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Advogados brigam por causa de clientes dentro de presídio

Advogados brigam por causa de clientes dentro de presídio
A briga teria começado porque um advogado achou que o colega de profissão estava roubando seu cliente; os dois advogados chegaram a dar voz de prisão um para o outro
pjDois advogados de 27 e 41 anos foram levados para a Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora, na Zona da Mata, depois de brigarem dentro da penitenciária José Edson Cavaliere na cidade. De acordo com a Polícia Militar, um agente penitenciário acionou os militares na tarde desta quinta-feira (20), após a confusão. A briga teria começado porque um advogado achou que o colega de profissão estava roubando seu cliente.
O agente contou aos policiais que foi chamado por um colega de trabalho que disse que o advogado de 27 anos estava dizendo que tinha sido agredido pelo advogado de 41 anos e que o mais novo deu voz de prisão ao advogado de 41 por agressão. A polícia informou que a vítima estava com o rosto avermelhado, mas nenhum agente presenciou as agressões.
O profissional de 41 anos disse que não agrediu o de 27 e deu voz de prisão para ele por injúria. Os militares levaram os dois para a Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora.Os dois advogados estavam atendendo clientes deles quando começou a confusão.
 
Fonte: Blog Jenis Andrade

Três agentes penitenciários se suicidaram em SP nos últimos treze dias. Ontem foi o terceiro

suissidaSegundo informações de vários amigos, o agente Custódio foi encontrado pela esposa caído no chão dentro da sua residência com um tiro na cabeça, segundo informações de vários amigos ainda, os familiares disseram ainda que foi usado a própria arma do colega.

Veja os outros dois casos ocorridos esse mês clicando nos links abaixo:
02/07/17
03/07/17

Abuso de autoridade praticado por promotor de Justiça contra agentes penitenciários gera revolta

abusoautoridadeEntidades repudiaram atitude do promotor de Justiça Valfredo Alves Teixeira, do Ministério Público da Paraíba (MP/PB), considerada abuso de poder, ao dar voz de prisão a três agentes penitenciários em serviço, e ainda mandar recolher as armas, por não atenderem a uma ordem improcedente.

Os agentes estavam conduzindo cinco presos para uma audiência no Fórum Doutor José Mariz, no município de Sousa, na Paraíba, na última terça-feira (11.07), e tinham em mãos uma ordem judicial do juiz José Normando Fernandes, determinando que os presos não tivessem contato com ninguém no percurso até o Fórum, e que fossem levados direto para a cela nas dependências do órgão.

Existia também um protocolo da Gerência do Sistema Penitenciário (GESIPE) regulando que nem mesmo aos familiares deveria ser permitida a aproximação dos conduzidos. No entanto, o promotor ordenou que os agentes deixassem que familiares se aproximassem – sendo que apenas o juiz de execução penal tem autoridade para isso.

Tendo os agentes penitenciários mantidos firmes no cumprimento da ordem judicial expedida por medida de segurança, o promotor de Justiça Valfredo Alves Teixeira deu voz de prisão, acionou a Polícia Militar  e mandou recolher as armas dos agentes e que fossem levados até a Delegacia de Polícia Civil, acusando os servidores de crime de desobediência.

Manifestação do Sindicato de Rondônia

O Singeperon, sindicato da categoria dos agentes penitenciários em Rondônia, se manifestou sobre o caso. O presidente da entidade, Sidney Andrade, criticou a atitude do promotor. “Os agentes foram firmes no cumprimento da ordem judicial, e foram injustamente punidos por quem deveria ser exemplo de justiça. É  lamentável! Nos solidarizamos com os companheiros da Paraíba”.

“Foi um claro abuso de poder. Os agentes penitenciários estavam fazendo escolta de presos dentro da legalidade e respeitando a ordem judicial, e foram humilhados e  coagidos. Isso não pode ficar impune. Esse promotor precisa de uma correção para que entenda que não está acima da lei”, destacou Ronaldo Rocha, diretor do Singeperon.

Ronaldo Rocha, que também é membro da diretoria da Federação Nacional dos Servidores Penitenciários (Fenaspen), informou que o jurídico da Federação já atua no caso, que deverá ser denunciado no Conselho Nacional do Ministério Público, com sede em Brasília.

Outras entidades estaduais também se manifestaram

A associação dos Agentes Penitenciários da Paraíba (Agepen-PB) entendeu que  “o promotor obrigou e coagiu os agentes a quebrarem regras dos princípios da segurança”, e que agiu demonstrando “descontrole”, “despreparo” e com “flagrante abuso de autoridade”.

“O promotor, por sua vez, além de desobedecer uma ordem judicial, querendo obrigar os agentes a permitir o acesso de familiares aos presos, usou de abuso de autoridade dando voz de prisão aos agentes”. “Ele desrespeitou os agentes penitenciários e quis humilhar os profissionais que estavam exercendo seu trabalho de maneira digna e correta”. – Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Pernambuco (Sindasp-PE).

“Essa atitude é lamentável e imoral para um representante da lei. Um promotor de Justiça querer passar por cima de uma ordem judicial e querer atropelar procedimentos de segurança de profissionais do Sistema Penitenciário é algo que devemos repudiar categoricamente. Esperamos que o caso seja apurado pelas autoridades paraibanas e que o promotor possa responder até mesmo em outras esferas pelo abuso que praticou”. – Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado do Rio Grande do Norte (Sindasp-RN).

Imprensa Singeperon

Delegado da PF afirma que agente federal foi morta pelo cargo que exercia

Marco Smith, delegado da PF ainda comentou que crime pode ter sido encomendado por mandantes de outro estado

delegado7O delegado da Polícia Federal, Marco Smith comentou na tarde desta quinta-feira (6), os depoimentos dos dois suspeitos da morte da agente federal Melissa Almeida.

Os detidos foram escoltados e a rua em frente à PF foi fechada por medida de segurança para o depoimento dos dois suspeitos. Melissa foi morta no mês de maio no Bairro Canadá. O marido, policial civil Rogério Ferrarezzi também foi atingido pelos disparos.

O delegado afirma que o fato ocorreu pelo cargo que Melissa exercia na penitenciária, e que a ordem vem da facção criminosa que atua dentro e fora das penitenciárias.

Smith ainda comenta que os suspeitos tiveram apoio de pessoas da cidade de Cascavel para monitorar a rotina da agente, assim como no caso de Alex Belarmino, morto no dia 2 de setembro, em Cascavel, nas proximidades do Lago Municipal.

Há possibilidade da morte ter sido encomendada por mandantes de outro estado. Uma terceira pessoa envolvida no crime foi presa em Curitiba.

Redação Catve.com

'Embaixador do tráfico' vivia como grande agropecuarista em MT e não tinha medo de ser preso, diz PF

embaixadortrafico

Grupo ligado a criminoso conhecido como 'Cabeça Branca' usava o Porto de Santos para exportar drogas para Europa e EUA, aponta investigação. Segundo a PF, ele era mais influente que Beira-Mar e Abadia.

O traficante Luiz Carlos da Rocha, conhecido como Cabeça Branca e preso em Sorriso (MT) neste sábado (1º), é descrito pela Polícia Federal (PF) como um 'embaixador do tráfico' porque tinha diplomacia para lidar com grandes facções criminosas nacionais e internacionais sem que precisasse usar a violência. Esse comportamento acabou permitindo que ele continuasse atuando tanto tempo sem que fosse encontrado, segundo a PF.

De acordo com as investigações, o criminoso usava o Porto de Santos (SP) para exportar drogas para a Europa e os EUA e tinha mais influência que outros traficantes, como Fernandinho Beira-Mar e Juan Carlos Abadia.

Mesmo com três condenações que somam penas de aproximadamente 50 anos, de acordo com a investigação, ele mantinha uma vida normal em Sorriso (MT), atuando como um agropecuarista, vivendo com a mulher e um filho pequeno, sem negócios ilegais. A polícia não divulgou a idade da criança.

Rocha usava a identidade falsa de Vitor Luiz de Moraes e se submeteu a várias cirurgias plásticas para mudar a sua fisionomia, disse o delegado da PF Elvis Secco, coordenador da operação. Por isso, ele vivia como se não tivesse medo de ser preso.

Segundo as investigações, Rocha mantinha um imóvel de alto padrão em um bairro nobre de Osasco (SP) para fazer encontros com outros traficantes. No local, a polícia apreendeu, neste sábado, aproximadamente US$ 2 milhões.

O G1 tenta contato com a defesa de Luiz Carlos da Rocha.

Mais procurado pela PF

Cabeça Branca é o traficante número 1 na lista de procurados pela Polícia Federal. “Com certeza ele tinha mais importância e mais influência que esses traficantes que você [repórter] mencionou: Abadia [o colombiano Juan Carlos Abadia] e Fernandinho Beira-Mar", disse o delegado

O traficante será transferido ainda neste sábado para Brasília (DF), de onde deve seguir para um presídio federal ainda não definido. O G1 entrou em contato com a PF em Brasília, mas não obteve retorno.

Operação Spectrum

A operação, batizada de Spectrum, que significa fantasma, faz uma referência ao fato de o traficante conseguir atuar há quase 30 anos sem ser localizado.

De acordo com o delegado Igor Romário de Paula, a operação fugiu do padrão em relação ao horário e começou por volta das 11h, porque a prioridade era prender o alvo principal. Somente após a prisão dele, os policiais começaram a cumprir os outros mandados.

Secco explicou que, em segundo plano, estava a apreensão de cocaína e de dinheiro. “Na data de hoje conseguimos realizar tudo”, comentou. Um caminhão com cocaína foi apreendido neste sábado e a PF ainda não havia finalizado a pesagem da droga.

A ação envolveu aproximadamente 150 agentes federais. Ao todo, foram expedidos dois mandados de prisão preventiva, por tempo indeterminado. Além de Rocha, foi preso em Londrina, no norte do Paraná, Wilson Roncarati, considerado pela PF o braço direito do traficante.

O G1 também tenta contato com a defesa de Wilson Roncarati.

Também foram expedidos 10 mandados de busca e apreensão de veículos, nove mandados de busca e apreensão de imóveis e três mandados de condução coercitiva, quando a pessoa é levada para depor e liberada em seguida.

As ordens judiciais para as cidades de Londrina (PR), São Paulo, Embu das Artes, Araraquara e Cotia (SP) e Sorriso (MT) são da 23ª Vara Federal de Curitiba, ainda de acordo com a PF.

A PF informou, ainda, que somente nesta primeira ação foram sequestrados aproximadamente US$ 10 milhões, concentrados em fazendas, casas, aeronaves, diversos imóveis e veículos de luxo importados.

A estimativa das investigações é de que o patrimônio adquirido por Cabeça Branca com o tráfico internacional de drogas chegue a US$ 100 milhões.

A organização criminosa

Ainda conforme a PF, apesar de atuar com 'diplomacia' ao negociar com traficantes, a organização criminosa liderada por Luiz Carlos Rocha tinha uma estrutura com potencial para violência, com utilização de escoltas armadas, carros blindados, entre outros, que eram utilizados de forma preventiva.

O grupo, segundo a polícia, era um dos principais fornecedores de cocaína para facções criminosas paulistas e cariocas. A organização atuava com estrutura empresarial com áreas de produção em regiões de difícil acesso em países como Bolívia, Peru e Colômbia. Além disso, a organização tinha logística de transporte, distribuição e manutenção de entrepostos no Paraguai e no Brasil, e exportando cocaína para Europa e Estados Unidos, através do Porto de Santos.

A estimativa da PF é de que a quadrilha movimentava 5 toneladas de cocaína por mês.

Segunda parte da operação

Segundo o delegado Elvis Secco, a operação ainda terá uma segunda fase, que consiste na busca do patrimônio adquirido com o dinheiro do tráfico de drogas e na identificação das pessoas que faziam a lavagem desse dinheiro.

“Todos os parentes terão sigilo fiscal e bancário quebrados para chegar ao patrimônio adquirido pelo tráfico de drogas”, declarou.

A princípio, entre 15 a 20 pessoas serão investigadas nessa nova etapa, entre parentes e comparsas.
Fonte: G1

 


 
 

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