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Por colocar em risco presos e agentes, Agepen pode virar alvo de processo

Entidade foi procurada por agentes ameaçados de morte

agentes 3Em meio a investigações do Gaeco, mortes de detentos, denúncias constantes de tráfico de drogas e produtos ilegais nas unidades e até mesmo prisões de diretores, a Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário),pode enfrentar processo administrativo e judicial da OAB-MS (Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso do Sul). Isso porque a entidade não descarta instaurar os procedimentos contra a Agência, depois de ser procurada por servidores que afirmam correr risco de morte no exercício de suas funções nos presídios do Estado.

“Já oficiamos a Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) sobre esta situação e aguardaremos o retorno para decidir se vamos dialogar antes que sejam necessários processos judiciais ou administrativos" afirmou Christopher Scapinelli, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB.

Durante encontro com representantes da OAB-MS nesta terça-feira (18), o presidente do Sinsap Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária afirmou que ofício relatando a situação de vulnerabilidade enfrentada pelos agentes foi enviado a Agepen, porém, segundo ele, nenhuma resposta foi dada oficialmente.

Mortes na Máxima

Os problemas de gestão dos presídios do Estado não terminam nas ameaças de possíveis atentados contra os servidores. Somente em janeiro deste ano, três presos foram encontrados mortos dentro dos muros da Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande. Nos últimos três meses, outros cinco internos morreram no mesmo presídio. Para Christopher Scapinelli, a situação é “alarmante e a sociedade precisa ter uma resposta concreta sobre isso”.

“Estamos aguardando o desenrolar de procedimentos instaurados pela Agepen para analisar essa situação, e dependendo do resultado, podemos, inclusive, pedir que o Ministério Público responsabilize a administração”, explica o presidente da comissão de direitos humanos.

Segundo o representante da OAB-MS, questões como a superlotação, qualidade da alimentação e a corrupção tanto por parte dos internos quanto de servidores, constatadas durante visitas nas unidades são agravantes que contribuem para a crise na administração dos presídios.

Crise na Agepen

Há pelo menos oito anos o IPCG (Instituto Penal de Campo Grande) vem sendo alvo constante de denúncias de corrupção e esquemas de tráfico de drogas envolvendo agentes penitenciários, diretoria e presos. Neste mês, investigações do Gaeco sobre os mais diversos crimes no estabelecimento penal levaram à prisão do diretor Flúlvio Ramires da Silva e de outros três servidores, durante a Operação Chip.

Fonte: midiamax

Catarinense pode ter sido assassinado e queimado no Paraguai

Clodoaldo de Mattos aparece em um vídeo divulgado por suspostos integrantes do PCC

capUm homem de Campo Erê, cidade catarinense que faz limite com Marmeleiro, pode ser uma das vítima de um crime ocorrido no dia 24 de julho, em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

Clodoaldo de Mattos aparece em um vídeo divulgado por supostos integrantes do PCC. Mascarados, os suspeitos apontam metralhadoras para Clodoaldo e para outro homem ao seu lado.

"Se vir aqui para fronteira o bicho vai pegar. FDN, PGC, Comando Vermelho, porque aqui quem manda é o PCC", disse um dos assassinos antes da execução.

Em outro vídeo, os criminosos mostram dois corpos carbonizados, que seriam dos dois homens. ?Se entrar no Paraguai vai virar churrasco?, afirma um dos atiradores, referindo-se a integrantes de outras facções criminosas.

A polícia paraguaia ainda investiga o crime. Entretanto, até o momento os dois corpos não foram localizados.

Fonte: catve

Menina de 2 anos entra em penitenciária com três baterias no intestino

A criança estava com a mãe e foi barrada quando passava pelo detector de metais

detectorUma menina de 2 anos foi flagrada com três baterias cilíndricas em seu intestino quando tentava entrar, acompanhada pela mãe, na visita a um detento na Penitenciária de Junqueirópolis, interior de São Paulo. A criança foi barrada quando passava pelo detector de metais.

Exames de raio-X apontaram os objetos no interior do corpo. A abordagem aconteceu no domingo, 26, mas o caso foi apresentado à Polícia Civil nesta terça-feira, 29. O delegado Victor Biroli vai investigar a participação da mãe ou outros responsáveis pela criança no caso.

De acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a mãe já havia passado pela revista e esperava a liberação da filha, quando o alarme do detector de metais disparou. Como ela não portava nenhum objeto metálico, os agentes fizeram indagações à mãe, que não soube explicar o fato. Com autorização da mulher, a criança foi levada para exame de raios-X no Pronto Atendimento Municipal. As imagens mostraram claramente as peças metálicas no intestino da garotinha. Logo depois a menina foi ao banheiro e evacuou as baterias cilíndricas, com oito milímetros de diâmetro.

A SAP apurou que os objetos seriam entregues ao companheiro da mãe da criança que está preso na penitenciária. A mãe alegou que nada sabia sobre o acontecido, mesmo assim teve o direito às visitas suspenso temporariamente. De acordo com a Secretaria, o sentenciado envolvido foi encaminhado ao pavilhão disciplinar da unidade, como determina a legislação. Eventual cumplicidade dele com o caso será investigada. A Polícia Civil também vai apurar se a mãe induziu a filha a engolir as baterias, caso em que será indiciada por maus tratos e por submeter a criança a risco.

Outro caso

A companheira de um dos presos tentou entrar no Centro de Detenção Provisória (CDP) II de Guarulhos, sábado, 26, levando um chip de celular preso à mão do filho de dois anos. A mulher passava pelo portal detector de metais com a criança no colo, quando o alarme disparou. Os agentes constaram que a criança estava com a mão fechada e tinha o chip fixado na palma. A mulher foi excluída do rol de visitas e levada à delegacia da Polícia Civil. Um procedimento disciplinar apura eventual cumplicidade do preso que receberia o objeto.

Fonte: Bandab

Gaeco prende policiais militares suspeitos tentativa de morte em Foz do Iguaçu

Os dois oficiais foram detidos na noite de sexta-feira (18)

gaeco19O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Foz do Iguaçu prendeu na noite da última sexta-feira (18), dois policiais militares acusados de participarem de uma tentativa de homicídio na fronteira.

A prisão dos militares, que não tiveram os nomes divulgados, foi confirmada pelo 14 Batalhão de Polícia militar de Foz do Iguaçu.

Os dois PMs foram levados para uma sala especial no batalhão de polícia. Os oficiais são suspeitos de tentar matar Douglas Ricardo de Oliveira, 29 anos, baleado com três tiros no dia 26 de julho deste ano na fronteira.

Os investigadores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) acreditam também que os policiais têm envolvimento na última tentativa de homicídio contra Douglas, quando homens encapuzados e armados invadiram o Hospital Municipal da cidade a procura do rapaz com o intuito de matá-lo. O GAECO deve se pronunciar sobre o caso ainda nesta semana.

Douglas teve o carro atingido por vários disparos em plena luz do dia no dia 26 de julho na rua Rio Claro, Jardim Canadá em Foz. Foram mais de 20 tiros, mas apenas três acertaram o rapaz. Ele ficou internado no hospital da cidade, mas devido a invasão registrada na madrugada de quarta-feira (16) no hospital municipal, Douglas foi transferido para um hospital em Curitiba.

Fonte: catve

Oficiais da PM do RJ são presos em nova fase de operação sobre fraudes envolvendo fundo da corporação

Ao todo, Corregedoria da PM conseguiu prender 4 dos 7 militares com prisão decretada. Dois já estavam presos e uma capitã era considerada foragida até a noite de sexta.

 

pmrjMais quatro oficiais da Polícia Militar foram presos nesta sexta-feira (18) acusados de participar de umesquema criminoso que desviou milhões do fundo de saúde da corporação, o Fuspom. Nesta quinta-feira (18), a Auditoria da Justiça Militar do estadodecretou a prisão preventivade sete militares, sendo que dois deles já estavam presos. Uma capitã, no entanto, segue foragida.

Os oficiais presos nesta sexta estão entre os 11 denunciados na 5ª fase da operação Carcinoma, deflagrada em dezembro de 2015. A ação é resultado de um esforço conjunto do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança e a Corregedoria da PM.

Após a decisão da Justiça, a Corregedoria conseguiu prender nesta sexta o coronel Marcelo de Almeida Carneiro; o subtenente e ex-auxiliar administrativo do hospital da PM em Niterói, Marcelo Olímpio de Almeida; o 1º tenente João Jorge de Souza; e o capitão Edson Silva.

A capitã Luciana Rosas Franklin, ex-chefe da Central Médica de Material Hospitalar dos hospitais da PM no Rio e em Niterói, era considerada foragida até o início da noite desta sexta.

Os coronéis Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe do Estado Maior Geral Administrativo da PM; e o coronel Kleber dos Santos Martins, ex-diretor geral de Administração e Finanças, já estavam presos. A Pacheco, inclusive, foi concedida a prisão domiciliar porque o oficial sofre de um câncer.

O registro das prisões dos oficiais detidos nesta 5ª fase foram realizados na 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar e já foram conduzidos à Unidade Prisional da PM, em Niterói.

OG1não conseguiu contato com as defesas dos policiais citados.

Operação Carcinoma

O grupo de policiais, conforme comunicado pelo MP, é acusado de fraudar contratos do Fuspom com a empresa Gama Med para compra de medicamentos e insumos e com a empresa Comercial Feruma para a compra de roupas hospitalares para o Hospital Central da PM no Rio, no Estácio. As fraudes também atingiram o hospital da corporação em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Segundo o MP, ao todo, as fraudes chegaram a cerca de R$ 4,5 milhões.

Fonte: G1

 

 

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