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Mulheres são presas tentando entrar no FOC com drogas nas partes íntimas

d2705Quatro mulheres foram presas na manhã desta quarta-feira (23), ao tentar entrar no presidio Francisco d’Oliveira Conde (FOC), com produto entorpecente no horário de visita íntima.

Ivana Mirele Silva Gonçalves, Alessandra Silva Soares, Elissandra de Freitas Xavier, Caroline da Silva Santiago, caíram na revista realizada pelos agentes através do Scanner Corporal. Todas tinham a intenção de visitarem os maridos que estão reclusos entre os pavilhões “D” e “J”.

O material segundo conta no relatório dos agentes foi encontrado escondido dentro das partes íntimas das mulheres que receberam voz de prisão e foram encaminhadas à Delegacia de Flagrantes (Defla).

Fonte: ac24horas

PM prende militares do Exército que transportavam armas, granadas e munição, na Baixada

d2405Dois militares do Exército e outras seis pessoas foram presas por policiais militares do 34° BPM (Magé), no fim da noite desta segunda-feira, na Rodovia BR-493, na altura do Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense. O bando transportava armas, granadas e munição num Gol vinho com placas clonadas.

Os policiais faziam um patrulhamento quando viram o Gol. O carro estava saindo de uma estrada sem pavimentação e, ao ver a viatura, tentou escapar. Houve perseguição e o veículo foi alcançado logo depois. Ao mandar os ocupantes descerem do carro, os policiais se surpreenderam ao verem oito homens deixarem o Gol.

No carro, foram encontrados oito armas — entre revólveres, pistolas, espingarda e rifle —, quatro granadas de fumaça, munição de diferentes calibres, seis celulares, uma algema, três radiotransmissores, sete toucas ninja e dois coletes à prova de balas.

Os militares do Exército presos são Matheus Pereira de Souza, de 23 anos, e Leonardo da Silva Lessa Gonçalves, de 24. Ambos são lotados na Forteleza de Santa Cruz, em Jurujuba, Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Os outros detidos foram identificados como Cristiano Galdino Caldeira Souza, de 20 anos; Anderson Barbosa de Carvalho, de 31; Felipe Braga Conceição, de 29; Rafael Conceição de Carvalho, de 26; Luciano Araujo Gomes da Silva, de 34; e Luiz Costa de Lima Neto, de 23.

Os presos e o material apreendido foram levados para a 59ª DP (Duque de Caxias), onde a ocorrência foi registrada.

Fonte: extra

Exército explode pista clandestina usada por grileiros em operação na divisa do Acre, Amazonas e Rondônia

Segundo Ibama, nos últimos dois anos, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. Esta é a maior operação contra o desmatamento ilegal no sul da Amazônia.

d1705Uma operação contra o desmatamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) foi deflagrada, nesta sexta-feira (11), em três cidades do Norte, inclusive na terra indígena Caxarari. Na operação, que é a maior dos últimos 10 anos, segundo o órgão, 17 madeireiras foram fechadas e uma pista de mais de mil metros usada para facilitar o desmate foi explodida.

As ações ocorreram na região de divisa entre os estados do Acre, Amazonas e Rondônia e se concentraram na ponta do Abunã, em Rondônia, divisa dos estados do Acre e do Amazonas. Ao todo, 200 homens, entre fiscais do Ibama, do Exército e da Polícia Militar dos três estados participaram da operação.

O Exército colocou explosivos em uma pista clandestina construída em uma área da união que foi grilada. Além disso, novos flagrantes de desmatamentos ilegais foram registrados dentro da terra indígena Caxarari.

Na região proliferam o desmatamento e a extração ilegal de madeira. Nos últimos dois anos, segundo o Ibama, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. O Na região proliferam o desmatamento e a extração ilegal de madeira. Nos últimos dois anos, segundo o Ibama, foram desmatados 50 mil hectares de floresta. O equivalente a 50 mil campos de futebol ou uma área maior que a cidade de Porto Alegre.

Conforme o Ibama, nos últimos 15 dias foram detectados novos focos de devastação que somam 18 mil hectares. Só em um trecho, estão 116 madeireiras instaladas, todas suspeitas de fraude no sistema de DOF - documento de origem florestal, que autoriza o desmate, transporte e armazenamento de madeira.

Terras indígenas também são invadidas para retirada de madeira na reserva Caxarari. A fiscalização flagrou mais de 50 toras já prontas para serem retiradas da mata. A seleção é feita de forma a não abrir grandes clareiras. Já fora das terras indígenas, os desmatadores não têm limites.

Durante sobrevoos na região foi encontrada uma pista de pouso clandestina. A pista tem 1.200 metros para pouso decolagem de pequenas aeronaves que levavam para a área mantimentos e equipamentos para facilitar o desmate.

Homens do Exército resolveram por explosivos para impedir a operação da pista. O comandante do 4º BIS, coronel Wellington Valone, disse que, na mesma área da pista, tinha também uma casa com toda infraestrutura e conforto.

“Além da pista de pouso, nós também verificamos que tinha toda uma estrutura de casa com banheiros, dormitórios e um certo conforto, como ar-condicionado, água encanada e energia”, contou.

Investigações apontam que a grilagem de terra é um dos maiores problemas. Uma única pessoa teria conseguido, por meio de documentos falsos, aumentar a área de terra de 50 para 130 mil hectares. Abrangendo áreas de conservação, terras indígenas e privadas, gerando além do crime ambiental o aumento da violência e o clima de medo.

“Há cerca de dois anos, apareceu lá uma milícia, policiais junto com grileiros de terra, fez grupo de extermínio, matando pessoas, tive que abandonar minha terra. Todo mundo abandonou suas terras”, disse um morador da região, que preferiu não se identificar.

O superintendente do Ibama, Carlos Gadelha, disse que o órgão não tem estrutura para garantir a fiscalização necessária na região.

“O Ibama hoje não tem pernas para fazer o enfrentamento necessário ao desmatamento na Amazônia, e, em especial nessa região. Então, seria necessário mais fiscais para que o Ibama consiga dar a resposta que a sociedade brasileira precisa”, concluiu Gadelha.

Fonte: G1

Delegado divulga vídeos com marmitas desperdiçadas por presos

d0509Mais uma vez o desperdício de alimentos entregues aos presos de Umuarama volta a ser discutido. O delegado Fernando Ernandes Martins divulgou na terça-feira (8) vídeos em que mostra as marmitas sendo abertas após serem rejeitadas pelos encarcerados. Os alimentos são colocados em baldes e entregues para criadores de animais, para se tornarem lavagem.

De acordo com o delegado, neste ano são jogadas fora em média 280 marmitas por dia – cada uma custa R$ 6,00 aos cofres do Estado. “Outro dia estava saindo da Delegacia para almoçar e me deparei com o pessoal jogando as marmitas fora. Isso deixa qualquer cidadão indignado com o desperdício de comida e de recursos do Estado, que poderiam ser aplicados em outros setores”, disse o delegado. Os vídeos foram gravados na última sexta-feira (4).

Na gravação do vídeo estavam sendo jogadas fora marmitas de dois dias. Uma delas continha feijoada, arroz e farofa e na outra o cardápio era composto por arroz, bife em molho e polenta. Isso fora a salada, que é acondicionada em outro tipo de embalagem.

Os detidos na carceragem em Umuarama recebem três refeições por dia: café, almoço e jantar.

“Pela manhã tem pão com mussarela e presunto, além de café. Muitas pessoas não têm isso para comer em suas casas”, diz Fernando Ernandes.

O que acontece na cadeia local é que os presos têm a possibilidade de receber alimentos de seus familiares. Com isso, acabam deixando de lado a comida que o Governo tem obrigação de entregar diariamente.

Fonte: massaNEWS

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