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Dono de empresa fantasma que lavava dinheiro de tráfico para o PCC é preso

donoempresaHugo Rene Ayala Henry Bastos, de 53 anos, foi preso pela polícia paraguaia nesta semana, após ser descoberto um esquema de lavagem de dinheiro. Ele foi detido em Assunção e seria responsável por usar uma empresa fantasma para lavar dinheiro proveniente do tráfico de drogas e armas para lideranças do PCC (Primeiro Comando da Capital).

Conforme detalhes apontados pelo site Porã News, o empresário seria o ‘testa de ferro’ do PCC. Agentes da polícia paraguaia conseguiram identificar a ligação do empresário com a facção criminosa, que comandaria o tráfico na região de fronteira, a partir da apreensão de documentos na quarta-feira (4).

 Segundo informações da polícia, Hugo seria proprietário da empresa fantasma ISS Internacional S.A .e também a Notle S.A., que seriam usadas para lavar dinheiro proveniente do narcotráfico e tráfico de armas. O dinheiro seria utilizado para integrantes do PCC comprarem veículos de alto valor de mercado, além de casas e comércios no Paraguai.

 A partir da documentação apreendida pela polícia, os agentes conseguiram chegar até a residência de Hugo, onde conforme a promotora de justiça Elva Cáceres, foram apreendidas fotocópias de documentos de importantes líderes do PCC, que utilizavam as empresas para movimentarem grandes quantias em dinheiro e agilizarem a compra de bens.

 Segundo a promotora, várias empresas e pessoas ligadas à facção foram identificadas. Sócios e proprietários das empresas seriam integrantes ativos do PCC e procurados pela justiça brasileira.

Fonte: midiamax

Quem governa nas prisões brasileiras são os presos, segundo pesquisadora

PRESOSFACCOESPesquisadora Camila Nunes Dias explica por que o cotidiano gerido pelos presos é conveniente para o Estado. “O governo dos presos pelas facções ou comandos é feito silenciosamente, sem a explicitação dos conflitos que ocorrem dentro das prisões, ninguém toca no assunto. Finge-se que está tudo controlado. Mas, não está.” O massacre em Manaus, o maior depois de Carandiru, mostrou isso.
Por Adriana Delorenzo
As prisões no Brasil estão dominadas por facções, segundo Camila Nunes Dias, professora da Universidade Federal do ABC e pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo. Não se trata de uma questão específica do Amazonas, onde nesta segunda-feira (2), 56 presos foram mortos em rebelião que durou cerca de 17 horas, no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. “É uma situação estrutural das prisões brasileiras”, explica.
Camila Nunes Dias: “A política de encarceramento em massa é a força motriz por trás do cenário trágico das prisões brasileiras” (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
Na entrevista concedida à Fórum, Camila destaca que o que aconteceu no Compaj derruba o argumento de que o sistema privado de gestão das penitenciárias é mais eficiente. “É uma falácia. O problema da prisão é a própria prisão”, diz ela, que é autora do livro PCC: Hegemonia nas prisões e monopólio da violência.
Revista Fórum – O que o massacre no Complexo Penitenciário em Manaus nos revela?
Camila Nunes Dias – Em primeiro lugar, não diria que ele revela alguma coisa nova, porque todas as questões que estão sendo discutidas agora já eram conhecidas antes deste acontecimento. Conhecidas por muitos pesquisadores e pelas autoridades estaduais e do governo federal. O massacre do Compaj explicita e traz à público algumas questões importantes sobre a realidade das prisões no Brasil. Dentre as várias discussões, acho que uma questão central é mostrar aquilo que temos falado com insistência: o cotidiano das prisões é gerido pelos presos e não pelo poder público. Por isso, quando as condições indicam que é o momento favorável e oportuno (o que depende de uma multiplicidade de fatores internos e externos à própria unidade prisional) os presos têm capacidade de fazer o que fizeram e o Estado não tem condições de evitar. Não tem condições, é importante frisar, porque não tem interesse. A discussão teórica de Michel Foucault sobre a atuação do Estado no que ele chama de “biopolítica” e que tem como uma de suas dimensões o não matar (diretamente), mas, o “deixar morrer” é importante para compreender as condições das prisões e os massacres que nelas ocorrem. A política do “deixar morrer” alguns segmentos da população, notadamente os pobres e negros, se expressa em algumas manifestações de autoridades, como, por exemplo, na fala do governador do Amazonas dizendo que não havia “santo” entre os mortos e, em 2012, na célebre resposta a uma chacina cometida pela polícia militar paulista, que matou 9 pessoas, quando o governador de São Paulo Geraldo Alckmin disse que “quem não reagiu está vivo”.
Fórum – O massacre está sendo explicado como fruto da disputa de facções, que comandavam a unidade, por que se chegou a esse ponto nas penitenciárias?
Camila Nunes Dias – Essa questão é importante para complementar a anterior e situar todo o problema das chamadas “facções”. É verdade que há um cenário de disputas e conflitos entre os diversos grupos existentes nas prisões brasileiras e que essas disputas têm provocado ocorrências como a de Manaus. Contudo, a existência das facções – e, portanto, os conflitos entre esses grupos – é, em si, um efeito e não a causa. É justamente a política de encarceramento em massa adotada pelos estados brasileiros (alguns com maior intensidade que outros, destacando-se o caso de São Paulo que tem 1/3 da população carcerária nacional) nas últimas três décadas a força motriz por trás do cenário trágico das prisões brasileiras. O encarceramento massivo intensifica as condições degradantes e aviltantes que são características das prisões brasileiras. A superlotação e a precariedade das condições prisionais – em todos os sentidos, desde as instalações físicas, até os serviços de alimentação, bens e serviços básicos, a falta de funcionários – são o contexto no interior do qual surgem, crescem e se consolidam esses grupos que, conforme mencionado antes, passam a governar a população encarcerada. Esse governo dos presos pelos presos é bastante conveniente para o Estado, pois, permite a manutenção do encarceramento a custos muito mais baixos. Por isso, quando o governo dos presos pelas facções ou comandos é feito silenciosamente, sem a explicitação dos conflitos que ocorrem dentro das prisões, ninguém toca no assunto. Finge-se que está tudo controlado. Mas, não está. Esta situação não é específica de uma prisão ou de um estado – como algumas autoridades tentam fazer crer em razão de interesses políticos-eleitorais. É uma situação estrutural das prisões brasileiras. O que precisa ficar claro é que a prisão é o problema.
Revista Fórum – Relatório feito pelo Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura Ministério da Justiça, no final de 2015, após vistoria no Compaj, apontava uma situação explosiva, de disputas, com superlotação e celas-cativeiro, etc. As prisões são bombas a explodir? Esse é um quadro nacional?
Camila Nunes Dias – Falando no relatório do Mecanismo, é necessário perguntar: o que o governo estadual e o governo federal fizeram diante da descrição de um cenário que já antecipava a tragédia? Por que presos apontados como lideranças do grupo Família do Norte foram transferidos de volta para o Estado do Amazonas, mesmo com esse cenário já devidamente conhecido? Por que os presos vinculados ao PCC permaneceram no seguro do presídio controlado pela FDN? Como entraram tantas armas, inclusive várias armas de fogo? Quem permitiu a entrada dessas armas e como elas foram parar nas mãos dos presos ligados à FDN? Quais os interesses no que ocorreu no Amazonas e quem ganha e quem perde com a eventual eliminação do PCC e hegemonia da FDN no Estado? Para muito além dos presos, é necessário perguntar, pois, quem e o quê estão por trás de tudo isso.
A disputa de facções como em Compaj, em Manaus, “é, em si, um efeito e não a causa”
E, sim: é um quadro nacional. Com a ruptura entre o CV e o PCC houve um alinhamento quase que binário nas prisões brasileiras, a um ou a outro grupo. E, com isso, um posicionamento dos presos em função do grupo hegemônico no Estado. Exemplificando: nos estados em que o PCC tem hegemonia (é o caso de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul) os presos dos grupos rivais – CV, FDN, PGC – estão no seguro; nos estados em que FDN, CV, PGC (os principais grupos de oposição ao PCC) são maioria, os presos do PCC estão no seguro (caso de Santa Catarina, Mato Grosso, Tocantins, Amazonas). Em outros estados, como Ceará, Bahia, Rio Grande do Norte há mais equilíbrio entre CV-PCC e maior fragmentação, e por isso, não me arriscaria a apontar quem tem maioria. Enfim, seja lá como for, o caso é que as relações de poder dentro das prisões brasileiras, deixadas a si mesmo, num sistema de autogoverno, acabaram se polarizando. Isso, evidentemente, tensiona enormemente todo o sistema uma vez que os “seguros” – conforme ficou evidenciado no caso do Compaj – não tem nada de “seguro”: são espaços extremamente precários que podem ser facilmente acessados pelos presos em relação aos quais os indivíduos do seguro devem permanecer apartados.
Revista Fórum – O Compaj era privatizado, assim como muitas outras unidades pelo país. Quais são os efeitos desse processo de privatização para o sistema prisional?
Camila Nunes Dias – Essa é uma questão fundamental e que em razão de interesses muito poderosos, tem sido pouco abordada neste debate. Há muitos anos ouvimos que para solucionar o caos do sistema prisional é necessário “privatizar” as prisões. Sabemos que o lobby da privatização é fortíssimo e por isso, penso eu, pouco se fala nisso. É preciso lembrar que a prisão que foi palco de massacre há poucos anos atrás, o complexo de Pedrinhas, no Maranhão, igualmente, tem parte da sua administração privatizada. Há muitos modelos de privatização e um relatório feito pela Pastoral Carcerária em 2014 aponta as fragilidades e os problemas desses modelos. A defesa da privatização dos espaços prisionais decorre ou da falta de conhecimento sobre o tema – e temos muitos “especialistas” que repetem fórmulas abstratas e genéricas sem ter qualquer contato com a realidade empírica em que se aplicará tais fórmulas – ou, então, a defesa se explica pela má fé e por interesses próprios na mercantilização da liberdade de indivíduos pobres e negros que compõem a população carcerária brasileira. O modelo de privatização que é construído como “exemplo” de eficiência, o da penitenciária de Ribeirão das Neves em MG, ele só pode existir enquanto exceção: ou seja, ele nunca será universalizável e só funciona se existirem outras tantas unidades prisionais que seguem o padrão brasileiro: precárias, superlotadas, insalubres, degradantes, desumanas. Tanto em razão de questões econômicas (o custo muito mais alto) quanto por questões operacionais (o perfil dos presos), esse modelo será sempre uma exceção já que ele prevê a não existência de superlotação e uma série de outras questões que envolvem o trabalho, por exemplo, que são impossíveis de serem universalizadas. Isso para não falar do aspecto sinistro e imoral que é o de adotar a lógica de mercado para tratar das pessoas privadas de liberdade, ou seja, fazer da liberdade humana uma mercadoria como outra qualquer e que é a lógica presente na ideia de privatização. Para além de todas essas questões de fundo, porém, o que o evento do Compaj traz é a definitiva derrubada do argumento da eficiência do sistema privado de gestão em relação ao público. É uma falácia. O problema da prisão é a própria prisão. São as condições de encarceramento que produzem os efeitos que temos assistido de tempos em tempos no Brasil através de cenas grotescas de barbárie.
Contudo, não podemos esquecer que os principais responsáveis por tais barbáries estão fora das prisões: eles estão nos tribunais assinando sentenças de mortes para indivíduos que são condenados ao regime fechado por crimes sem violência; eles estão em cargos políticos insuflando a ideia “política de segurança pública” baseada no punitivismo através de propostas que representam um retrocesso de décadas, como pode ser notado nas falas do atual Ministro da Justiça, especialmente, em seus discursos e imagens vinculadas à já combalida e mais do que fracassada “guerra às drogas”. É repugnante ver essas pessoas, que buscam incessantemente os holofotes, virem à público diante dos cadáveres produzidos em Manaus e apresentarem “soluções” mágicas – recursos para construção de presídios e transferência para o sistema penitenciário federal – que na prática agravam os problemas que supostamente pretende resolver. Não passa de um discurso vazio e raso – esse último termo, aliás, que o Ministério da Justiça utiliza para lidar com as críticas às suas propostas.

DIRETOR GERAL DA PENITENCIÁRIA DE TEOFILO OTONI PROPÕE RETIRADA DE PORTE DE ARMA DO AGENTE QUE TIRAR ATESTADO

diretorteofiloEm reunião realizada no 19° BPM de Teófilo Otoni no dia 07 de dezembro de 2016, onde esteveram presentes a alta cúpula da SEAP/MG buscando junto aos Diretores Gerais esclarecimentos sobre a particularidade de cada Unidade Priosional.
Até certo momento transcorreu como programado, em vias cada DIRETOR GERAL explanando as mazelas contínuas do sistema, porém, o Diretor Geral da Penitenciária de Teófilo Otoni, o Sr. ADEMILSON RODRIGUES JARDIM apresentou um dossiê arquitetado pelos AGENTES do setor de inteligência alegando que: os  servidores do SISTEMA PRISIONAL, em especial os Agentes estariam fazendo bicos, e que à AUDIÊNCIA PÚBLICA seria para boicotar à sua memorável gestão, no intuito, e que os ATESTADO PSICOLÓGICOS são improcedentes. (Contestar CID)...
O notável DIRETOR SUGERIU AO SUBSECRETÁRIO DR. CLARK E A CORREGEDORA KATIUÇA, o recolhimento das identidades funcionais e o porte de armas do AGENTES...
O nobre DIRETOR  que não expôs as demandas, ainda eufórico queria entender o RECOLHIMENTO das armas particulares dos servidores que encontram-se mediante ATESTADO...(inacreditável)
Ao invés de sugerir um hospital ou uma junta médica para tratar os servidores DOENTES, o DIRETOR ainda manifestou que o ATESTADO desse tipo à perícia deveria ser realizada em Belo Horizonte. ( será se o DIRETOR no seu dossiê colocou uma ambulância à disposição do servidor para deslocamento de ida e volta até a capital?)
Vejamos na íntegra que à 15° RISP, numa consoante que a Unidade Prisional dirigida pelo polêmico DIRETOR está ocorrendo um número alarmante de servidores depressivos chegando a marca de mais de 30 atestados, será porque? 
Não seria uma má gestão deste Diretor?  Que arbitrou uma escala massacrante para os desafetos que não compactuam com suas ideologias... O gestor direciona o ódio para uma escala de 12x36 NOTURNO somente para alguns?...(isonomia?)
Ele se diz protegido por um parlamentar ligado ao GOVERNADOR, e desde à Audiência pública se tornou amigo íntimo de POLÍTICOS que mandam e demandam na SEAP, bem como, tem afinidade com o assessor do Deputado cabo Júlioo o Tenente Bahia, que articula nomes para DIRETORES DE PRESÍDIOS na região.
O DG Ademilson foi cabo eleitoral deste assessor para o cargo de vereador nas ELEIÇÕES Municipais, porém o alto índice de REJEIÇÃO de ambos mobilizaram os AGENTES PRISIONAIS do vale do Mucuri em aderir o MOVIMENTO proclamando: "NÃO VOTE NO TENENTE BAHIA". 
O MOVIMENTO surtiu efeito que o AGENTE PRETO DA TAQUARA teve mais VOTOS  do que o candidato Tenente Bahia. Assim, uma RESPOSTA dada à altura nas URNAS!
Fonte: Redes Sociais de AGENTES PRISIONAIS

Advogado rouba indenização de criança portadora de necessidades especiais no Rio

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A família do menino Thiago, de 10 anos, entrou na Justiça contra uma empresa de ônibus, porque o motorista do coletivo se recusou a ajudar no embarque da criança, que é cadeirante. Eles venceram a causa, mas o dinheiro da indenização ainda está nas mãos do advogado da família, que apenas faz promessas de pagamento.

Fonte: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/rj-no-ar/videos/advogado-rouba-indenizacao-de-crianca-portadora-de-necessidades-especiais-no-rio-19102015

PCC tem 1.001 gerentes e pagava R$ 6 mi anuais a advogados, mostra inquérito

Relatório da Operação Ethos mostra planilha com total de detentos responsáveis por cartas com ordens, decisões e pagamentos em nome da facção

pcc4SÃO PAULO - A Polícia Civil e o Ministério Público Estadual identificaram 1.001 detentos que seriam os “gerentes” do Primeiro Comando da Capital (PCC), responsáveis por cartas com ordens, decisões e pagamentos em nome da facção no Estado. Os investigadores chegaram à lista durante o inquérito que apurou o envolvimento de advogados com a organização criminosa.

A apuração mostrou ainda que a facção destinava cerca de R$ 6 milhões anualmente para pagamentos aos advogados. O valor mantinha a chamada “sintonia dos gravatas” ou “célula R”, como passou a ser chamado o grupo que passava por uma “reestruturação organizacional” neste ano.

As informações estão no relatório final da investigação da polícia apresentado à Justiça, e obtido pelo Estado. A investigação levou à deflagração da Operação Ethos no dia 22 de novembro, que resultou na prisão de 33 advogados suspeitos de colaborar com o PCC em crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção. Entre os presos está o ex-conselheiro de Defesa de Direitos Humanos Luiz Carlos dos Santos.

No topo da lista dos gerentes está Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, que atende pelo número 1.013, o que virou um dos seus apelidos na liderança da organização. A numeração também serviria como assinatura de cartas com ordens visando a proteger a identificação dos envolvidos. Uma planilha interceptada no âmbito do inquérito policial mostrou quais numerações correspondiam a cada detento. 

“A análise pelos investigadores de polícia de milhares de cartas interceptadas levam à conclusão objetiva de que a decisão final da ação da organização decorre de pessoas que assinam por essas siglas. Essas pessoas efetivamente ocupam uma função análoga a um verdadeiro conselho deliberativo, um organismo máximo na facção que efetivamente decide em nome do Primeiro Comando da Capital (PCC)”, detalhou o documento. 

Célula. De acordo com o relatório, a célula R, criada inicialmente para prestação de serviços exclusivamente jurídicos aos líderes da facção, evoluiu “da licitude para a ilicitude blindada pelo sigilo constitucional do advogado”. “Atualmente, essa célula nem sequer presta assistência jurídica aos líderes da organização, de maneira que esse núcleo simula visitas aos líderes, como elo de comunicação de atividades criminosas.” A letra “r” seria referência a “recursistas”, como são chamados os presos que conhecem leis.

Planilhas interceptadas pelos investigadores mostraram que o grupo passava por uma reestruturação e planejava um novo modelo para 2016. Isso incluiu a transformação da antiga “sintonia dos gravatas” em uma célula dividida, com presidente, diretoria administrativa e até “diretoria de relações institucionais”. À frente da célula R estaria Valdeci Francisco Costa, que se autointitulava o diretor-presidente. Foi ele que, segundo a polícia, ficou responsável por adotar um novo modelo de atuação da célula, incrementando protocolos de segurança e “criando uma estrutura orgânica de feição empresarial”. 

Apontado como homem de confiança de Marcola, Costa tinha a missão de reformular a “sintonia dos gravatas”. Mas foi preso no dia 28 junho. 

Fonte: http://sao-paulo.estadao.com.br/

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