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Corregedoria abre processo contra Dallagnol por "pitacos" sobre decisões do STF

corregedoriapitacosA Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP) instaurou um processo administrativo disciplinar contra o procurador da República Deltan Dallagon. De acordo com a Corregedoria, Dallagnol teria abusado da liberdade de expressão ao comentar a conduta de ministros em julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF), como no caso em que chamou a segunda turma do STF de "panelinha".

Em sua decisão, o corregedor nacional do Ministério Público Orlando Rochadel Moreira destaca que Dallagnol não observou recomendação interna, abusando da liberdade de expressão e violando os deveres de sua função de "guardar decoro pessoal e de urbanidade".

Ainda segundo Moreira, o flagrante do abuso com relação ao direito constitucional à liberdade de expressão evidenciou-se pela falta com respeito à reputação das demais pessoas e à proteção da ordem e moral públicas.

O processo contra Dallagonol é referente a uma entrevista que o integrante da força-tarefa da Operação Lava Jato concedeu à rádio CBN, na qual afirmou que o STF mandou "mensagem de leniência em favor da corrupção" ao tirar do juiz Sergio Moro trechos da delação da Odebrecht que citam o ex-presidente Lula e o ex-ministro Guido Mantega.

Na ocasião, o procurador acusou que "os três de sempre do Supremo" tiram tudo de Curitiba e mandam para a Justiça Eleitoral, além de ter dito que eles "dão sempre os Habeas Corpus" e que estariam "se tornando uma panelinha".

Fonte: www.bemparana.com.br

CORPO NÚ ENCONTRADO: AGENTE PENITENCIÁRIO É PRESO SUSPEITO DO CRIME

Os advogados do acusado acompanharam todo depoimento na delegacia e também falaram com a imprensa. Segundo eles, o cliente faz uso de remédio controlado e também consume drogas. Sobre o crime, o suspeito alega não lembrar de nada.

d24 09 2018Porto Velho, RO - Na tarde desta quinta-feira (20), a Polícia Civill prendeu um agente penitenciário, suspeito de ter executado a dona de casa, identificada como, Maristela Freitas Alves, 36. O crime ocorreu no último dia (08). O corpo da vítima encontrado despido em um balneário localizado na Estrada dos Japoneses.

De acordo com as informações, a Polícia Civil realizou as investigações e chegou até o agente penitenciário, que foi ouvido na Delegacia de Homicídios.

No dia do crime, durante a perícia o corpo da vítima apresentava sinais de espancamento, como também a perícia suspeitou que a vítima tenha sido estuprada, pois estava despida. O suspeito ao ser apresentado na Central de Flagrantes preferiu não falar com a imprensa. O delegado Carlos Eduardo afirmou que tens elementos suficientes e não há dúvidas que o agente é o autor do crime, tendo em vista que imagens de câmeras de segurança flagraram o veículo do suspeito deixando um bar também localizado na zona sul, onde a vítima estava na companhia do acusado.

Os advogados do acusado acompanharam todo depoimento na delegacia e também falaram com a imprensa. Segundo eles, o cliente faz uso de remédio controlado e também consume drogas. Sobre o crime, o suspeito alega não lembrar de nada.

Fonte: newsrondonia

Policial militar que teve carro e pertences furtados é preso ao fazer B.O.

O caso aconteceu nesta quinta-feira (13) em Colombo, na região metropolitana de Curitiba

dn1709Um policial militar do 12º Batalhão acabou detido após ir até uma companhia da corporação para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) por furto. O caso aconteceu nesta quinta-feira (13) em Colombo, na região metropolitana de Curitiba.

A situação teve início quando o policial estacionou o carro na frente do escritório de advocacia da esposa e, ao voltar, notou que o veículo tinha sido furtado. Dentro do automóvel havia um colete balístico, um cinto de guarnição com dois carregadores e 30 munições, um par de algemas, documentos pessoais, cartão de banco, além dos registros de arma particular e da corporação.

Após o crime, o rapaz foi até a 1ª Companhia do 22º Batalhão para registrar a ocorrência. Nesse momento, a polícia descobriu que havia um mandado de prisão em aberto contra o policial, por associação criminosa. Ele, então, foi detido e entregou a arma que portava.

O que diz a PM

Sobre o caso, a Banda B entrou em contato com a Polícia Militar, que informou que a Polícia Civil (PC) abriu um inquérito para investigar o policial e outros suspeitos. A investigação foi concluída e enviada para a Justiça, e uma cópia encaminhada para a PM, que abriu procedimento interno para apurar a conduta do policial.

Durante a investigação da PM, a Justiça decretou a prisão do suspeito, que foi detido nesta quinta-feira. A corporação relatou que ele foi preso por associação criminosa, mas não deu detalhes sobre quais crimes teria cometido. Fontes ligadas à reportagem afirmaram que ele estaria ligado a delitos de “saidinhas de bancos”, mas essa informação não foi confirmada oficialmente.

Fonte: bandaB

Fugitivos da Penitenciária de Piraquara são identificados

      Ao todo, 28 detentos fugiram após grupo armado explodir muro da unidade    

d1109  A fuga foi registrada na madrugada de hoje, quando um grupo fortemente armado explodiu o muro da unidade e trocou tiros com a Polícia Militar durante a ação. Os 28 presos fugiram pelo buraco deixado no muro da unidade, e até o momento ninguém foi recapturado.

As ruas e rodovia de acesso à penitenciária foram bloqueadas por veículos em chamas durante a ação. O Contorno Leste foi liberado durante a manhã pela PRF (Polícia Rodoviária Federal).

Os fugitivos são:

Daniel Ronaldo Estrela

Fernando Rodrigo Salazar

Jolian Paula das Neves

Jeferson Luiz Macedo da Silva

Leandro da Luz e Souza

Valdeci de Jesus Machado

William Daniel Dias Cabral

Rogério de Paula

Ozelio de Oliveira

Wellinton da Silva Santos

Zaqueu Esquetini

Anderson Cordeiro da Silva

Eduardo Vargas da Silva

Helden José Abrantes

José Luiz Cardoso de Almeida

Carlos de Jesus Juskow

Sidimar Francisco Motta

Davi Guedes Messiano da Silva

Diego Ricardo Ribeiro da Rosa

Luiz Cesar Virmond

Daniel Almeida Campos

Iago Gonçalves

Vanderlei Carlos Xavier de Quadros

Dionatan Alister de Oliveira

Carlos Aparecido Sansiveriano

Michel Messias da Costa

Carlos Alexandre de Lima Gonçalves

Johnes Arlei Queiroz

Leonacel Itamar Monteiro                                       

Fonte: catve

Juiz disse na sentença que crime foi premeditado pelos dois irmãos e cometido por vingança. Vítima perdeu três dedos na explosão.

d0509Os policiais federais aposentados Ovídio e Valdinho Rodrigues Chaveiro foram condenados nesta sexta-feira (31) a 11 anos e 9 meses de prisão cada um por enviar um pacote com bomba ao advogado Walmir Oliveira da Cunha, de 37, em Goiânia. O crime aconteceu após a vítima atuar em uma ação e foi desfavorável a um dos réus. Com explosão, Walmir perdeu três dedos da mão.

O G1 entrou em contato com o advogado de defesa dos réus, que são irmãos, por telefone às 18h, mas as ligações não foram atendidas.

Já a vítima comemorou o resultado. “Recebo essa sentença no mesmo horário aproximado que eu recebi a bomba. Então recebo como uma renovação da esperança. Que essa punição sirva de desestímulo para qualquer um que pense em cometer um atentado contra qualquer tipo de profissional”, disse.

Na sentença, o juiz Lourival Machado da Costa destacou que Valdinho premeditou o crime após “decisão judicial que determinou que a neta do réu ficaria sob a guarda do pai, sendo que este havia constituído a vítima como seu advogado”.

Diante disso, o réu “buscou causar sofrimento extremo para a vítima. A conduta foi praticada por vingança e com a certeza da impunidade”, segue argumentando o juiz na sentença.

O julgamento começou na manhã de quinta-feira (30) e só terminou por volta de 17h desta sexta.

O atentado aconteceu no dia 15 de julho de 2016, quando o Walmir recebeu um pacote de uma bebida em seu escritório, mas o conteúdo explodiu assim que foi aberto. Um segurança que trabalhava em um estabelecimento próximo ao local socorreu o advogado. A vítima perdeu três dedos e quebrou o pé por causa da explosão. Os acusados foram presos meses após o crime

  Walmir explicou que o crime ocorreu por conta de um processo no qual representou um homem no processo de guarda do filho e ganhou a causa. A criança é neta de Valdinho, que ficou insatisfeito e planejou a entrega da bomba, executada por seu irmão, Ovídio. O pacote foi entregue a um motoboy, o qual ficou comprovado agir sem saber do caso e, por isso, não foi responsabilizado.

O advogado conta que até hoje, dois anos após o crime, ainda faz sessões de fisioterapia. Ele diz que demorou a se readaptar, mas que em momento algum pensou em parar de seguir na profissão.

"Em 90 dia eu comecei a fazer a fisioterapia, mas só me readequei à minha nova condição uns seis meses depois. Foi quando voltei a caminhar, pois tive uma fratura no pé. Nesse período, contratei um digitador para fazer minhas petições. Não é só um crime contra um advogado, mas sim conta todo o estado democrático de direito", destaca.

O presidente da Comissão de Prerrogativas da OAB, Davi da Costa Júnior, viajou a Goiânia especialmente para acompanhar o julgamento.

"Acompanhamos o caso desde o dia do fato. O interesse da OAB é a elucidação para que outros casos não voltem a acontecer porque a advocacia não pode ser afrontada dessa forma", avalia.

Câmeras de segurança flagraram a movimentação de um homem que entregou o pacote para um motoboy, que o levou até o advogado. Segundo as investigações, o motoboy não tinha consciência do atentado e foi por meio do depoimento dele que a corporação chegou até o local e às imagens.

Através das gravações, a Polícia Civil chegou até os irmãos, que foram presos em dezembro de 2016. De acordo com as investigações, o crime foi cometido por vingança, já que o advogado ganhou uma ação que causou revolta nos investigados. Ovídio, então, entregou a bomba para que um motoboy levasse ao escritório da vítima.

Após a prisão dos suspeitos, a vítima falou sobre as ameaças que recebeu enquanto atuou na ação familiar. “Percebi que esse seria o desfecho quanto a autoria desse atentado, sobretudo diante da forma que essas partes [suspeitos] se comportaram durante a tramitação da ação, de maneira muito intimidadora, com ameaças veladas, com ameaças inclusive a autoridade judicial. Eles devem receber as punições previstas em lei, pois ali foi um crime hediondo”, disse Walmir.

A Polícia Civil divulgou laudos periciais que, segundo a corporação, comprovam que Ovídio foi o responsável por enviar a bomba ao advogado. O relatório foi feito com bases em imagens de câmeras de segurança que mostram um homem entregando o pacote ao motoboy. No entanto, a advogada de defesa do suspeito, Débora Rassi, contesta o laudo da polícia. 

Fonte: G1

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