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Tacla Duran: todos precisam conhecer o lado obscuro de Moro

"Moro emite opinião contra réu. Isso é pré-julgamento que viola um princípio básico de direitos humanos, pois os julgamentos precisam ser técnicos, isentos e imparciais", disse o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran em depoimento na Câmara; "O dr. Moro me ofendeu em rede nacional, ao vivo, me prejulgou e me condenou. Ele feriu a Lei da Magistratura também por não me ouvir como testemunha do presidente Lula", acrescentou; Moro negou quatro vezes pedidos para que Tacla Duran fosse ouvido

 

d0607Em depoimento à Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Durán declarou que todos precisam conhecer o lado obscuro de Sergio Moro. Entre outras críticas ao juiz da Lava Jato, o advogado apontou que o cerceamento ao direito de defesa é um dos métodos do magistrado.

Moro negou quatro vezes pedidos para que Tacla Duran fosse ouvido como testemunha do ex-presidente Lula. Entre os motivos apresentados, Moro alegou "endereço desconhecido" - a Justiça espanhola tem o endereço do advogado - e "custo muito oneroso" - sendo que o depoimento poderia ser feito como à Câmara, por vídeo conferência.

"Moro emite opinião contra réu. Isso é pré-julgamento que viola um princípio básico de direitos humanos, pois os julgamentos precisam ser técnicos, isentos e imparciais", disse Tacla Durán.

"O dr. Moro me ofendeu em rede nacional, ao vivo, me prejulgou e me condenou. Ele feriu a Lei da Magistratura também por não me ouvir como testemunha do presidente Lula", acrescentou.

"Desde 2016, quando me apresentei à força-tarefa da Lava Jato para dizer que era advogado da Odebrecht, sou tratado como criminoso. Nunca apresentaram provas contra mim. Aqui na Espanha já arquivaram acusações contra mim por falta de provas", prosseguiu o advogado.

“A operação Lava Jato se tornou um polo de poder político capaz de moer reputações, de destruir empresas e instituições. Digo isso com tranquilidade, pois jamais fui filiado ou militei em qualquer partido político”, declarou ainda.

Fonte: brasil247

Mulheres são presas tentando entrar no FOC com drogas nas partes íntimas

d2705Quatro mulheres foram presas na manhã desta quarta-feira (23), ao tentar entrar no presidio Francisco d’Oliveira Conde (FOC), com produto entorpecente no horário de visita íntima.

Ivana Mirele Silva Gonçalves, Alessandra Silva Soares, Elissandra de Freitas Xavier, Caroline da Silva Santiago, caíram na revista realizada pelos agentes através do Scanner Corporal. Todas tinham a intenção de visitarem os maridos que estão reclusos entre os pavilhões “D” e “J”.

O material segundo conta no relatório dos agentes foi encontrado escondido dentro das partes íntimas das mulheres que receberam voz de prisão e foram encaminhadas à Delegacia de Flagrantes (Defla).

Fonte: ac24horas

PM prende militares do Exército que transportavam armas, granadas e munição, na Baixada

d2405Dois militares do Exército e outras seis pessoas foram presas por policiais militares do 34° BPM (Magé), no fim da noite desta segunda-feira, na Rodovia BR-493, na altura do Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense. O bando transportava armas, granadas e munição num Gol vinho com placas clonadas.

Os policiais faziam um patrulhamento quando viram o Gol. O carro estava saindo de uma estrada sem pavimentação e, ao ver a viatura, tentou escapar. Houve perseguição e o veículo foi alcançado logo depois. Ao mandar os ocupantes descerem do carro, os policiais se surpreenderam ao verem oito homens deixarem o Gol.

No carro, foram encontrados oito armas — entre revólveres, pistolas, espingarda e rifle —, quatro granadas de fumaça, munição de diferentes calibres, seis celulares, uma algema, três radiotransmissores, sete toucas ninja e dois coletes à prova de balas.

Os militares do Exército presos são Matheus Pereira de Souza, de 23 anos, e Leonardo da Silva Lessa Gonçalves, de 24. Ambos são lotados na Forteleza de Santa Cruz, em Jurujuba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Os outros detidos foram identificados como Cristiano Galdino Caldeira Souza, de 20 anos; Anderson Barbosa de Carvalho, de 31; Felipe Braga Conceição, de 29; Rafael Conceição de Carvalho, de 26; Luciano Araujo Gomes da Silva, de 34; e Luiz Costa de Lima Neto, de 23.

Os presos e o material apreendido foram levados para a 59ª DP (Duque de Caxias), onde a ocorrência foi registrada.

Fonte: extra

Exército explode pista clandestina usada por grileiros em operação na divisa do Acre, Amazonas e Rondônia

Segundo Ibama, nos últimos dois anos, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. Esta é a maior operação contra o desmatamento ilegal no sul da Amazônia.

d1705Uma operação contra o desmatamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) foi deflagrada, nesta sexta-feira (11), em três cidades do Norte, inclusive na terra indígena Caxarari. Na operação, que é a maior dos últimos 10 anos, segundo o órgão, 17 madeireiras foram fechadas e uma pista de mais de mil metros usada para facilitar o desmate foi explodida.

As ações ocorreram na região de divisa entre os estados do Acre, Amazonas e Rondônia e se concentraram na ponta do Abunã, em Rondônia, divisa dos estados do Acre e do Amazonas. Ao todo, 200 homens, entre fiscais do Ibama, do Exército e da Polícia Militar dos três estados participaram da operação.

O Exército colocou explosivos em uma pista clandestina construída em uma área da união que foi grilada. Além disso, novos flagrantes de desmatamentos ilegais foram registrados dentro da terra indígena Caxarari.

Na região proliferam o desmatamento e a extração ilegal de madeira. Nos últimos dois anos, segundo o Ibama, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. O Na região proliferam o desmatamento e a extração ilegal de madeira. Nos últimos dois anos, segundo o Ibama, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. O equivalente a 50 mil campos de futebol ou uma área maior que a cidade de Porto Alegre.

Conforme o Ibama, nos últimos 15 dias foram detectados novos focos de devastação que somam 18 mil hectares. Só em um trecho, estão 116 madeireiras instaladas, todas suspeitas de fraude no sistema de DOF - documento de origem florestal, que autoriza o desmate, transporte e armazenamento de madeira.

Terras indígenas também são invadidas para retirada de madeira na reserva Caxarari. A fiscalização flagrou mais de 50 toras já prontas para serem retiradas da mata. A seleção é feita de forma a não abrir grandes clareiras. Já fora das terras indígenas, os desmatadores não têm limites.

Durante sobrevoos na região foi encontrada uma pista de pouso clandestina. A pista tem 1.200 metros para pouso decolagem de pequenas aeronaves que levavam para a área mantimentos e equipamentos para facilitar o desmate.

Homens do Exército resolveram por explosivos para impedir a operação da pista. O comandante do 4º BIS, coronel Wellington Valone, disse que, na mesma área da pista, tinha também uma casa com toda infraestrutura e conforto.

“Além da pista de pouso, nós também verificamos que tinha toda uma estrutura de casa com banheiros, dormitórios e um certo conforto, como ar-condicionado, água encanada e energia”, contou.

Investigações apontam que a grilagem de terra é um dos maiores problemas. Uma única pessoa teria conseguido, por meio de documentos falsos, aumentar a área de terra de 50 para 130 mil hectares. Abrangendo áreas de conservação, terras indígenas e privadas, gerando além do crime ambiental o aumento da violência e o clima de medo.

“Há cerca de dois anos, apareceu lá uma milícia, policiais junto com grileiros de terra, fez grupo de extermínio, matando pessoas, tive que abandonar minha terra. Todo mundo abandonou suas terras”, disse um morador da região, que preferiu não se identificar.

O superintendente do Ibama, Carlos Gadelha, disse que o órgão não tem estrutura para garantir a fiscalização necessária na região.

“O Ibama hoje não tem pernas para fazer o enfrentamento necessário ao desmatamento na Amazônia, e, em especial nessa região. Então, seria necessário mais fiscais para que o Ibama consiga dar a resposta que a sociedade brasileira precisa”, concluiu Gadelha.

Fonte: G1

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