jornalista1

Polícia de MG investiga esquartejamento de mulher; filho é suspeito

Polícia de MG investiga morte de mulher que teve o corpo esquartejado - Getty Images/iStockphoto A Polícia Civil de Minas Gerais informou hoje que instaurou inquérito para investigar a morte de uma mulher de 52 anos que foi esquartejada e teve partes do corpo deixadas numa mala, no bairro Canaã, limite entre Belo Horizonte e Santa Luzia. O principal suspeito de ter assassinado e cortado a vítima em vários pedaços é um de seus filhos, de 30 anos, que morava com ela e faz tratamento por conta de transtornos psiquiátricos.

O homem foi preso em flagrante ontem, dentro de uma igreja, no momento em que rezava. O suspeito estava muito confuso — não se sabe se por uso de entorpecentes, remédios ou por alteração em seu estado mental —, e não foi possível obter mais claramente, em um primeiro momento, informações de como o crime ocorreu, de acordo com a polícia.

Segundo a delegada Adriana Rosa, titular da investigação, relatos de testemunhas e o histórico de brigas entre mãe e filho levam a crer que o filho matou a mulher.

O homem está detido no Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte.

Carreto contratado para levar o corpo

A delegada Adriana Rosa disse em entrevista coletiva na tarde de hoje que a polícia foi chamada ao local assim que o corpo, em vários pedaços, foi localizado dentro de uma mala. A cabeça e algumas vísceras ainda não foram encontradas.

Com imagens de câmeras de segurança e o relato de uma testemunha ocular, descobriu-se que uma Saveiro foi usada para descartar a mala e ainda outros objetos. O dono do veículo, habituado a fazer carretos, disse aos investigadores que tinha sido contratado por R$ 50 pelo filho da vítima para transportar os objetos e a mala, que foram colocados na caçamba pelo próprio suspeito.

Adriana Rosa - Reprodução - Reprodução
Adriana Rosa, delegada de Homicídios e Proteção a Pessoa de Santa Luzia (MG), em entrevista coletiva virtual

Imagem: Reprodução

Junto com esses objetos foi encontrado um papel com o nome da mulher, mas só foi possível identificá-la oficialmente pela digital.

"O autor [do crime] estava meio confuso, não tinha falas conexas, não se sabe se por efeito de drogas ou de remédios, ou por um estado de confusão mental. Ele estava em tratamento", afirma Rosa. "Não se tinha notícias de violência, mas atritos eram muito frequentes com a mãe."

A delegada informou que o homem chegou a ir a uma consulta psiquiátrica após o crime, onde permaneceu por duas horas, mas não mencionou o caso.

Além do filho, também morava com a mulher seu companheiro, mas ele estava fora da cidade a trabalho.

O prazo para a conclusão da investigação é de dez dias.

Fonte: UOL

Candidato a guarda do Depen é preso por documentos falsos

A prisão em flagrante aconteceu na manhã desta quarta-feira (15), na sede do Depen em Curitiba, após o candidato apresentar documentos falsos.Foto: DEPEN Um candidato que participava do processo seletivo para Guarda Prisional do Departamento Penitenciário do Paraná foi preso em flagrante na manhã desta quarta-feira (15) após apresentar documentos falsos. A prisão aconteceu na sede do Depen, em Curitiba, durante a apresentação dos candidatos e entrega dos documentos.

“O processo seletivo do Depen foi extremamente rigoroso.  Através de uma análise documental se verificou que o candidato apresentou documentos falsos. Em razão disso, foi dado a ele a voz de prisão em flagrante e foi encaminhado à Central de Flagrantes de Curitiba", disse o diretor-geral do Depen, Francisco Caricati.
De acordo com o presidente da comissão do processo seletivo do Depen, delegado Renan Ferreira, o homem apresentou os documentos primeiramente no site da Universidade Federal do Paraná, como determinava o edital. “Com o item submetido, a Universidade Federal do Paraná analisou e viu que a certidão de “nada consta” não tinha nenhuma pendência, ele foi aprovado e convocado para assinar o contrato hoje”, explicou.

Assim que saiu a convocação, o Depen foi informado de que haveria procedimentos pendentes, contrariando o documento apresentado pelo candidato. “Começamos a averiguar e esperamos para ver o que seria apresentado. Ele apresentou formação em Direito e dois documentos específicos, que são uma declaração de que nunca tinha sido condenado ou indiciado, e uma certidão de “nada consta”, disse o delegado.

No entanto, há um procedimento correndo no Depen. “Inclusive, o recurso dele está marcado para julgamento nesta quinta-feira (16), já tendo sido condenado em primeiro grau”, afirmou. Quando questionado sobre o documento, ao delegado o homem teria afirmado que recebeu a certidão de um amigo.

“Verificamos junto ao Recursos Humanos e o documento que ele recebeu dava conta de que tinha sido condenado pelo Conselho Superior do Depen, com rescisão contratual. Essa certidão foi falsificada”, contou Renan.

HISTÓRICO - O candidato já trabalhou no Depen e foi demitido após ser acusado de facilitar e fornecer informações para uma fuga que ocorreu na Penitenciária Estadual de Piraquara (PEP), em setembro de 2018, em que 29 presos fugiram após a explosão do muro da penitenciária. Ele ainda responde ao processo na Justiça.

PSS - O processo seletivo do Depen, em andamento, visa a contratação temporária de 1.394 guardas prisionais que terão como atribuição orientar, vigiar, fiscalizar, revistar e conduzir os detentos de unidades penais e cadeias públicas de todo o Estado.

Fonte: AEN.PR.GOB.BR

PCC volta a ameaçar promotor de morte em bilhete encontrado com preso

Detento foi interceptado antes de se reunir com advogado. Facção também ordenava o assassinato de Roberto Medina, coordenador de unidades prisionais

 Novas ameaças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) contra autoridades paulistas foram interceptadas nesta sexta-feira, 17, na penitenciária Nestor Canoa, em Mirandópolis, no interior de São Paulo. Um preso estava de posse de um bilhete com ordens para assassinar o promotor de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em Presidente Prudente, Lincoln Gakiya, e o coordenador das Unidades Prisionais da Região Oeste do Estado de São Paulo, Roberto Medina.

A carta foi encontrada após o detento Gabriel Henrique Gomes de Oliveira ser revistado antes de um encontro com o seu advogado, Luiz Francisco Souto Mendes. Conhecido como Zelão, o preso é integrante do PCC e já havia causado problemas durante sua passagem pelo centro de detenção provisória (CDP) de Piracicaba, onde incitou outros criminosos a desestabilizarem os procedimentos de segurança interna.

Além de Zelão, assinam o bilhete outros dois criminosos ligados ao PCC: Jhonatan de Andrade, que entrou para a facção em 2015 e teve posto de liderança no CDP de Piracicaba, e William Fernando de Carvalho, preso por operar o tráfico de drogas para a organização criminosa em Sorocaba.

A carta era endereçada a um criminoso de nome Jonas, que está em liberdade. Nela, os presos confirmam que o “salve” chegaria por meio de um “gravata”, como são chamados os advogados do PCC. No jargão dos criminosos, “salve” é o nome dado às mensagens que a cúpula do PCC passa aos seus integrantes. Os bandidos afirmam no bilhete que esperam “represálias à altura” contra Gakiya e Medina, chamado de “lixo” por eles.

“Até agora não tivemos retorno. Queremos uma posição de vocês urgente, pois é salve, entendeu”, diz o bilhete. Ainda há a exigência para que uma “doutora de confiança” seja enviada ao presídio de Mirandópolis para receber instruções desses três presos. Não há informações sobre quem seria a advogada em questão.

Gakiya e Medina são protegidos por escoltas policiais desde 2018, quando foram interceptadas as primeiras ameaças de morte contra eles. A ordem para assassiná-los seria uma represália contra a transferência de membros da cúpula do PCC para presídios federais, onde as medidas de isolamento são mais rígidas.

Fonte: VEJA.ABRIL.COM.BR

Mais de 8.000 juízes receberam acima de R$ 100 mil mensais ao menos uma vez desde 2017

De 2017 a abril deste ano, 55,7% das remunerações a juízes extrapolaram teto constitucional

 O Judiciário brasileiro pagou remuneração mensal acima de R$ 100 mil a 8.226 juízes ao menos uma vez entre setembro de 2017 e abril deste ano. O teto constitucional do setor público é de R$ 39,3 mil por mês.

No mesmo período, foram feitos ao todo 13.595 pagamentos além dos R$ 100 mil. Isso porque houve casos de magistrados que receberam o montante em mais de uma ocasião. Vencimentos acima de R$ 200 mil foram pagos 565 vezes a 507 juízes.

Os números são resultado de levantamento feito nas folhas de pagamento do Judiciário.

Foram recolhidos dados dos 27 Tribunais de Justiça estaduais, 5 Tribunais Regionais Federais, 24 cortes trabalhistas, 3 tribunais militares estaduais e dos tribunais superiores. Com juízes cedidos da advocacia e de outros tribunais, a Justiça Eleitoral não foi incluída nos cálculos.

Desde 2017, os tribunais são obrigados a encaminhar as folhas para o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que disponibiliza os dados ao público. O STF (Supremo Tribunal Federal) é a única corte que não é submetida ao conselho.

O levantamento abrange tanto juízes na ativa quanto aposentados, uma vez que as tabelas não diferenciam os servidores.

As planilhas mostram ainda que mais da metade dos salários pagos aos 26.177 juízes em serviço e aposentados nos últimos dois anos e oito meses superaram o teto constitucional.

Das remunerações mensais do período, 374 mil delas foram superiores ao máximo previsto na Constituição —o equivalente a 55,7% do total.

Os dados também indicam que 95,79% magistrados já receberam ao menos um salário acima do máximo permitido.

"Os juízes devem ser remunerados de acordo com a legislação e com suas atribuições, considerando todas as especificidades e limitações que o cargo impõe", diz Renata Gil, presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros).

Os super-salários têm uma explicação. Apesar de a Constituição prever um salário máximo, a concessão de auxílios, verbas indenizatórias e vantagens eventuais, como 13º salário e acúmulo de funções, elevam a remuneração de juízes.

Em alguns casos, os benefícios são criados pelo próprio tribunal ou por Assembleias Legislativas. Os supersalários estão mais concentrados na Justiça Estadual, porque, muitas vezes, auxílios são criados por negociações políticas entre os três Poderes locais.

Questionada sobre alta remuneração, Gil, que preside uma entidade que representa 16 mil magistrados em atividade, defende a importância da categoria para a democracia.

"Valorizar a magistratura é fundamental para que ela possa cumprir suas funções com independência e autonomia e atuar fortalecida em defesa do Estado de direito nos momentos críticos, com transparência e eficiência", afirma.

Aos juízes, a depender o tribunal, são garantidos benefícios como diárias, auxílio-escolar, auxílio-saúde, auxílio-moradia, auxílio-livro e benefício para quem atua em local diverso da comarca original, entre outros.
Existem, ainda, casos de magistrados que recebem remuneração muito acima do teto mesmo sem ter acesso aos chamados penduricalhos.

Isso porque, não é raro, quando ocupam um cargo de direção, como presidência de tribunal, de vara ou de comarca, os magistrados não tirarem férias por dois anos.

Após o período, ao deixar a função, recebem o valor em dinheiro. Isso explicaria, segundo Eduardo André Brandão, presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais), o pagamento de remuneração superior ao teto.

"Na Justiça Federal, todas as verbas são remuneratórias e estão limitadas ao teto do STF", afirma.
Os salários no Judiciário seguem um escalonamento. O salário de um ministro de tribunais superiores (STJ, TST e STM) é proporcional a 95% do que ganham magistrados do Supremo, enquanto o vencimento de desembargadores dos TJs é o equivalente a 90,25%.

Já o vencimento de um juiz federal é equivalente a 80% do teto e, quando o magistrado é titular de uma vara, a remuneração sobe para 85%. Desembargador federal recebe 90% do teto.

De acordo com Brandão, após a extinção do auxílio-moradia, os cerca de 2.000 juízes federais em atividade não recebem mais nenhum tipo de verba indenizatória ou o chamado penduricalho, do qual não incide a cobrança de imposto.

O benefício de R$ 4,3 mil para bancar custos com moradia foi estendido a toda magistratura em setembro de 2014 por decisão do ministro Luiz Fux, do STF. O magistrado alegou que integrantes do Ministério Público recebiam a verba e, pelo princípio da isonomia entre as carreiras, juízes também deveriam receber.

Mais de quatro anos depois, em novembro de 2018, porém, Fux revogou a própria decisão. O ministro só retirou o benefício da categoria, no entanto, após extensa negociação para o então presidente da República, Michel Temer, sancionar reajuste de 16,3% dos salários do STF, que são usados como parâmetro para o teto constitucional.

Assim, apesar da perda dos R$ 4,3 mil, o salário máximo do serviço público, que muitos magistrados atingem, saltou de R$ 33,7 mil para R$ 39,3 mil.

“Quando o máximo é extrapolado, diz respeito ao recebimento de 13º, férias, mas isso está na lei e vale para qualquer brasileiro, não é um penduricalho", diz Brandão.

 Fonte:  FOLHA.UOL.COM.BR

Wassef diz que guarda 'a sete chaves' provas 'que ninguém imagina' de sua relação com Bolsonaro

Segundo a coluna Lauro Jardim do jornal O Globo, Wassef disse também que pretende conceder em breve uma entrevista à TV sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega

 [Wassef diz que guarda 'a sete chaves' provas 'que ninguém imagina' de sua relação com Bolsonaro] O ex-defensor de Flávio Bolsonaro e, segundo ele, ainda advogado de Jair Bolsonaro, Frederick Wassef afirma que têm a certeza de que ele não vai submergir, apesar de vários conselhos dados neste sentido. Declarações do advogado foram divulgadas hoje (5) pela coluna Lauro Jardim do jornal O Globo.

Nestas conversas, Wassef revela que falou com Bolsonaro no dia da prisão de Queiroz. Faz questão de elogiá-lo e de mostrar que sua proximidade com o presidente. Wassef  afirma ainda guardar provas dessa estreita relação: "Não dá pra negar uma história que está registrada com tantas fotos e filmes. Fora aqueles que eu tenho comigo e que ninguém nem sonha e nem imagina. Está tudo guardado a sete chaves e mesmo se a bandidagem do Rio quiser fazer busca e apreensão não vai encontrar nada".

Segundo a coluna, Wassef disse também que pretende conceder em breve uma entrevista à TV sobre a morte do miliciano Adriano da Nóbrega. "Vou explodir todo mundo em rede nacional ao vivo. Poderosos políticos do Rio mandaram assassinar o Adriano. Tenho provas. Os mesmos caras que executaram o Adriano iriam executar o Fabrício Queiroz"

Fonte: METRO1.COM.BR

 

Mais artigos...

vetenuo

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                  Saiba os benefícios de usar o LinkedIn para a sua vida profissional - IFS -  Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe 

blogimpakto  acervo         jornalismoinvestigativo   fundobrasilprocurados

Desenvolvido por: ClauBarros Web