jornalista1

Agente do Presídio de Joaçaba é condenado a devolver R$ 169 mil por fraudar ponto para estudar medicina

Três ex-gerentes da unidade também tiveram bens bloqueados em igual valor por serem coniventes com esquema.

d2412 Agente recebia salário sem trabalhar no presídio de Joaçaba

Um agente penitenciário teve os bens bloqueados por medida judicial por ter recebido irregularmente salário por plantões no Presídio de Joaçaba sem ter trabalhado, durante cinco anos, conforme denúncia do Ministério Público de Santa Catarina. Segundo o órgão, no mesmo horário ele estaria assistindo aulas do curso de medicina na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc). Cabe recurso da decisão.

Três ex-gerentes do presídio, que atuaram entre 2009 e 2014, também tiveram os bens bloqueados, pela conivência com a situação. Segundo o MPSC, o agente penitenciário recebeu R$ 131 mil por 338 plantões não prestados, mas assinados em livro registro.

Atualmente o homem é médico e está afastado da função de agente penitenciário, mas ainda possui vínculo trabalhista.

A 2ª Vara Cível de Joaçaba determinou a devolução de R$ 169 mil por parte do agente penitenciário e que os outros três ex-gerentes devem dividir o mesmo valor, de R$ 169 mil.

O G1 SC tentou entrar em contato com a defesa, mas até esta publicação não conseguiu contato. 

Fonte: G1

PF busca quadrilha que enviava cocaína dos portos brasileiros para países da Europa

São cumpridos 13 mandados de prisão temporária e 12 de busca e apreensão em SP, SC e MG.

d1812 A Polícia Federal faz na manhã desta terça-feira (18) uma operação contra o tráfico internacional de drogas nos estados de São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais. São cumpridos 13 mandados de prisão temporária contra 11 brasileiros e dois sérvios, e 12 de busca e apreensão.

Até as 10h, sete pessoas haviam sido presas.

De acordo com a PF, o alvo é uma quadrilha comandada por estrangeiros que enviava cocaína pelos portos brasileiros para países da Europa. O esquema era coordenado na cidade de São Paulo.

Durante a investigação, em 29 de outubro, a PF e a Receita Federal localizaram no Porto de Itajaí (SC) uma remessa de 450 kg de cocaína que teria como destino a Inglaterra e que estava escondida em uma carga de farelo de trigo.

Outra apreensão ocorreu no Porto de Santos. Na ocasião, cerca de 1 tonelada de cocaína foi encontrada pelos policiais antes de ser enviada para a França.

Para garantir agilidade e baixar os gastos com mão de obra, a quadrilha usa máquinas para embalar cocaína, crack e maconha em série, e à vácuo. Elas substituem o sistema de pesagem e de embalagem manuais. Os Policiais tentam apreender essas máquinas e fazem buscas na casa de um dos fornecedores da tecnologia para o tráfico.

O inquérito foi aberto em abril deste ano, a partir de uma cooperação policial internacional com a Agência Antidrogas norte-americana sobre um grupo de sérvios que estaria enviando drogas para a Europa, a partir do Porto de Santos. As investigações da PF apontam que o grupo estaria ligado a um grande narcotraficante sérvio e articulava a compra de cocaína a partir da cidade de São Paulo/SP e enviava a droga à Europa por navios, utilizando os portos de Santos e Navegantes.

Os investigados presos serão indiciados e responderão pelos crimes de tráfico de drogas e associação internacional para o tráfico de drogas, com penas de 3 a 15 anos de prisão.

A operação ganhou o nome de "refúgio" porque um dos alvos entrou com com pedido de refúgio no Brasil utilizando documentos falsos.

A Polícia Civil de Santo André também faz uma operação antidrogas, batizada de "Alta Fluidez". Os agentes cumprem 24 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão.

Entre os nove alvos, de acordo com a investigação, estão os três traficantes mais influentes do ABC. Segundo a polícia, a quadrilha comanda o tráfico nas cidades da região, em Praia Grande e em Bauru, no interior do estado.

Para garantir agilidade e baixar os gastos com mão de obra, a quadrilha usa máquinas para embalar cocaína, crack e maconha em série, e à vácuo. Elas substituem o sistema de pesagem e de embalagem manuais. Os oliciais tentam apreender essas máquinas e fazem buscas na casa de um dos fornecedores da tecnologia para o tráfico. 

Fonte: G1

Em carta, número 1 do PCC ameaça matar promotor caso seja transferido de São Paulo

       Promotoria pediu à Justiça transferência de Marcola e outros 14 presos da facção     

d1212Duas mulheres foram presas na tarde deste sábado (8) após serem flagradas deixando a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, com cartas nas quais chefões da facção criminosa PCC ordenam o assassinato de duas pessoas, entre elas um promotor de Justiça.

De acordo com as mensagens, essas mortes devem ocorrer caso a transferência dos chefes da facção para presídios federais se concretize nos próximos dias —entre eles o número 1 do grupo, Marco Camacho, o Marcola.

O alvo principal do ataque seria o promotor Lincoln Gakiya, responsável pelo pedido de transferência, e que investiga há anos o crime organizado. O outro alvo seria um dos coordenadores da Secretaria da Administração Penitenciária na região de Presidente Venceslau, onde estão presos esses criminosos.

Uma das mensagens foi apreendida com a mulher do preso que divide cela com Marcola, o que leva as autoridades a acreditarem que partiu do próprio chefão do PCC a ordem de ataque.

Segundo informações de pessoas ligadas ao promotor, Gakiya recebeu reforço de escolta desde a noite de sábado. A Folha apurou que serviços de inteligência do governo paulista já tinham detectado ordem semelhante em conversas de presos do PCC.

O promotor pediu a transferência dos chefes da facção após um plano de resgate ser detectado pelo setor de inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo. 

O pedido seria feito em conjunto com os secretários da Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho, e da Administração Penitenciária, Lourival Gomes. Com o recuo da gestão Márcio França (PSB) nesse acordo, Lincoln fez a solicitação sozinho e aguarda decisão da Justiça.

Se for concedida, a ordem judicial é encaminhada ao governo federal para que providencie vagas em uma das cinco penitenciárias federais (Porto Velho/RO, Mossoró/RN, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR e Brasília/DF).

Folha apurou que integrantes do governo Michel Temer (MDB) já manifestaram apoio ao governo de São Paulo para a remoção, incluindo aeronaves e esquema especial de segurança. As transferências ao sistema federal são aceitas em situações específicas, como quando há risco de resgate dos presos nas unidades estaduais.

Pelo plano descoberto, a ideia dos criminosos era usar um exército de mercenários para arrebatar os presos dessa unidade, incluindo Marcola. Em razão dele, a Polícia Militar enviou para Venceslau um grande aparato policial, incluindo tropas de elite, como Rota e COE (operações especiais).

Folha visitou o local onde as tropas da PM foram alojadas em Presidente Venceslau e na região. Achou uma estrutura improvisada, com colchões com 5 cm de espessura, e policiais tendo de pagar a comida do próprio bolso para permaneceram na cidade. ​

Os detalhes desse possível resgate tornaram-se públicos pelo deputado federal e senador eleito Major Olímpio (PSL), que desde a semana passada também passou a andar sob escolta armada após serviços de inteligência do governo também detectarem risco de ataque contra ele.

Fonte: uol

Casa de advogada executada na fronteira é saqueada em Ponta Porã

Invasores levaram um aparelho DVR com imagens de câmeras de segurança

d0612A casa da advogada Laura Casuso, de 54 anos, executada a tiros por pistoleiro na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, foi revirada e furtada nesta quinta-feira (29) em Ponta Porã, cidade a 314 quilômetros de Campo Grande.

Investigadores do SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil foram acionados, com a informação de invasão de uma residência. No local foi constatado que a casa havia sido arrombada e que a proprietária era a advogada Laura Casuso.

A casa foi encontrada totalmente revirada pelos investigadores. Os invasores furtaram um aparelho DVR com imagens de câmeras de segurança. Não foi possível saber quais outros objetos furtados, já que não havia ninguém no local.

De acordo com o site Porã News, após a descoberta da residência de propriedade da advogada, a Polícia Civil montou equipes de vigilância nas proximidades e procura por familiares da vítima

Fonte: midiamax

PF investiga áudio em que delegado manda colega falsificar assinatura

d0212A Corregedoria da PF (Polícia Federal) investiga um áudio de WhatsApp em que um delegado manda um subordinado falsificar sua assinatura para entregar um documento à Justiça. As conversas circularam por grupos de mensagens de policiais e foram reveladas à reportagem do UOL. Em 1º de novembro, o delegado em questão precisava autorizar quinze dias de escutas telefônicas em uma investigação.

Para não comprometer uma operação em andamento da Polícia Federal, a reportagem do UOL optou por omitir o nome e o estado de atuação dos policiais envolvidos.

De acordo com o delegado, que conversou com a reportagem, o escrivão deveria imprimir os papéis, encontrar um outro delegado na Superintendência da PF para assiná-los, digitalizá-los e entregá-los à Justiça. 

No entanto, não foi encontrado nenhum oficial da PF para assinar o documento, segundo o delegado, que afirma que o prazo das escutas venceria no mesmo dia. 

O delegado disse ainda que um magistrado já aguardava a chegada do pedido para autorizar ou negar a continuidade dos grampos telefônicos.

Num dos áudios enviados ao escrivão, o delegado afirma que colocaria a culpa no subordinado em caso de problemas. “Não dá pra esperar, cara”, explica. “Vai dar nulidade e eu vou botar na tua conta. Tu tem que prestar atenção, cara. Não tem outra forma. É hoje. Vai perder o trabalho." 

Em outro áudio, o delegado pede que o escrivão simule sua assinatura no documento. “Falsifica minha assinatura, cara. Você sabe mais ou menos como é que faz. E toca a ficha por favor.”

A discussão começou às 16h e só terminou à noite. A Justiça aceitou receber o documento sem assinatura, atestando no processo que ele tinha sido enviado pelo delegado, e autorizou a continuidade das escutas.

Repercussão

Pela Lei 9.296/96, os pedidos de interceptação podem ser feitos até “verbalmente” em alguns casos considerados excepcionais.

A Corregedoria da Superintendência da PF envolvida abriu procedimento para apurar os fatos. O delegado disse que o caso “está em andamento, mas já está entendido”.

O presidente da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais), Luís Boudens, afirmou que a entidade vai “pedir instauração de procedimento contra esse delegado” na próxima segunda-feira. O vice-presidente do sindicato dos policiais federais do estado em questão afirmou que o delegado cometeu “abuso” ao fazer uma “ameaça” ao escrivão e ao solicitar a falsificação da assinatura. “É a tentativa de dar um jeito que não é próprio ao sistema da PF”, contou à reportagem.

O delegado afirmou ao UOL que ficou “surpreso” com a reação da federação e a proporção que o caso tomou. Para ele não houve ilegalidade, porque o pedido de continuidade dos grampos foi feito por ele mesmo e seria ratificado depois. “Não há qualquer intenção de prática ilícita. Nós estamos aqui para praticar justiça.”

O policial afirma ainda que a questão foi superada com o colega escrivão, que na ocasião dos áudios havia trabalhado durante doze horas depois de um flagrante pela manhã. “Foi um equívoco, uma figura de linguagem.”

A ADPF (Associação Nacional dos Delegados da PF) afirmou que o comportamento do delegado foi normal e vai defendê-lo judicialmente se for necessário. “Era um contexto de conversa informal”, disse o presidente da entidade, Edvandir Paiva. "O colega não tinha a menor intenção de falsificar nada. Ali, no calor dos fatos, deu essa confusão. É um delegado muito trabalhador, sério, tem sido bem respeitado. Não vejo repercussão penal."

A Polícia Federal, através de assessoria de imprensa, afirma que instaurou procedimento administrativo para apurar os fatos.

Fonte: UOL

Mais artigos...

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

bannerdisponivel

Impakto nas Redes Sociais

                                   

 

blogimpakto.        sicride      CONTASABERTAS  universidadedotransito   acervo        kennya6      alexandrejose    codigoeticajor    jornalismoinvestigativo

Desenvolvido por: ClauBarros Web