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Sete viram réus por cavar túnel para fuga de presidiários na PCE

1 O juiz da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Jean Garcia de Freitas Bezerra, tornou rés sete pessoas pela suspeita de planejar e financiar a escavação de um túnel na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, para favorecer a fuga de criminosos do Comando Vermelho. A decisão foi publicada nesta terça-feira (20) no Diário da Justiça.

Responderão por organização criminosa Jéssica Pereira de Jesus, Anderson Ramos da Cruz, Cleiton dos Santos Gonçalves, Luíza Vieira da Costa, Conrado Rego Ribeiro, Felipe Michael Passos Correlo e Oziel Jorge do Nascimento, vulgo "Negão".

As investigações do GCCO (Gerência de Combate ao Crime Organizado) começaram após a localização de um túnel de 30 metros, em uma casa no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá, no dia 13 de setembro do ano passado. Na época, 12 pessoas foram presas, entre elas menores de idade e uma mulher. Em continuidade às investigações, a Polícia Civil identificou outras oito pessoas envolvidas no planejamento e execução do plano de fuga frustrado.

De acordo com o delegado Frederico Murta, responsável pelo inquérito, nesta segunda fase foram presos integrantes da organização responsáveis por toda a logística do plano de escavação do túnel, desde o recrutamento dos trabalhadores (presos anteriormente) à execução da obra.

O grupo tinha objetivo de cavar um túnel com 200 metros de extensão, para que conseguissem acessar a PCE, onde estão presos de alta periculosidade. A casa estava localizada próxima à PCE. Lá, estavam armazenados dezenas de sacos de areia e outros materiais retirados do túnel que já tinha aproximadamente 30 metros escavados, conforme os próprios envolvidos informaram. Foram apreendidos materiais usados na escavação, como pás, picaretas, entre outras ferramentas, além de cestas básicas, reservatórios de água.

Fonte: https://www.reportermt.com/geral/sete-viram-reus-por-cavar-tunel-para-fuga-de-presidiarios-na-pce/192160

Mais de 300 pessoas foram assassinadas em MT nos primeiros quatro meses de 2023

1 Dados da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) mostram que Mato Grosso registrou, de janeiro até abril de 2023, 301 homicídios em todo o estado. A média é de 2,5 mortos por dia.

De acordo com o levantamento, em todo o ano de 2022 no estado, foram 923 homicídios dolosos (quando há intenção de matar). Os dados mostraram ainda que MT teve um aumento nas mortes. Em 2021, o número vinha em queda, com 749 homicídios registrados.

A cidade que mais registrou homicídios durante 2022 foi Sinop. O município no norte do estado teve 126 homicídios dolosos no ano. Em seguida, vêm Juína e Nova Mutum, ambos com 93, Rondonópolis, com 88, Tangará da Serra, com 79 e Cáceres com 71 homicídios.

Cuiabá e Várzea Grande, ambos tiveram 67 homicídios durante o ano passado. O número é maior do que o registrado em 2021, quando as cidades tiveram 55 e 52, respectivamente.

A Sesp também divulgou o número de latrocínios (roubo seguido de morte) em Mato Grosso. Nos primeiros quatro meses de 2023, três crimes dessa natureza foram registrados. Durante todo o ano passado, foram 29.

Fonte: https://www.reportermt.com/policia/mais-de-300-pessoas-foram-assassinadas-em-mt-nos-primeiros-quatro-meses-de-2023/191639

PM em coma e 5 h de sumiço: como foragido desarmou policiais e fugiu a pé

n0605 O homem que desarmou e atirou em dois policiais militares na zona leste de São Paulo ficou cinco horas sumido até ser preso. Foragido da Justiça havia três meses, ele foi condenado por tráfico de drogas e nesta semana, ao reagir a uma abordagem, feriu os policiais — um deles está em coma.

O que se sabe sobre o ataque aos PMs

Dario reagiu durante uma abordagem e lutou com dois policiais militares. Imagens de câmeras de segurança mostram ele desarmando um deles e usando a arma da PM para os ferir.

Depois, ele foge por uma rua de São Mateus, na zona leste da cidade, levando a arma da corporação. O outro suspeito, que não se envolveu na luta, também corre.

Dario foi preso cinco horas depois do crime na mesma região. O adolescente que estava com Dario no momento da abordagem foi apreendido.

A arma do policial foi encontrada com outro suspeito. O homem tinha escondido o objeto e também foi preso.

Como estão os policiais

Atingido no rosto, o PM Cleison Santos de Matos, 31, está em coma induzido — seu estado é estável, segundo o UOL apurou.Com fraturas no maxilar e na mandíbula, ele está internado no Hospital das Clínicas.

O PM Robert Castro de Abreu, 36, sofreu fratura em uma das pernas e tem um projétil alojado no fêmur. Seu estado é estável. Ambos tinham encaminhamento para passarem por cirurgia, ontem.

Quem é o homem que atirou nos PMs

Dario Gabriel Costa Viveiros, 25, foi preso em novembro de 2019. Segundo o boletim de ocorrência, ele estava com drogas e foi detido na região de São Mateus, zona leste da capital paulista, próximo ao local onde atirou nos PMs.

Na ocasião, os policiais militares que checaram uma denúncia anônima de tráfico. Eles afirmaram ter encontrado 100 porções de maconha, 50 sacos plásticos com cocaína e 81 pinos de crack em uma pochete jogada no chão por Dario.

Dario Gabriel Costa Viveiros desarmou PM e atirou em dois policiais na zona leste de São Paulo

Ele negou envolvimento com o tráfico. Disse que estava passando pelo local de venda de drogas quando foi abordado pelos PMs. Na adolescência, ele já havia sido apreendido por suspeita de envolvimento com o tráfico. O UOL não conseguiu localizar sua defesa até o momento.

Dario cumpriu pena no presídio de Osvaldo Cruz (SP) desde fevereiro de 2021. Inicialmente, foi levado ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo. Em seguida, acabou sendo transferido para o CDP de Diadema.

Ele foi condenado a 5 anos e 10 meses de prisão por tráfico de drogas. Beneficiado pelo regime semiaberto em abril de 2022, passou a ser considerado foragido da Justiça em março deste ano, após não retornar de uma saída temporária.

'Luta pela vida': o que PM baleado relatou

Atingido nas duas pernas e no abdômen, o soldado de 36 anos ficou com um projétil alojado no fêmur. "Tenho que fazer uma reconstrução do fêmur, vou passar por uma cirurgia", disse ontem à noite. Ele está internado no Hospital das Clínicas.

Só Deus sabe. No calor da emoção, tudo acontece rápido. Eu lutei como pude pela minha vida
PM Robert Castro de Abreu

O PM disse ter visto o vídeo da ação, que servirá para ele como "aprendizado". "A gente olha para o vídeo e vê várias coisas... Ah, eu poderia ter feito isso, poderia ter feito aquilo. Mas na hora é na hora, né, pessoal?", disse.

Agarrei ele [o criminoso] por trás, pela cintura. Ele conseguiu virar, sacar a minha arma do coldre. E fez o disparo na minha perna do lado esquerdo. Na sequência, atirou contra o rosto do Matos, que caiu. E eu continuei lutando, tentando evitar que ele continuasse com a arma."

Fonte: https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/06/03/pm-em-coma-e-5h-de-sumico-como-foragido-desarmou-policiais-e-fugiu-a-pe.htm

SP: policiais são investigados por suposta propina para liberar drogas

 São Paulo – Cinco policiais do 49º DP (São Mateus) foram levados à Corregedoria da Polícia Civil para prestar esclarecimentos após serem denunciados anonimamente por supostamente pedir dinheiro em troca da liberação de droga apreendida com traficantes.

Além dos policiais, ao menos outras cinco pessoas também foram encaminhadas para a sede do órgão fiscalizador policial. Durante a operação, no último sábado (27/5), também foram apreendidos R$ 40 mil em dinheiro.

Uma fonte que acompanha o caso afirmou nesta segunda (29) ao Metrópoles, em condição de anonimato, que uma denúncia feita às 21h de sexta (25) indicou que policiais da delegacia de São Mateus teriam prendido traficantes, além de apreender 200 quilos de drogas. Para liberar o entorpecente, segundo o denunciante, os policiais teriam exigido pagamento em dinheiro.

Diante da denúncia, integrantes da Corregedoria foram até o 49º DP, na Avenida Ragueb Chohfi, por volta das 23h.

“Quando entraram, não tinha nada. Não estava sendo nada elaborado. Foram até o primeiro andar e encontraram três policiais . Quando perguntaram sobre o traficante, deram respostas evasivas. Que conduziram algumas pessoas como averiguadas em tráfico de drogas, por causa de uma casa bomba [depósito de drogas]. Disseram que iam começar o registro do BO, o que causou estranhamento”, explicou a fonte ouvida em sigilo.

Enquanto a conversa ocorria, policiais da Corregedoria que estavam do lado de fora da delegacia viram três homens chegando, dos quais um com uma bolsa. Dois fugiram ao perceber a aproximação dos agentes e o que estava com a bolsa foi detido. Ele carregava R$ 40 mil em dinheiro vivo.

Todos para a Corregedoria

O suspeito que estava com o dinheiro teria afirmado que iria entregar o montante para o pagamento de honorários de uma advogada e um advogado que defendem o trio de suspeitos de tráfico. A versão contata pelo homem que carregava o dinheiro não convenceu os corregedores. Por causa disso, toda a equipe de plantão do 49º DP, suspeitos e os dois advogado de defesa foram para a sede da Corregedoria, no centro da capital paulista.

“Os corregedores sabiam que estava tendo um caso de corrupção em curso, um ato preparatório para isso, tentado, ou seja, difícil, sem materialidade para prender todos em flagrante. Além disso, a droga mencionada na denúncia não foi localizada. A delegacia estava vazia de público, sem boletim de ocorrência aberto. Todos os presentes estavam no primeiro andar, batendo papo, tudo muito suspeito, evidenciado, com indícios de que estava sendo negociado o pagamento, uma vantagem, uma propina aos policiais”, disse ainda a fonte ouvida pelo Metrópoles.

A reportagem apurou que todos prestaram depoimento, negando a denúncia. Os celulares dos suspeitos foram aprendidos. A quebra do sigilo dos aparelhos foi solicitada e, caso seja autorizada, irá ajudar a Corregedoria a identificar eventuais negociações entre os policiais denunciados e os traficantes que estavam na delegacia.

A Corregedoria instaurou inquérito policial de concussão (crime praticado por funcionário público contra a administração).

Reprodução/GoogleCorregedoria da Polícia Civil investiga policiais do 49ºDP

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou em nota, encaminhada ao Metrópoles nesta segunda-feira, que as investigações da Corregedoria “estão em andamento.”

A pasta não deu mais detalhes como: se os suspeitos de tráfico foram presos ou soltos, ou ainda quais medidas foram tomadas contra os policiais do 49º DP enquanto o caso é investigado.

Defesa dos policiais

O advogado Bruno Arcani, que defende os policiais, afirmou ao Metrópoles, no fim da tarde desta segunda-feira, que a questão do dinheiro levado à delegacia “já está esclarecida.”

“O valor foi levado para pagar os advogados de defesa dos suspeitos por tráfico, levados à delegacia para averiguação. O valor segue apreendido e os defensores vão perpetrar um mandado de segurança para reaver o valor, assim como seus celulares, que também foram aprendidos pela Corregedoria.”

Arcani acrescentou que os policiais do 49º DP investigavam uma casa, onde havia suposto tráfico de drogas. Perto do local, avistaram suspeitos e os levaram à delegacia para averiguação.

Sobre a demora para a abertura do boletim de ocorrência, ele afirmou que outros dois registros estavam em andamento anteriormente.

Os policiais investigados pela Corregedoria seguem trabalhando normalmente, mas com os celulares pessoais apreendidos.

Os suspeitos de tráfico também foram liberados, após falarem com os corregedores. Ele voltaram ao 49º DP, onde prestaram depoimento sobre o caso em que são averiguados.

Fonte: https://www.metropoles.com/sao-paulo/sp-policiais-sao-investigados-por-suposta-propina-para-liberar-drogas

Psicóloga vai responder por injúria por preconceito, ameaça e lesão corporal após polícia analisar imagens e depoimentos

Discussão entre psicóloga e chef foi filmada  — Foto: Reprodução/TV Globo  Psicóloga ofende funcionários de restaurante no Museu do Amanhã

De acordo com a Polícia Civil, a ocorrência foi apresentada na 5ª DP (Mém de Sá) e, numa rápida análise, o delegado de plantão tinha determinado que a ocorrência fosse registrada como lesão corporal.

No entanto, segundo a corporação, no "curso dos depoimentos que duraram cerca de duas horas, surgiram fatos novos (que não haviam sido bem esclarecidos de início), dando conta de que a autora [Juliana] proferiu ofensas homofóbicas, ameaças e outros xingamentos que configuram, em tese, outros crimes", diz a instituição.

Ainda segundo a corporação, "com a divulgação de vídeos feitos no momento das agressões, restou claro a necessidade de instauração de inquérito policial, a partir do acréscimo de crimes como injúria por preconceito e ameaça, somados à lesão corporal".

A investigação ficará a cargo da 4ª DP (Praça da República).

O caso

Segundo a chef Isabela Duarte, desde a chegada ao restaurante a mulher já estava discutindo com os pais. Quando os ânimos se exaltaram, os funcionários tentaram retirar Juliana do estabelecimento.

  • Psicóloga: Eu vou denunciar essa ** Eu sou desembargadora, sua *** e vou trazer a polícia aqui pra fechar essa ***
  • Vítima: Pode trazer.
  • Psicóloga: Eu sou desembargadora. Você tá *** Seu via** **** Você é sapatão

Depois de xingar, ela pega a garrafa de bebida e volta às ofensas.

Psicóloga: Sua sapatão de mer**

“Acabou que nesse momento a gente direcionou ela lá pra fora, tentei acalmá-la. Foi no momento que ela se sentiu contrariada e acabou também me agredindo verbalmente, falando coisas de cunho preconceituoso e, nesse momento, os outros clientes passaram, e ela acabou querendo derramar vinho nessa cliente”, conta Isabela.

Além das ofensas, a chef Isabela conta que foi agredida fisicamente.

“Eu fui tentar impedi-la e numa segunda tentativa eu consegui segurá-la, mas no outro braço ela estava segurando a taça. Foi quando ela me agrediu fisicamente e aí, acertou a taça do vinho, estilhaçou no meu braço e aí, teve algumas escoriações. E meu braço começou a sangrar. Ela tentou arremessar a garrafa de vinho e nesse momento o caos se instaurou”, falou a vítima.

Em outro vídeo, é possível ver que o braço de Isabela está sangrando e que uma funcionária e clientes do restaurante também ajudaram a conter a mulher.

Henrique Lixa, auxiliar de cozinha no restaurante, conta que também foi agredido no rosto.

"Ela atingiu o meu lábio. Me bateu no rosto. Ela me arranhou no braço, na mão. E aí eu me afastei um pouco da situação para não me exaltar mais. Depois a polícia chegou, ela continuou cometendo crimes homofóbicos."

“Nunca que eu ia imaginar que a gente ia chegar no trabalho e acontecer isso, porque você sai de casa com o único intuito que é trabalhar, fazer seu serviço da melhor maneira possível. Se a gente não fala, acaba se calando, a gente acaba sendo cúmplice, por assim dizer, do que tem acontecido. E acho que o meu papel nisso tudo não pode ser esse. Tem que ser de se posicionar e pedir que, de alguma maneira, as coisas precisam ser resolvidas, esclarecidas. E pedir justiça", diz a chef.

Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/30/psicologa-vai-responder-por-injuria-por-preconceito-ameaca-e-lesao-corporal-apos-policia-analisar-imagens-e-depoimentos.ghtml

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