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Gaeco prende policiais militares suspeitos tentativa de morte em Foz do Iguaçu

Os dois oficiais foram detidos na noite de sexta-feira (18)

gaeco19O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Foz do Iguaçu prendeu na noite da última sexta-feira (18), dois policiais militares acusados de participarem de uma tentativa de homicídio na fronteira.

A prisão dos militares, que não tiveram os nomes divulgados, foi confirmada pelo 14 Batalhão de Polícia militar de Foz do Iguaçu.

Os dois PMs foram levados para uma sala especial no batalhão de polícia. Os oficiais são suspeitos de tentar matar Douglas Ricardo de Oliveira, 29 anos, baleado com três tiros no dia 26 de julho deste ano na fronteira.

Os investigadores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) acreditam também que os policiais têm envolvimento na última tentativa de homicídio contra Douglas, quando homens encapuzados e armados invadiram o Hospital Municipal da cidade a procura do rapaz com o intuito de matá-lo. O GAECO deve se pronunciar sobre o caso ainda nesta semana.

Douglas teve o carro atingido por vários disparos em plena luz do dia no dia 26 de julho na rua Rio Claro, Jardim Canadá em Foz. Foram mais de 20 tiros, mas apenas três acertaram o rapaz. Ele ficou internado no hospital da cidade, mas devido a invasão registrada na madrugada de quarta-feira (16) no hospital municipal, Douglas foi transferido para um hospital em Curitiba.

Fonte: catve

Oficiais da PM do RJ são presos em nova fase de operação sobre fraudes envolvendo fundo da corporação

Ao todo, Corregedoria da PM conseguiu prender 4 dos 7 militares com prisão decretada. Dois já estavam presos e uma capitã era considerada foragida até a noite de sexta.

 

pmrjMais quatro oficiais da Polícia Militar foram presos nesta sexta-feira (18) acusados de participar de umesquema criminoso que desviou milhões do fundo de saúde da corporação, o Fuspom. Nesta quinta-feira (18), a Auditoria da Justiça Militar do estadodecretou a prisão preventivade sete militares, sendo que dois deles já estavam presos. Uma capitã, no entanto, segue foragida.

Os oficiais presos nesta sexta estão entre os 11 denunciados na 5ª fase da operação Carcinoma, deflagrada em dezembro de 2015. A ação é resultado de um esforço conjunto do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança e a Corregedoria da PM.

Após a decisão da Justiça, a Corregedoria conseguiu prender nesta sexta o coronel Marcelo de Almeida Carneiro; o subtenente e ex-auxiliar administrativo do hospital da PM em Niterói, Marcelo Olímpio de Almeida; o 1º tenente João Jorge de Souza; e o capitão Edson Silva.

A capitã Luciana Rosas Franklin, ex-chefe da Central Médica de Material Hospitalar dos hospitais da PM no Rio e em Niterói, era considerada foragida até o início da noite desta sexta.

Os coronéis Ricardo Coutinho Pacheco, ex-chefe do Estado Maior Geral Administrativo da PM; e o coronel Kleber dos Santos Martins, ex-diretor geral de Administração e Finanças, já estavam presos. A Pacheco, inclusive, foi concedida a prisão domiciliar porque o oficial sofre de um câncer.

O registro das prisões dos oficiais detidos nesta 5ª fase foram realizados na 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar e já foram conduzidos à Unidade Prisional da PM, em Niterói.

OG1não conseguiu contato com as defesas dos policiais citados.

Operação Carcinoma

O grupo de policiais, conforme comunicado pelo MP, é acusado de fraudar contratos do Fuspom com a empresa Gama Med para compra de medicamentos e insumos e com a empresa Comercial Feruma para a compra de roupas hospitalares para o Hospital Central da PM no Rio, no Estácio. As fraudes também atingiram o hospital da corporação em Niterói, Região Metropolitana do Rio. Segundo o MP, ao todo, as fraudes chegaram a cerca de R$ 4,5 milhões.

Fonte: G1

 

 

Governo pretende criar exceções no corte de gastos para servidores

corte de gastosO governo do Paraná está abrindo exceções na ordem geral de corte de gastos e recursos que está vigorando para a maioria das categorias de servidores do serviço público. O projeto de lei complementar nº 6, de 2017, enviado à Assembleia Legislativa dispensa o Fundo Especial da Procuradoria Geral do Estado de repassar as sobras de receita ao orçamento do tesouro do Poder Executivo, o chamado caixa único do Estado.

O líder da bancada de Oposição, deputado Tadeu Veneri (PT), cobrou esclarecimentos ao governo sobre o projeto, que altera a lei nº 14.234, que criou o fundo especial da procuradoria. A lei estabelece as fontes de recursos e as formas de aplicação dos recursos do fundo. Uma das mudanças propostas pelo governo exclui o fundo da limitação de gastos em caso de descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal.

Em 2014, a Lei complementar nº 181 determinou que, ao final de cada exercício, os recursos correspondentes a eventual superávit financeiro seriam transferidos ao Tesouro. “Nós queremos saber por que o governo poupa os procuradores dos sacrifícios que está exigindo dos demais servidores. Não podemos criar situações diferenciadas entre o funcionalismo . Os procuradores não se submetem às leis que recomendam para os demais?”, questionou o líder da bancada de Oposição.

Projeto de filho de Cabral beneficia agentes penitenciários

Proposta de Marco Antonio Cabral (PMDB-RJ) prevê isenção de Imposto de Renda; deputado nega ter apresentado sugestão porque seu pai está preso

cabral1RIO - Filho de ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), o deputado federal Marco Antonio Cabral (PMDB-RJ) apresentou um projeto de lei que beneficia os agentes penitenciários. A categoria é responsável por vigiar seu pai, preso desde novembro de 2016, acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ex-governador alega em sua defesa ter se beneficiado de dinheiro  que sobrou de campanhas eleitorais, supostamente de caixa 2.

Por meio de sua assessoria, o parlamentar negou ter apresentado a proposta para beneficiar seu pai. A informação sobre a proposição foi publicada por O Globo e confirmada pelo Estado.

O projeto, apresentado por Marco Antonio no último dia 2, prevê a isenção de Imposto de Renda para os agentes. Também isenta a categoria de recolher Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos. Em sua justificativa, o deputado exalta a categoria. Afirma que seus integrantes recebem salários baixos e lembra que trabalham em más condições.

“Dada a natureza do exercício profissional do agente penitenciário, faz-se justa a concessão de certos benefícios a estes servidores”, diz. 

O deputado elogia a categoria. Segundo ele, os agentes penitenciários são “parte consubstancial e importantíssima do conjunto público de carreiras que forma o sistema de Segurança Pública nacional (...)”. Por isso, defende, merecem “reconhecimento pela função que exercem”.

O parlamentar também alega, na defesa da isenção do imposto para veículos para agentes penitenciários, que a atividade dos agentes não se esgota ao fim do seu turno ou expediente.

“Dada a natureza do exercício profissional do agente penitenciário, faz-se justa a concessão de certos benefícios a estes servidores”, diz. 

Proposta. Por meio de sua assessoria de imprensa, Marco Antonio negou ter apresentado o projeto porque seu pai está na prisão. Informou que já protocolara proposta semelhante para beneficiar servidores de outras categorias do setor de segurança pública. Desta vez, resolveu incluir os agentes que trabalham nos sistemas penitenciários, explicou.

“Como os agentes penitenciários não eram contemplados pelo artigo 144, ele fez um Projeto de Lei específico para a categoria, pois considera que esses profissionais também devem ser reconhecidos como agentes de Segurança Pública”, informou a assessoria, por meio de nota.

Fonte: Estadão

 

Gaeco faz operação em delegacia de Curitiba e encontra R$ 20 mil que podem ter sido pagos para liberação de preso

gaecompO Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) apreendeu, nesta segunda-feira (31), R$ 20 mil que estavam dentro de uma gaveta na Delegacia de Estelionato (DE) de Curitiba. A principal suspeita é de que um preso repassou o dinheiro a um policial civil para ser liberado.

Segundo o procurador Leonir Batisti, que coordena o Gaeco, o policial envolvido ainda não foi preso, mas já está identificado. “Nós temos uma suspeita firme sobre quem é essa pessoa. As investigações começaram depois que recebemos uma denúncia anônima de que haveria um acerto na delegacia, motivada pela prisão de um indivíduo armado, que seria batedor de um veículo que transportava cigarros”, disse ele em entrevista à Banda B.

Com a informação de que a negociação aconteceria nesta segunda, o Gaeco realizou a operação na DE, apreendendo cerca de R$ 20 mil e a arma do preso. “O que nós sabemos é que esse batedor ficou detido durante 24 horas e liberado em seguida sem nenhum tipo de formalização do auto da prisão”, completou Batisti.

A ação do Gaeco contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil e da Delegacia de Estelionato, que continuam a investigar o caso.

Polícia Civil

Em nota, a Polícia Civil informou que a Corregedoria Geral acompanhou a operação deflagrada na manhã desta segunda pelo Gaeco. Paralelamente ao inquérito policial (IP), será aberto um procedimento administrativo disciplinar para apurar o caso.

Caso fique comprovada a transgressão disciplinar, o servidor estará sujeito a pena de demissão do cargo. A Corregedoria informou ainda que o policial foi afastado de suas funções até que seja concluído o procedimento.

A direção enfatizou que qualquer ato em desconformidade com as regras de conduta contidas nas leis e no estatuto da Polícia Civil será rigorosamente apurado pela instituição.

Fonte: http://www.bandab.com.br

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