrado e doutorado é processado pelo CNJ

cnjO juiz Gigli Cattabriga Júnior, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 3ª Região, em Minas Gerais, vai responder processo disciplinar por falsidade ideológica no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a pedido da corregedora nacional, ministra Nancy Andrighi.

Para dar aulas de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho no Centro Universitário de Lavras, o magistrado mentiu ao declarar que era mestre e doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Após diversas solicitações de comprovação dos títulos, a UFMG comunicou a inexistência de qualquer conclusão de cursos de pós-graduação naquela instituição.

Cattabriga foi denunciado pelo Ministério Público Federal pelo crime de falsidade ideológica, previsto no artigo 299 do Código Penal. Ele também respondeu a procedimento administrativo disciplinar no TRT da 3ª Região. O Tribunal Pleno da corte aplicou a penalidade de censura, de caráter reservado.

A corregedora nacional Nancy Andrighi considerou a penalidade muito branda para um caso tão grave. Por essa razão, propôs no Pedido de Providências 0003689-96.2011.2.00.0000 a Revisão Disciplinar que acaba de ser instaurada pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, por maioria de votos, na 13ª Sessão Virtual.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/

Advogado é acusado de fazer apologia ao crime por citar "juiz maconheiro"

Por Marcos de Vasconcellos e Felipe Luchete.

juizmaconheiroPor argumentar em sustentação oral durante um julgamento que o uso de maconha é feito até mesmo por pessoas bem sucedidas, o criminalista Marcelo Feller tornou-se alvo de representação à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo sob acusação de fazer apologia ao crime. Ele defendia dois jovens acusados de tráfico, que, alegando serem apenas usuários de drogas, buscavam um Habeas Corpus na 9ª Câmara do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Desembargador pediu investigação após ouvir menção de uso de droga por juiz

Para ilustrar sua fala, o criminalista usou nomes fictícios para descrever situações reais, como de um juiz, chamado de Thiago, que fuma maconha em rodas de amigos — e se fosse fotografado passando um baseado para um conhecido, seria tido como traficante. Falou também sobre um professor de Direito, chamado de Roberto, que compra grandes quantidades de maconha para evitar ir à boca de fumo ou transportar a droga muitas vezes. E citou ainda um jornalista, chamado de Denis, que consome diversos tipos de droga e, por isso, tem uma quantidade grande em sua casa.

O desembargador José Orestes de Souza Nery, relator do caso, não gostou das histórias que ouviu. Elevotou por conceder o HC(ficou vencido), mas determinou que a PGJ apure se a argumentação de Feller é apologia ao crime, prevista no artigo287doCódigo Penal, e ordenou também a “identificação e eventual persecução penal das pessoas parcialmente nomeadas, Denis, Roberto e Thiago”. O relator determinou ainda que a Corregedoria Geral de Justiça seja oficiada e tome providências para a “identificação do juiz maconheiro, Thiago, e eventual aplicação das sanções adequadas”.

Usuário x traficante

Trata-se de um caso de dois rapazes que foram encontrados com dois tijolos de maconha, somando quase dois quilos. Quando foram abordados pela polícia, eles disseram que fumam maconha e compram em grande quantidade para evitar idas constantes às bocas de fumo. O próprio Ministério Público do estado,em memorial, afirma que após ouvir as testemunhas e os acusados, não era possível comprovar que a droga era para venda, e pediu a desclassificação do crime de tráfico.

Os desembargadores da 9ª Câmara, no entanto, por dois votos contra um,negaram o Habeas Corpuse mantiveram os réus em prisão preventiva. Segundo o acórdão, a decisão que converteu a prisão em flagrante em preventiva estava bem fundamentada e o fato de os pacientes não terem sido encontrados em situação que demonstrasse a prática do tráfico de drogas “não tem o condão de excluir, de plano, a imputação”. O único a votar pela concessão do HC foi o relator do caso, Souza Nery, justamente o que mandou investigar o advogado e os personagens que ele citou em sua sustentação oral.

Tentativa de conciliação

Feller ensaiou ummea culpaemembargos de declaração, mas a estratégia não funcionou. Na peça em que pedia que o voto vencido do desembargador Souza Nery fosse acrescentado ao acórdão da decisão, o criminalista pede desculpas: “é bem verdade que este subscritor acredita que, nem de longe, praticou qualquer crime. Mas ao perceber que pode assim ter sido interpretado e, mais, que foi inconveniente, não há nada a fazer que não pedir sinceras escusas”.

Apontando que buscou simplesmente fazer a defesa de seu cliente, usando nomes fictícios, e que sua fala não foi pública, mas feita da tribuna do advogado na 9ª Câmara, o criminalista faz um apelo para que o exercício de sua profissão não seja criminalizado: “O subscritor é advogado ainda no início da carreira, jovem. Espera-se, ainda tenha muitos anos de profissão pela frente. Que não sejam anos em que atuará, sempre, com a espada sobre seu pescoço, receoso de ser processado por suas defesas”.

A tentativa de conciliação não surtiu efeito. Souza Nerydeu razão ao pedidono que diz respeito a acrescentar seu voto no acórdão, mas, quanto à ordem para investigar o advogado e os personagens por ele citados, foi direto: “Os demais argumentos inseridos nos embargos de declaração não têm nenhuma ligação com o propósito de aclaramento que caracteriza o recurso, nem a mim se devem destinar, eis que já esgotada minha jurisdição. Sobre eles, pois, nada mais devo dizer”.

Liberdade de expressão

Procurador pelaConJur, o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil,Claudio Lamachia, encaminhou o caso para a Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas para analisar o possível desrespeito às prerrogativas do advogado. Se ficar constatado que houve desrespeito, a OAB poderá atuar junto ao TJ-SP.

Para o vice-presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa,Fábio Tofic Simantob, houve claramente um cerceamento da defesa e da própria liberdade de e pensamento. Ressalvando que tem respeito e admiração pelo desembargador Souza Nery, o criminalista é direto: “O advogado, na defesa do seu cliente, não pode ter seu discurso amputado por teias ideológicas. Nenhum tipo de mordaça pode ser colocada na boca do advogado a não ser aquela estabelecida na lei: caso de calúnia”.

Tofic Simantob lembra que a descriminalização das drogas é um dos temas mais importantes da atualidade na Justiça criminal, assim, acusar o advogado que aborda isso de apologia ao crime é impedir o debate sobre o tema.

O próprio Supremo Tribunal Federal já descartou a possibilidade de a discussão sobre a descriminalização da maconha ser apologia, aojulgar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 187, que pedia o reconhecimento da legitimidade das manifestações a favor da descriminalização das drogas.

O ministro Celso de Mello, relator do caso, afirma emseu votoque a defesa pública da legalização é lícita e não implica em uma permissão do uso de drogas. “As ideias podem ser fecundas, libertadoras, subversivas ou transformadoras, provocando mudanças, superando imobilismos e rompendo paradigmas até então estabelecidos nas formações sociais”, disse o decano do STF, para quem “o pensamento há de ser livre, sempre livre, permanentemente livre, essencialmente livre”.

Fonte: CONJUR

Áudio mostra suposto envolvimento de policiais em série de mortes no PR

Gravação foi feita 40 dias após crimes que ocorreram em Londrina.
Oito policiais militares foram presos durante operação na sexta-feira (13).

Uma gravação apresentada pela Polícia Civil  à Justiça comprova o suposto envolvimento de policiais militares na série de mortes registradas no fim de janeiro em Londrina, no norte do Paraná. O áudio foi feito 40 dias depois da onda de assassinatos, quando policiais tentavam adulterar a cena em um suposto confronto com duas pessoas.

Na conversa gravada, os policiais militares pedem para que um aspirante leve convites até o local do confronto. Segundo a Polícia Civil, os convites seriam armas de fogo colocadas na cena do crime para dar legitimidade à suposta execução cometida pelos policiais.

A Polícia Civil comprovou que as armas desse caso foram usadas por policiais militares na mesma semana em que ocorreu a sequência de homicídios em Londrina. A gravação é uma das provas coletadas pela investigação.

- Sabe aqueles 'convite' que 'cê' tem aí? Os dois?
- Qual?
- Aqueles 'convite' que o Júlio deixou com você.
- Certo
- Tem como 'cê' trazer pra nós aqui?

A série de assassinatos ocorreu entre os dias 29 e 30 de janeiro e terminou com 12 pessoas mortas na zona norte de Londrina.  A polícia ainda investiga outros cinco casos de assassinatos que podem estar relacionados às mortes em série, mas que ocorreram em outras datas. Os crimes teriam sido uma reação ao assassinato do policial Cristiano Botino, de 33 anos, que morreu no hospital após ser baleado.

“Nós temos um vídeo de casa de um vizinho, provas periciais e outras provas que ainda estão sob sigilo de investigação”, diz o delegado-geral da Polícia Civil, Júlio Mesquita.

Uma força-tarefa começou a investigar os casos um dia depois. Em abril foi preso um rapaz suspeito de atirar contra Botino, e na sexta-feira (13), as polícias Civil e Militar cumpriram sete mandados de prisão temporária, 25 de busca e apreensão e seis de condução coercitiva, que é quando a pessoa é levada para prestar depoimento. A ação resultou em oito policias presos, dois deles foram detidos durante o cumprimento de ordem de condução coercitiva por porte ilegal de munição. Um homem, que não é policial, também foi preso por supostamente ter colaborado com os policiais militares.

A operação causou indignação em alguns policiais. No quinto batalhão da Polícia Militar em Londrina, alguns policiais se concentraram em frente ao quartel em um protesto silencioso contra as prisões. A mãe de Cristiano Botino era uma das pessoas que estavam no ato em solidariedade aos antigos colegas de farda do filho.

“Se eles prenderem os policiais, mas não mostrarem quem foram os bandidos que mataram o meu filho, isso não é justiça”, reclama Claonilde Aparecida de Souza.

Já na região central, parentes de vítimas da chacina levaram cartazes para lembrar a série de crimes. O marido de Verônica Souza, Walcy Gomes Souza Júnior, morreu após ser atingido na barriga.

“Nós queremos saber quem foi e o motivo. O meu marido não era vagabundo, era trabalhador”, diz a esposa de uma das vítimas.

Na mesma noite e no mesmo lugar onde morreu Walcy, Paulo Cézar de Oliveira foi atingido por disparos de arma de fogo. Eles faziam um churrasco entre amigos. "Eu estou vivo porque Deus deixou, não era para eu estar aqui", diz uma das vítimas.

Sete policiais foram afastados das funções até a conclusão das investigações. O Comando da Polícia Militar também vai abrir processos administrativos contra todos os policiais que teriam participado da chacina. Se condenados, eles podem ser expulsos da corporação.

infografico

Fonte: G1

Mais artigos...

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto.        sicride      CONTASABERTAS       horasc    acervo        kennya6    IMG 20170821 WA0024  codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web