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Agente penitenciário preso por túnel apresentou falso atestado

d0910Marcelo Ferreira é um dos 16 suspeitos de tentar roubar o Banco do Brasil

Preso no início da semana sob a suspeita de envolvimento natentativa de roubo ao Banco do Brasil, o agente penitenciário Marcelo Ferreira, de 47 anos, responde, desde o mês passado, processo administrativo por ter supostamente apresentado à SAP (Secretaria de Estado da Administração Penitenciária) um falso atestado médico.

Agente penitenciário há 15 anos, Ferreira era lotado no CPP (Centro de Progressão Penitenciária) Feminino do Butantã desde 2009, mas foi afastado em 2013 para tratamento médico. A SAP, porém, abriu procedimento apuratório preliminar no último dia 16 por conta de um documento apresentado por ele para estender a licença médica.

Na ocasião, segundo a polícia, Ferreira já estaria envolvido na escavação, que teve início há três meses.

"Diante do auto de prisão em flagrante será determinada a instauração de mais um Processo Administrativo, estando o servidor sujeito a pena de demissão, sem prejuízo do processo criminal", afirmou a SAP em nota.

A reportagem não localizou o advogado de Ferreira.

Ferreira foi um dos 16 suspeitos detidos por policiais do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) na segunda-feira (2) na zona sul da capital paulista.

O grupo seriacomandado por Alceu Céu Gomes Nogueira, que em 2006 chegou a comandar um motim em Avaré após a Marcos William Herbas Camacho, apontado pelo Ministério Público como chefe do PCC, ser transferido da cadeia.

Segundo as investigações, o cálculo da quadrilha era que fosse possível furtar cerca de R$ 1 bilhão por meio do túnel escavado. Cada integrande ficaria com R$ 50 milhões.

Fonte: R7

 

 

Policial ‘paquera’ menina de 12 anos, envia e pede nudes e acaba preso em encontro marcado

Ele resistiu à prisão e confessou aos investigadores da Delegacia da Mulher que tinha 'feito coisa errada'.

d0610Um soldado da Polícia Militar (PM) foi preso na tarde desta terça-feira (3) ao marcar um encontro com uma garota de 12 anos, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba. Antes do encontro, o policial enviou fotos para a menina e pediu que recebesse outras, mesmo ciente da idade dela. No momento da prisão, o celular do policial armazenada conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Ele resistiu à prisão e confessou aos investigadores da Delegacia da Mulher que tinha ‘feito coisa errada’.

Segundo o pai da garota, a estudante volta para a casa de ônibus do transporte coletivo no mesmo horário em que o policial também embarca no coletivo. Segundo o Boletim de Ocorrência (BO) registrado pelo pai da menina, ‘o policial olhava para a filha dele de uma forma diferente, com desejo, paquerando”. Ainda, a descrição do boletim revela que o policial fez um bilhete entregando o número de telefone dele para a menina, mesmo – segundo ela – ter falado que tinha apenas 12 anos. “Então, vamos guardar segredo”, escreveu o policial, via WhatsApp.

Os detalhes das conversas foram anexadas pelo pai da menina no BO. “Acha ela linda, interessante e deseja namorar com ela e fazer carinho. Informou ainda que, no momento da conversa, o noticiado disse que gostava de ficar nu, que estava sem roupas e que mandou uma foto do tórax dele, sem camisa. Que também pediu para a menina lhe enviar fotos de biquíni e perguntou se ela queria vê-lo pelado, e se gostava de assistir a filmes pornográficos e que lhe enviaria um”, descreve o documento.

Com o BO registrado, policiais da Delegacia da Mulher foram a campo para descobrir se o policial iria comparecer em um encontro marcado com a garota. Em uma praça, entre as ruas Mal. Mallet e Toledo, ele recebeu voz de abordagem e não obedeceu os policiais na ação.

Para os investigadores, ele gritava que tinha feito coisa errada e que era para atirarem nele, já que não iria acatar as ordem policiais. O soldado foi dominado, desarmado e algemado por causa do comportamento alterado.

O celular dele foi visto no local pelos investigadores da Delegacia da Mulher e confirmado a presença de vídeos pornográficos contendo crianças e adolescentes. O soldado foi preso em flagrante por ameaça e importunação ofensiva ao pudor.

Polícia Militar

A Banda B entrou em contato com a assessoria da PM sobre o caso e recebeu a seguinte nota, que será publicada na íntegra:

“De acordo com o 12º Batalhão da PM, unidade a qual o soldado pertence, a prisão do policial ocorreu no horário de folga dele, que agora encontra-se preso. Um procedimento será aberto para apurar os fatos e a conduta do policial. A Polícia Militar do Paraná informa que não compactua com desvios de conduta de seus integrantes e que vai adotar todas as providências necessárias respeitando o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório”, finaliza.

Fonte: bandaB

MPRJ encontra drogas, celulares e dinheiro no Complexo Penitenciário de Bangu

Em março, R$ 12 mil estavam na Cadeia Pública Bandeira Stampa. RJ pode receber traficantes perigosos após pedido da Defensoria da União ao STF.

 01Uma vistoria do Ministério Público do Rio de Janeiro encontrou drogas, celulares e dinheiro no maior Complexo Penitenciário do estado. Em Bangu, estão 30 mil detentos distribuídos por 21 presídios. Um deles é o Instituto Penal Benjamin de Moraes Filho, com 950 presos.

A penitenciária conta com detectores de metal e até um scanner corporal para controlar o que entra nas celas.

Mas, segundo reportagem do jornal O Globo, uma vistoria feita pelo Ministério Público encontrou nove celulares, dezenas de chips e carregadores e ainda maconha, cocaína, uma balança para pesar drogas e dinheiro. Doze mil reais foram encontrados em março na cadeia pública Bandeira Stampa.

 

No presídio vizinho, as grades não barraram a entrada de macarronada, frango, rabanada, bebidas. E a ceia farta foi registrada pelos próprios presos com celulares. Tudo isso, apesar de a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informar sobre inspeções diárias nos presídios do estado.

 

As apreensões mostram que nos presídios do Rio, as celas funcionam como centrais do crime, e é de onde muitas vezes saem as ordens para a quadrilha que agem do lado de fora.

 

 

E esses presídios - com falhas na segurança- podem receber presos perigosos que hoje cumprem pena nos presídios federais.
Esta semana, a Defensoria Pública da União pediu ao Supremo Tribunal Federal que os presos há mais de dois anos em presídios federais voltem para as cadeias estaduais.
O Rio de Janeiro receberia pelo menos 55 criminosos como o traficante Fernandinho Beira Mar, Elias Maluco, que matou o jornalista Tim Lopes, e Antonio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha.
Neste sábado (30), o procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro divulgou uma nota criticando o pedido. Eduardo Gussem escreveu que a medida é um despropósito, que está totalmente dissociada da realidade do estado. E que os chefes das facções criminosas não podem ser tratados da mesma forma que criminosos comuns.
“Anda é muito falho o sistema prisional do Rio de Janeiro. Líderes de facções criminosas no sistema penitenciário do Rio de Janeiro conseguem comunicação com o mundo externo, conseguem receber coisas que não deveriam entrar, então, é extremamente perigoso receber de volta esses líderes de facções criminosas”, destaca Breno Melaragno, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-RJ.
Fonte: G1
 
 
 
   
 
 

Advogado e concunhado suspeitos de pegarem documentos de maleta de deputado são alvos de operação da PF

Concunhado do deputado Gilmar Fabris (PSD), que está preso há quase duas semanas, e advogado dele tiveram as casas e escritórios, em Cuiabá, vasculhados por agentes da PF.

d2909Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (27), nas casas e escritórios de dois advogados, em Cuiabá. Um deles defende deputado Gilmar Fabris (PSD), que está preso há quase duas semanas por suposta obstrução da Justiça, e outro é concunhado do parlamentar.

Ricardo Spinelli e Ocimar Carneiro de Campos, concunhado de Fabris, foram vistos com o deputado no dia da Operação Malebouge, depois dele ter deixado a casa dele às pressas, antes da chegada da PF, segundo a decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a busca e apreensão. O G1 ainda não conseguiu contato com os advogados.

No início da manhã, agentes da PF estiveram no apartamento de Ocimar Carneiro, localizado no edifício Campo D'Ourique, no Bairro Santa Rosa, em Cuiabá. Ele mora no mesmo prédio que Gilmar Fabris.

Segundo a decisão dessa terça-feira (26) do ministro Luiz Fux, Spinelli teria se encontrado com Fabris em um restaurante depois que o deputado deixou a casa dele às pressas, de chinelo e de pijama, no dia da operação Malebolge.

Fabris, de acordo com o magistrado, saiu de casa antes das 6h da manhã segurando uma pasta de mão, possivelmente contendo documentos de interesse da investigação, minutos antes da chegada dos policiais que cumpririam um mandado de busca e apreensão na casa dele.

Essa suposta fuga de Fabris motivou o ministro a pedir a prisão dele, na mesma data da operação.

Maleta de Fabris

Após ser preso, Fabris disse à PF que esteve nesse estabelecimento para tomar café da manhã com a mulher, a sogra, o cunhado dele, Ocimar Carneiro, e a cunhada, mas não citou o advogado. A Justiça então analisou as imagens registradas pelo circuito interno de câmeras da lanchonete e viu que, além das pessoas informadas por ele, o advogado Ricardo Spinelli também estava no local.

"Ocorre que, da análise dos registros de filmagem da câmera de vigilância instalada na parte interna do estabelecimento, percebe-se que, além dos citados familiares, havia outro indivíduo fazendo companhia a Gilmar na ocasião, indivíduo este identificado como sendo o advogado criminalista Roberto Saldanha Spinelli", diz trecho da decisão do ministro.

Em outro trecho, Luiz Fux cita que, em determinado momento, Ocimar, que também é advogado. "Em dado momento, consoante os registros da câmera instalada na parte externa do estabelecimento, o cunhado de Gilmar, o também advogado Ocimar Carneiro Campos, se dirigiu ao veículo do deputado estadual, que se encontrava no estacionamento, e, de seu interior, retirou a valise preta (maleta) em posse da qual Gilmar se evadira no início da manhã, levando-a ao interior do restaurante", afirma o ministro.

Segundo ele, dentro do restaurante, Ocimar pegou alguns documentos que estavam na pasta. "Ocimar retirou os documentos que estavam no interior da valise e os repassou ao advogado Ricardo, que, mais tarde, ao deixar o restaurante, levou os documentos consigo", diz.

Para o ministro, há indícios de que os advogados tentaram prejudicar a investigação para tentar beneficiar Gilmar Fabris.

"Pode-se afirmar, neste contexto, em especial a partir dos registros visuais, haver evidentes indícios de que tanto Ricardo Saldanha Spinelli quanto Ocimar Carneiro Campos praticaram o crime de embaraçamento de investigação de crime que envolva organização criminosa. O primeiro (Spinelli) em virtude da ocultação consigo dos documentos que o investigado Gilmar Fabris retirara sorrateiramente da sua residência e o segundo (Ocimar) pelo auxílio que prestou a Gilmar e a Ricardo para que se consumassem suas respectivas condutas", diz o magistrado, ao deferir o pedido de busca e apreensão nas casas e escritórios dos advogados.

Cartas de crédito

Ocimar, que é casado com uma irmã da mulher de Fabris, já foi denunciado por suposta participação em um esquema fraudulento que desviou R$ 418,4 milhões dos cofres públicos, de 2008 a 2010. Ocimar, Gilmar Fabris, Eder Moraes, ex-secretário de estado, e outros 12 suspeitos de fazerem parte da quadrilha, que vigorou na Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz), foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE).

Conforme o MPE, a quadrilha falsificava papéis de créditos públicos em lotes de cartas de crédito e "fabricava" cartas, no valor de R$ 665,2, sendo que, desse montante total, apenas R$ 153.453.715,39 foram devidamente pagos aos servidores da Sefaz.

Fonte: G1

Agente carcerário é preso acusado de desviar e vender drogas em Capitão

Ele retirava as drogas do depósito da delegacia, que eram revendidas em outras cidades

denUm agente da cadeia pública de Capitão Leônidas Marques foi preso na tarde desta quinta-feira (21) suspeito de desviar drogas apreendidas pela Polícia Civil e revender em cidades da região.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Fabiano Moza do Nascimento, além do agente, outras quatro pessoas foram detidas pela Polícia Civil de Capitão Leônidas Marques.

As investigações começaram após um casal ter ter sido detido nas proximidades da cadeia. O homem foi flagrado atrás do muro da delegacia com 830 gramas de maconha escondidas na calça. Ele havia deixado a delegacia no dia 14 de setembro.

A poucos metros a mulher abordada pela polícia confessou que vigiava o local para a ação do companheiro. A partir daí, os policiais chegaram até os outros suspeitos, um estagiário da delegacia da cidade e um detento.

O servidor foi preso no momento em que chegava para trabalhar. Segundo as investigações, o agente retirava as drogas do depósito da delegacia local, que eram revendidas em cidades como Cascavel e Boa Vista da Aparecida. O agente e o estagiário foram encaminhados à Delegacia de Cascavel.

Fonte: Catve.com

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