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Empresário é enforcado por segurança e chutado por PM até desmaiar durante confusão em shopping de Goiânia

1 “Eu estava inaugurando a loja de uma cliente, a qual sou sócio. O segurança, com os policiais, estava conduzindo um rapaz suspeito de furto. O segurança foi até o tenente e falou que eu estaria filmando. E o tenente já veio afirmando que eu seria conduzido para a delegacia”, disse.

Em nota, o Shopping Gallo declarou que a equipe de segurança é preparada para lidar com situações diversas e agiu para dar apoio à PM quando houve resistência com um dos envolvidos.

Em nota, a PM informou que foi acionada para investigar um furto em uma loja, resultando na detenção do autor e na recuperação dos itens subtraídos. E durante a condução do suspeito, um indivíduo, não relacionado ao crime, agrediu os policiais envolvidos na prisão. A PM informou que o homem compartilhou nas redes sociais a informação de que não foi agredido por policiais (leia nota completa no fim da reportagem).

Apesar da afirmação de que a vítima postou sobre não ter sido agredida, no vídeo é nítido o momento das agressões. A confusão aconteceu na última sexta-feira (22) e o empresário disse que registrou um boletim de ocorrência contra o shopping. João explicou que estava com o celular na mão enquanto os vigilantes prendiam o suspeito de furto, mas não estava filmando.

Policial militar dá chutes em no empresário João Antônio Jordão, de 32 anos, enquanto um segurança o segura pelo pescoço em Goiânia Goiás — Foto: Arquivo Pessoal/João Jordão

Ao g1, João contou que disse que precisava buscar os documentos para ir até à delegacia e, quando voltou, os seguranças e militares estavam falando com o namorado dele. Neste momento, o namorado começou a filmar a ação dos envolvidos, segundo o empresário.

“A administração do shopping meteu a mão no celular, derrubou, já começaram a empurrar ele para fora do shopping, ele volta para dentro, e aí as imagens falam para si só. É a hora que começo a entrar na frente”, completou.

Imagens mostram que João teve ferimentos por conta da abordagem; veja:

Empresário fica ferido após ser agredido por PM e seguranças

Empresário fica ferido após ser agredido por PM e seguranças

As imagens mostram o empresário pedindo os seguranças para tirarem as mãos do namorado dele. Em seguida, ele e o namorado são puxados. O namorado é empurrado para fora do shopping e o empresário contido no chão.

Policial militar dá chutes em no empresário João Antônio Jordão, de 32 anos, enquanto um segurança o segura pelo pescoço em Goiânia Goiás — Foto: Arquivo Pessoal/João Antônio

O empresário é imobilizado no chão, tenta resistir, um policial dá chutes e um segurança o agarra pelo pescoço. Instantes depois o homem desmaia e as pessoas ao redor da confusão se revoltam com a abordagem.

“Vocês já imobilizaram o cara, pra que isso?”, falou uma testemunha.
“Vocês desmaiaram o cara”, disse uma pessoa.

Íntegra da nota da PM

A propósito da solicitação sobre o ocorrido no dia (22/12) em um Shopping da região da 44, a Polícia Militar de Goiás informa:

Equipes da PMGO foram acionadas em virtude de um furto em uma das lojas, resultando na detenção do autor e na recuperação dos itens subtraídos.

Durante a condução do autor do crime, o indivíduo que aparece no vídeo, estava em uma loja e nada tinha haver com a situação. Porém iniciou questionamentos e posteriormente agrediu os policiais responsáveis pela prisão do autor de diversos furtos no local.

Ao ser conduzido à delegacia, após desacatar e ferir um policial, o delegado elaborou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) contra ele.

Cabe ressaltar que, após ser liberado, ainda nas proximidades da delegacia, o indivíduo compartilhou em suas redes sociais a informação de que não foi agredido por policiais militares.

Nota Shopping Gallo

O Shopping Gallo esclarece que a sua equipe de segurança está totalmente preparada para lidar com situações diversas que venham a ocorrer em nossas instalações. A base operacional da Polícia Militar da Região da 44 está localizada em nosso shopping e vem desempenhando papel importante na segurança do Cinturão da Moda, garantindo a proteção de quem busca a região para realizar as suas compras com tranquilidade.

A atuação da nossa equipe de segurança foi em apoio a uma ação da Polícia Militar que já estava em curso, na qual houve resistência à condução pela Polícia Militar por um dos envolvidos. Os policiais encaminharam todos os envolvidos para a Central de Flagrantes para obter os devidos esclarecimentos. O compromisso com o conforto e a

segurança de nossos clientes é fundamental para os nossos colaboradores. Sempre priorizamos pelo bem-estar de todos os clientes, lojistas e funcionários de nosso shopping.

Advogada é suspeita de colocar veneno em suco para matar ex-sogro e mãe dele

https://midias.correiobraziliense.com.br/_midias/png/2023/12/21/675x450/1_design_sem_nome_2023_12_20t192816_331-33617018.png A Polícia Civil de Goiás acredita que Amanda Partata, advogada suspeita de matar familiares do ex-namorado, colocou veneno no suco das vítimas para assassiná-las. O delegado do caso, Carlos Alfama, descartou que as mortes de Leonardo Pereira Alves e da mãe dele, Luzia Tereza Alves, aconteceram por causas naturais ou intoxicação alimentar. "O perito apontou: a morte foi por envenenamento".

Amanda foi presa na quarta-feira (20), acusada de homicídio. Em interrogatório, negou a autoria do crime. A Polícia Científica tenta descobrir qual foi a substância ingerida pelas vítimas. O que se sabe, porém, é que as mortes não ocorreram por intoxicação alimentar. Se essa fosse a causa, levaria mais tempo para elas morrerem, devido ao tempo de incubação das bactérias. "Mesmo que a perícia não encontre veneno nas substâncias apreendidas, a certeza é de uma morte por envenenamento", disse o delegado.

A hipótese dos investigadores é que o veneno tenha sido ministrado no suco, pela facilidade de dissolução de substâncias em meio líquido.

Motivo

Conforme as investigações, Amanda estaria se sentindo rejeitada depois do término do namoro dela com o filho de uma das vítimas, Leonardo. O rapaz teria encerrado a relação amigavelmente há dois meses. No entanto, a advogada continuou frequentando a casa dos parentes do ex-namorado, já que afirmava estar grávida. A gravidez seria falsa, concluiu Alfagama.

O crime 

No domingo (17/12), Amanda chegou na casa dos ex-sogros com alimentos diversos para um café da manhã. Em casa, estavam Leonardo Pereira Alves, pai do ex-namorado, Luzia Tereza Alves, avó do ex-namorado, e o marido de Luzia. Apenas o último familiar não comeu os alimentos trazidos pela advogada naquela manhã. “Eu acredito que a intenção dela era matar qualquer pessoa que consumisse os alimentos”, afirmou o delegado.

Cerca de três horas depois, Leonardo e Luzia passaram a sentir dores abdominais, bem como terem vômitos e diarreia. Os dois foram internados Hospital Santa Bárbara, em Goiânia, porém não resistiram.

Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2023/12/6773870-advogada-e-suspeita-de-colocar-veneno-em-suco-para-matar-ex-sogro-e-mae-dele.html

Presa denuncia agente por estupro no interior de SP: ‘pedido de socorro’

Entrada da unidade feminina da Penitenciária de Tupi Paulista, no interior de SP | Foto: Google Street View Caso teria ocorrido em novembro na Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, segundo carta escrita por detenta. Agente investigado pelo abuso foi transferido

Uma detenta da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, no interior de São Paulo, denunciou ter sido estuprada por um agente penitenciário da unidade. O caso teria ocorrido no dia 9 de novembro e foi relatado por ela em uma carta. Segundo a Secretaria da Administração Prisional (SAP), o servidor foi transferido da unidade “para não atrapalhar as investigações”. 

Na carta, a detenta narrou ter sido vítima de assédio sexual e abuso. Ela disse ter relatado o caso como “pedido de socorro e justiça”. 

“O funcionário de Tupi Paulista me estuprou sem qualquer consentimento meu, inclusive não usou preservativos, colocando em risco a minha saúde e até mesmo provocar uma gravidez”, escreveu a detenta.

Ela conta que trabalhou em diferentes funções na unidade prisional. Recentemente foi colocada na cozinha da unidade por um período de 20 dias e depois realocada para a função de faxina da inclusão. “Foi onde conheci esse monstro que acabou com a minha dignidade, me violou, me envergonhou, e desde então tenho crises, constantemente choro, tenho pesadelos e até pensei em suicídio”, relata na carta escrita à mão.

O documento foi entregue à irmã da presa na última terça-feira passada (10/12) em uma visita. A Ponte conversou com a mulher e por segurança não vai identificá-la no texto. Segundo ela, a detenta está há oito meses na unidade. 

“Me sinto destruída, derrotada e humilhada com ela”, conta a irmã. Ela diz que a presa está muito abalada com a situação e tem tomado remédios para conseguir dormir. O caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher, em Penápolis, na sexta-feira (15/12).

Presa denuncia estupro em prisão de São Paulo | Foto: Arquivo pessoal

Outra presa também teria denunciado ter sido estuprada pelo mesmo agente. Segundo a irmã da primeira denunciante, durante a visita que fez, várias detentas relataram situações de assédio envolvendo o funcionário. 

Questionada pela Ponte, a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, comandada pelo coronel Marcello Streifinger, diz que “o agente foi transferido para outra unidade, masculina, para não atrapalhar as investigações”. A secretaria informou ainda que registrou boletim de ocorrência sobre o ocorrido no dia 8 de novembro e que as agressões ocorreram contra duas detentas.

Ajude a Ponte!

A secretaria afirma que apura paralelamente à investigação da Polícia Civil e “caso seja comprovada a culpa, o agente está sujeito às penalidades previstas na legislação, seja a demissão a bem do serviço público na esfera administrativa e prisão na esfera criminal”.

Veja nota da SAP na íntegra

“A Secretaria da Administração Penitenciária esclarece que a própria Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, ao tomar conhecimento das denúncias, registrou Boletim de Ocorrência (BO) na Delegacia de Tupi Paulista no dia 8 de dezembro, uma semana antes do registro do BO da visitante, e abriu uma apuração preliminar em desfavor do funcionário que teria supostamente cometido o crime.

As agressões sexuais teriam ocorrido contra duas reeducandas da Penitenciária Feminina. O agente foi transferido para outra unidade, masculina, para não atrapalhar as investigações. A apuração em andamento segue em paralelamente ao inquérito criminal e, caso seja comprovada a culpa, o agente está sujeito às penalidades previstas na legislação, seja a demissão a bem do serviço público na esfera administrativa e prisão na esfera criminal.

A Pasta está continuamente divulgando entre seus servidores o combate ao assédio, tanto sexual quanto moral, e possui canais para recebimento de denúncias como a Ouvidoria e a Corregedoria, ambos disponíveis no site da Secretaria: www.sap.sp.gov.br

Fonte: https://ponte.org/presa-denuncia-agente-por-estupro-no-interior-de-sp-pedido-de-socorro/

 

Major da PM é denunciada por racismo após chamar atendente de lanchonete de "mucama"

https://p2.trrsf.com/image/fget/cf/774/0/images.terra.com/2023/12/12/bodytech-sl15bm0oxppe.jpg Caso aconteceu na última sexta-feira, 8, em uma lanchonete dentro da academia BodyTech na Zona Oeste do RJ

Na última sexta-feira, 8, uma major da Polícia Militar chamou uma atendente de uma lanchonete, localizada dentro da academia BodyTech no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio, de "mucama". A vítima registrou um boletim de ocorrência contra a major pelo crime de racismo.

5 expressões racistas que talvez você use sem perceber 5 expressões racistas que talvez você use sem perceber

De acordo com a vítima de 33 anos, a mulher e uma amiga pediram um café e um capuccino. Em seguida, a oficial disse "mucama, traz meu café" e ainda repetiu o termo "mucama" mais três vezes. Ela também reclamou sobre a pessoa que aboliu a lei da escravidão no Brasil, se referindo à Lei Áurea. As informações são do site g1.

O termo "mucama" é uma expressão racista que se refere a pessoas negras escravizadas que realizavam serviços domésticos.

Em nota enviada ao Terra NÓS, a Polícia Civil comunicou que o caso foi registrado como racismo. "O caso será investigado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi). Diligências estão em andamento para apurar o ocorrido", informou.

A Corregedoria da Polícia Militar abriu um procedimento apuratório para analisar o caso, de acordo com o g1. A reportagem do Terra NÓS também entrou em contato com a corporação para mais esclarecimentos, ea matéria será atualizada caso retornem.

A academia BodyTech disse que "repudia todo e qualquer ato de racismo dentro ou fora de suas instalações" e que irá cooperar com as autoridades. Segundo eles, a major se desligou da academia.

Crime de Racismo

O crime de racismo está previsto na Lei 7.716/1989 com pena de reclusão de um a três anos e multa. O crime é imprescritível e inafiançável. De acordo com a lei, racismo é "praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional".

Racismo é crime. Saiba como denunciar

Bebê de 2 meses é jogada no fogo pela própria mãe e morre

https://cdn.reportermt.com/storage/webdisco/2023/12/09/800x600/84c3669da3b021959872f2891ac7e36f.jpg Uma mulher, nome não divulgado, foi detida pela Polícia Militar depois de jogar a filha dela, de apenas dois meses, no fogo. O caso foi registrado na tarde dessa sexta-feira (08), no Bairro Tarumã, em Várzea Grande. A bebê chegou a ser socorrida, mas morreu no hospital.

De acordo com o boletim de ocorrência, vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem o choro da recém-nascida. Os próprios moradores retiraram a criança do fogo.

O Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros e também apagou o incêndio, feito em um matagal.

A bebê foi levada para o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande, mas apesar dos esforços, não resistiu.

Já a mãe foi localizada em estado de choque e com queimaduras pelo corpo ainda pelo bairro. Ela também foi levada para o hospital, onde permaneceu internada. A mulher não informou sua identidade e não possuía nenhum documento.

A ex-sogra contou que os familiares da mulher moram no interior e que ela sofre de transtornos psiquiátricos.

O caso foi registrado e será apurado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Fonte: https://www.reportermt.com/policia/bebe-de-2-meses-e-jogada-no-fogo-pela-propria-mae-e-morre/200188

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