JORNALISTAMINI

Homem ejacula em passageiras durante voo saído de Belém

d1112Um voo saído de Belém, na manhã desta sexta-feira (8), em direção a Brasília, teve um incidente que até então não havia sido denunciado dentro de um avião. Um homem se masturbou e ejaculou em duas passageiras dentro da aeronave da GOL.

Segundo informações do boletim de ocorrência, as vítimas relataram que estavam em suas poltronas e enquanto dormiam foram surpreendidas pelo ato. A primeira, sentada na cadeira do lado ao agressor, acordou com o homem pondo a mão dela no pênis dele e em seguida percebeu que havia esperma na barriga e pernas.

Já a segunda vítima, que ocupava a terceira cadeira da fileira teve as pernas atingidas pelo sêmem do agressor.

Segundo informações do Correio Braziliense, após perceberem o que estava acontecendo, as mulheres gritaram e ao darem o alerta outros passageiros tentaram agredir o homem, que assim como as vítimas não foi identificado na matéria.

Ao aterrissar no aeroporto Juscelino Kubistchek, o internacional de Brasília, o comandante da aeronave manteve as portas fechadas até que a Polícia Federal chegasse e levasse o homem que foi preso.

Através de nota, a GOL informou repudiar o ato caracterizado como uma forma de agressão e que vai prestar assistência às vítimas.

A empresa aérea disse ainda que vai tomar as medidas cabíveis para banir o passageiro de todos os voos da companhia.

Na delegacia, o caso foi registrado como contravenção de oportunação ofensiva ao pudor e não como crime, logo o agressor deverá ser liberado em breve.

Fonte: diarioonline

ASP tenta agredir diretor com pedaço de madeira ao ser acusado de estar dormindo e com baterias de celular na gaveta que usa pra trabalhar.

d0512Segundo informações de alguns amigos, essa história bizarra ocorreu em uma unidade do complexo Campinas/Hortolândia, onde membros da direção foram procurar o ASP no posto de trabalho no setor de sub, ao sentir falta do ASP foram procurá-lo nas imediações, encontraram o mesmo dormindo no carro, voltaram ao posto do mesmo e fizeram uma vistoria onde foi encontrado 5 baterias de celular, após isso queriam que o mesmo abrisse o armário, o mesmo disse que não abriria, se eles quisessem olhar o armário que o arrombasse, diante disso o ASP acusado pegou um pedaço de madeira e tentou agredir o diretor, mas foi contido pelos demais ASPs em seguida foi parar todo mundo na delegacia.
Parece uma crônica cômica, mas não é, pois vários amigos me contaram a mesma história. 

Usei até o termo ASP no título e NÃO agente penitenciário, para que o assunto fique só entre a classe.
Fonte: jenisandrade
 

Presos foram torturados e tiveram de comer olhos humanos em Manaus

n2811A denúncia do Ministério Público do Amazonas que acusa 213 pessoas pelos crimes do massacre no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, também narra passo a passo as ações da Família do Norte (FDN) no dia 1º de janeiro deste ano. O documento, apresentado nesta sexta-feira, 24, à Justiça, detalha como os alvos da FDN, os integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), tentaram se proteger do ataque fugindo por dutos e se escondendo em telhados, mas alguns acabaram sendo capturados, torturados e sendo obrigados até a comer olhos humanos de vítimas que haviam sido mortas naquele dia.

O documento traz detalhes até então desconhecidos do massacre. A investigação mostrou que o massacre começou às 16h08 no Compaj, momento no qual os integrantes da FDN, portando armas de fogos, facas e pedaços de paus, além de material combustível, promovem um motim e avança sobre pavilhões vizinhos. Era dia de visita de parentes dos presidiários. Alertadas, elas deixaram o local antes do horário final estabelecido.

O alvo principal eram integrantes do PCC, custodiados em uma área separada das demais, chamada de "Seguro PCC". Lá, só sobreviveram quatro dos 26 homens. Três deles conseguiram escapar dos ataques ao deslocar a tampa de um bueiro, arrastando-se por dutos de escoamento de água e esconderam-se nas galerias. "Apesar dos rebelados terem perseguidos as vítimas, inclusive jogando várias bombas nos dutos, não conseguiram concretizar seus intentos assassinos e as vítimas ficaram escondidas até o fim da rebelião", narra a denúncia.

Quando os integrantes da FDN partiram para a chamada área de inclusão, o objetivo era matar presos condenados não filiados a nenhuma facção, mas condenados por crimes sexuais. "De acordo com informações prestadas pelos internos sobreviventes dessa área, além da condição vulnerável de todos os presos que ali estavam, as 'lideranças' do Compaj estariam ainda incomodadas com a presença deles, pois queriam transformar essa área em um 'motel' (área para recebimento de visitas íntimas) exclusiva para os integrantes da facção FDN", explicou o promotor Edinaldo Medeiros, que assina a denúncia.

Logo que os presos da área de inclusão notaram o começo da rebelião naquela tarde, eles decidiram incendiar os colchões de espumas das suas celas, além de lençois e roupas, "como única forma de tentar impedir o acesso àquela área". "De acordo com o relato dos sobreviventes, o referido incêndio permitiu que alguns internos da inclusão fugissem pela grade previamente já serrada, localizada na cela 4, como única opção de sobrevivência", destaca Medeiros.

Na área de inclusão, dos 42 internos sobreviveram 22, a maioria por se declararem "irmãos de benção", integrantes de grupos religiosos dentro da cadeia. Dois dos sobreviventes relataram à polícia que se esconderam no telhado para não serem pegos. Outros tentaram se esconder, mas foram capturados. Cinco detentos contaram que após serem agredidos foram obrigados a comer olhos humanos. Eles foram mantidos como reféns sob constantes ameaças de mortes, mas acabaram liberados ao fim da rebelião.

Uma das vítimas se escondeu no forro da enfermaria, "mas foi capturado e jogado de aproximadamente nove metros de altura, tendo desmaiado na queda, e quando acordou, foi espancado com golpes de 'perna-manca' em seus testículos, furaram os seus pés, dentre outros tipos de lesão corporal". "Depois lhe obrigaram a comer dois olhos humanos. E foi mantido refém até às 6h do dia seguinte."

Os 213 presos denunciados nesta sexta responderão a 56 acusações de homicídio qualificado, seis tentativas de homicídio, 26 casos de tortura e 46 casos de vilipêndio de cadáver. Caso sejam condenados a penas máximas, cada um poderá pega mais de 2,2 mil anos de reclusão.

Fonte: massanews

 

Justiça de SP condena sete advogados que trabalhavam para o PCC

Advogados que trabalhavam para o PCC foram descobertos em operação da polícia em 2016

d2311Mais sete advogados, acusados de ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC), foram condenados à prisão pelo juiz Gabriel Medeiros, da 1ª Vara do Fórum de Presidente Venceslau, no oeste de São Paulo. As penas variam de oito a 17 anos e, entre os condenados, estão quatro homens e três mulheres.

No início de novembro, seis advogadas já haviam sido presas acusadas de integrar uma rede que atuava em favor da organização criminosa. Os sete condenados agora, que já estão presos, integram o grupo de 54 réus, entre advogados e membros do PCC, denunciados à Justiça pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela Polícia Civil. Eles foram investigados pela Operação Ethos, realizada no ano passado.

A advogada Anna Fernandes Marques recebeu a maior pena, de 17 anos e dois meses, e também terá de pagar multa de 33 salários mínimos. As outras duas advogadas são as irmãs Juliana de Araújo Alonso Mirandola e Simone de Araújo Alonso, ambas com penas iguais, de oito anos e nove meses de cadeia.

A mesma pena aplicada às irmãs vale também para os advogados Eduardo Luiz, Fábio da Silva Domingos e Paulo Sérgio Ramalho de Oliveira. Eduardo Luiz obteve habeas corpus e vai aguardar as próximas decisões da Justiça em liberdade. Ainda entre os homens, quem recebeu a maior pena foi o advogado Antônio Davi de Lara, condenado a 12 anos e três meses de prisão.

Fonte: UOL

Chefia de segurança facilitava para o PCC, acusa detento da PEC

Segundo Éder Diego Dremer, chefe de segurança disse que a situação já estaria resolvida    

d1411A chefia de segurança da PEC (Penitenciária Estadual de Cascavel) teria dito que facilitaria o PCC (Primeiro Comando da Capital) a "pegar" presos jurados de morte pela facção.

A afirmação foi feita por Éder Diego Dremer, durante audiência no Fórum de Cascavel. O Portal Catve.com teve acesso ao vídeo gravado durante o depoimento.

Segundo Éder, o chefe de segurança disse a ele e a outro três presos que a situação já estaria "resolvida" e que seria facilitado para que a facção os "pegassem".

O preso admite ter ateado fogo em um colchão da unidade para que ele pudesse ser levado até autoridades policiais e judiciárias para relatar a situação vivida pelo grupo na unidade.

Éder dividia cela com outros três presos ameaçados pelo PCC. Ele cita ainda um quinto preso jurado de morte pela organização criminosa.

Ainda segundo o detento, os faccionados o ameaçavam dizendo que cortariam sua cabeça para "jogar futebol no pátio".

Outra afirmação feita por Éder é de que as autoridades não dariam atenção aos presos.       

Fonte: catve

Mais artigos...

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto.        sicride      CONTASABERTAS       horasc    acervo        kennya6    IMG 20170821 WA0024  codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web