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Passageiro é preso com mais de meio quilo de ouro escondido no reto

Uma quadrilha de quatro pessoas foi presa ao desembarcar com seis quilos de ouro não declarados. Um dos passageiros estava com 615 gramas do metal escondido dentro do próprio ânus.

 O fato aconteceu no Aeroporto Internacional de Calicute, na Índia, e de acordo com a imprensa local, como o jornal The Hindu, os criminosos chegaram a bordo de três diferentes voos ao longo da quinta-feira, 8 de outubro.

O primeiro estava em uma aeronave da Air Arabia que vinha de Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos. O indiano, de nome Jaseela Valiya Parambath, escondeu 1,673 kg de ouro dentro de suas roupas íntimas e foi abordado logo após o desembarque.

Já o comparsa Shameej Omban foi mais ousado. Ele foi interceptado após chegada de um voo da Go Air com origem em Dubai, também nos Emirados Árabes. Ombam escondeu 615 gramas do metal em três pacotes em forma de cápsula no próprio reto. O valor do ouro após a extração foi estimado em cerca de 3.121.145 rúpias, o que equivale a quase R$ 237 mil.

Na terceira prisão do dia, os agentes da alfândega interceptaram dois passageiros que chegaram de Dubai com 3,701 kg de ouro em pasta escondidos nas meias que vestiam. Todos permanecem presos para averiguação.

Casos de ouro contrabandeado dos Emirados Árabes Unidos têm se tornado cada vez mais comuns nos países na Ásia central.

No início do mês, um homem foi preso no Aeroporto Internacional Shah Amanat, em Bangladesh, com 82 barras de ouro escondidas no corpo. No mês anterior, um passageiro foi detido no aeroporto indiano de Kannur com 1,17 kg de ouro escondido na cueca.

Fonte: aeroin.net

Após André do Rap, outros presos por tráfico pedem soltura a STF

Chefe do PCC saiu com habeas corpus e agora é considerado foragido

André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, chefe do PCC Pelo menos dois presos por tráfico internacional de drogas já pediram ao Supremo Tribunal Federal extensão dos efeitos da decisão do ministro Marco Aurélio Mello que permitiu a soltura de André do Rap, tido como um dos chefes da facção criminosa PCC.

Um deles é Márcio Henrique Garcia Santos, preso em 2016 e condenado a 33 anos de prisão por narcotráfico internacional. O pedido é do dia 7, cinco dias após o ministro ter autorizado a soltura de André do Rap.

O outro pedido foi feito por Gilcimar de Abreu, 35, preso na Penitenciária 2 de Mirandópolis (SP). Em sua petição endereçada a Mello, a advogada de Abreu, Ronilce Maciel de Oliveira, afirma que seu cliente "encontra-se em situação idêntica ao paciente André Oliveira Macedo", o André do Rap.

 O argumento da defesa de André, reproduzido pelos advogados de Gilcimar, é que eles não tiveram sua prisão preventiva renovada dentro do prazo máximo de 90 dias estipulado pela lei anticrime. Em 2014, Abreu foi sentenciado a 12 anos de prisão, pena que caiu para 8 anos e 2 meses em regime inicial fechado. Assim como André, ele permaneceu foragido ao longo do processo. Marco Aurélio Mello não tem prazo para decidir sobre o pedido de Gilcimar.

André do Rap, como é mais conhecido André de Oliveira Macedo, 43, é considerado um dos principais narcotraficantes do país, chefe do tráfico internacional de drogas dentro PCC (Primeiro Comando da Capital).

 O traficante estava preso desde o final de 2019 e teve habeas corpus concedido pelo ministro Marco Aurélio Mello porque estava sem uma sentença condenatória definitiva, excedendo o limite de tempo previsto na legislação brasileira. Com a decisão, André do Rap foi solto no sábado (10).

Às autoridades o chefe do PCC informou um endereço em Guarujá, no litoral paulista, onde afirmou que poderia ser encontrado caso fosse necessário um novo contato. Segundo o governo, porém, o criminoso foi seguido até o Paraná, onde pegou um avião.

Após André do Rap ser solto, o presidente do STF, Luiz Fux, suspendeu a decisão de Marco Aurélio e determinou o retorno imediato do criminoso à penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, o que não ocorreu.

O traficante se tornou, então, foragido, e é alvo de uma força-tarefa no estado de São Paulo anunciada por João Doria.

Doria afirmou em entrevista à rádio Bandeirantes que o criminoso a essa altura já saiu do país. "Agora está a polícia de São Paulo toda mobilizada para achar o André do Rap, que a essa altura já está fora do Brasil, evidentemente. Ele não foi para o Guarujá, como ele prometeu ao juiz. Nós monitoramos, a polícia de São Paulo monitorou. Ele foi para Maringá, de Maringá pegou um avião com o alvará de soltura, com o habeas corpus do ministro Marco Aurélio, e a essa altura ou já está na Bolívia ou no Paraguai. É fugitivo da polícia", disse o governador em entrevista ao apresentador José Luiz Datena na rádio Bandeirantes.

  Fonte: folha.uol.com.br

Agente da PF é demitida por vazar informações a traficantes de drogas

Crédito: Arquivo pessoal Três anos após ser presa acusada de vazar informações para uma organização criminosa, a servidora da Polícia Federal (PF) Hélida de Oliveira Vaz, 35 anos, foi demitida da corporação. O desligamento foi publicado em uma portaria do Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, André Luiz de Almeida Mendonça, em 29 de setembro. As informações são do portal Metrópoles.

De acordo com as acusações contra Hélida, ela teria atuado no esquema realizando pesquisas “encomendadas” por traficantes de drogas no sistema da PF. Em setembro de 2017, ela foi presa no âmbito da Operação Brabo. No entanto, foi liberada no dia seguinte após passar pela audiência de custódia na 9ª Vara Criminal de São Paulo.

Hélida estava no cargo de agente administrativa classe A desde 2014, com remuneração bruta de R$ 4.768,72 por 40 horas semanais. Atualmente, Hélida mora em Águas Claras e tem uma vida badalada na capital federal. Colegas da Polícia Federal ouvidos pelo Metrópoles afirmaram que ela é vista com frequência em festas de Brasília e costuma viajar bastante.

Fonte: istoe.com.br

Câmera Record mostra o drama de quem vive em presídios mistos

Marcos Hummel apresenta o Câmera Record nas noites de domingoVocê já ouviu falar em presídio misto?

Foi exatamente essa pergunta que motivou o Câmera Record deste domingo (7) a mostrar uma realidade diferente do sistema carcerário brasileiro e pouco conhecida.

Em 238, dos 1.420 presídios estaduais que existem no Brasil, segundo o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias, homens e mulheres cumprem pena praticamente juntos. São os chamados Presídios Mistos, que foram improvisados para receber o aumento crescente da população carcerária.

Nossos repórteres tiveram acesso exclusivo a duas dessas cadeias, uma no Rio Grande do Sul e outra no Piauí, onde encontramos histórias inacreditáveis do mundo do crime e do amor.

Kellen foi a primeira a chegar à cadeia pública do Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Ela também foi detida por tráfico de drogas.

— Eu estava na casa de um patrão fazendo programa e a Civil bateu, levou ele e me trouxe junto.

Portadora do HIV, Kellen conheceu Roberto, que também estava detido por tráfico de drogas. Foi amor à primeira vista. Não demorou para eles passarem da troca de olhares para a troca de cartas. Ele fala sobre o relacionamento com a presidiária.

— Já passei por várias cadeias e vivia incomodando, chutando portas. E depois que eu conheci a Kellen, ela me mudou completamente. Sou outra pessoa. Sabia que ela tinha AIDS. Eu a escolhi.

Enquanto os solteiros flertam à distância no presídio de Rio Grande, no extremo sul do país, na cadeia de Parnaíba, o namoro tem que ser aprovado pelo diretor e só acontece à moda antiga. Os repórteres Hilder Monção e Heleine Heringer vão mostrar essas curiosidades.

Dona Maria vive um verdadeiro calvário e sabe bem o que é ter um filho na prisão. Afinal, não tem só um, mas quatro filhos e o ex-marido atrás das grades.

— Quando eu me juntei com ele, fugi de casa e sabia que ele roubava. Sabia tudo. Mas nada disso não fez eu desistir dele.

Uma das filhas, Fátima, diz que ela e os irmãos, encarcerados no mesmo presídio, aprenderam tudo com o pai no mundo do crime.

— A gente conheceu as drogas por meio do meu pai.

Vinte a quatro anos de casados, onze deles presos na mesma penitenciária. Alexandre e Cláudia têm um casamento a serviço do crime. Vendiam drogas no interior do Rio Grande do Sul. Cláudia comenta sobre as dificuldades que enfrentou ao longo do tempo.

— A gente é preso junto, foge junto e volta junto para a cadeia.

E mais: como os presos das cadeias mistas se viram para garantir o mínimo de privacidade na visita íntima.

Fonte: r7

Opecação da PC e GAECO combate corrupção policial em Londrina

Pedro Ribas/ANPr A PCPR (Polícia Civil do Paraná), o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e o Gepatria (Grupo Especializado na Proteção do Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa), do MPPR (Ministério Público do Paraná) realizam operação de combate à corrupção policial em Londrina na manhã desta quinta-feira (1). O objetivo é cumprir nove mandados de busca e apreensão e outras sete medidas cautelares, incluindo o afastamento das funções públicas de cinco policiais civis.

Segundo os órgãos, as investigações iniciaram-se em abril de 2019 e giram em torno de um grupo composto por policiais civis e advogados que teriam praticado crimes de peculato, corrupção passiva e concussão. 


Os ilícitos teriam sido cometidos nos anos de 2017 e 2018 e têm relação com investigações em curso à época, que tramitavam na 10ª SDP (Subdivisão Policial de Londrina), de que eram suspeitos os clientes de dois advogados.

Um desses clientes, que já faleceu, estava sendo investigado por participação em roubo e tráfico de drogas, e um dos advogados enviou-lhe mensagem de áudio citando os nomes dos policiais que iriam receber a "propina” com a finalidade de não envolvê-lo ou ao menos diminuir sua responsabilidade no inquérito policial.

Em outro fato investigado, policiais civis teriam exigido, por intermédio de outro advogado, o pagamento de R$ 55 mil para não autuarem o cliente em flagrante por porte de arma e extorsão. O cliente havia sido conduzido à delegacia e só foi liberado após a transferência, na própria delegacia, do dinheiro para a conta do advogado. Na circunstância, não foi feito o flagrante, tendo apenas sido instaurado posteriormente um inquérito policial. Esse cliente investigado reclamou que durante o cumprimento da busca em sua residência foram subtraídos pelos policiais objetos como celulares, televisão e vídeo game. 


A investigação também contempla eventuais subtrações de objetos apreendidos em uma busca e apreensão realizada pelo grupo criminoso.

Os mandados foram expedidos pela 5ª Vara Criminal de Londrina.

Fonte: bonde.com.br

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