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Presos usam aquecedores para amolecer concreto e cavar buraco em parede de cadeia, no PR

Ocorrência foi registrada na tarde desta sexta-feira (21) em Umuarama, no noroeste do estado.

aquecedorAgentes de carceragem e policiais militares descobriram que presos estavam usando aquecedores para amolecer o concreto de uma parede da Cadeia Pública de Umuarama, no noroeste do Paraná, na tarde desta sexta-feira (21). Um policial ouviu um barulho na carceragem e acionou os funcionários da delegacia, que encontraram um buraco que estava sendo aberto na parede, informou a Polícia Militar (PM). Ninguém fugiu.

Após vistoria, foram recolhidas peças de aquecedores desmontados, que eram colocadas quentes na parede. Além disso, também foram apreendidos dez telefones celulares, 16 buchas de maconha e 18 buchas de cocaína.

Segundo os agentes de carceragem, os presos da galeria onde o buraco foi encontrado foram transferidos para outra.

A Cadeia Pública de Umuarama está atualmente com 215 presos, mas foi projetada para receber 90 pessoas.

O G1 tenta contato com o Departamento Penitenciário (Depen) do Paraná.

FONTE: http://g1.globo.com

Homem invade Ceresp e atira contra agentes penitenciários em Betim

O criminoso ainda não foi localizado; a Polícia Militar ainda não sabe qual era a intenção do suspeito ao entrar no centro de reclusão; ninguém ficou ferido

ceresp1Um homem invadiu o Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) de Betim, na região metropolitana, na madrugada deste domingo (16), foi descoberto e, na fuga, atirou contra os agentes penitenciários. O criminoso ainda não foi localizado. A Polícia Militar (PM) ainda não sabe qual era a intenção do suspeito ao entrar no centro de reclusão.
Usando calça jeans, blusa de frio e tênis - todas as peças do vestuário na cor preta -, o  invasor foi avistado, por 2h45, por um agente penitenciário, que identificou o homem suspeito escondido em um "canto escuro de frente para o vestiário feminino".
Imediatamente, o diretor da unidade e a PM foram acionados. Porém, ao perceber que havia sido descoberto o suspeito fugiu pela cerca externa do Ceresp, que foi danificada. Os agentes que seguiram o invasor acabaram surpreendidos por tiros disparados por ele. 
Durante o tiroteio, os policiais de uma companhia localizada próxima ao Ceresp chegaram rapidamente ao local, mas não conseguiram realizar a prisão do suspeito, que se embrenhou em uma mata próxima.
As buscas pelo criminoso contaram com o grupo Rondas Ostensivas com Cães (Rocca), que usou o cheiro de um dos tênis do suspeito, deixado durante a fuga, para tentar localizá-lo. Contudo, até a manhã deste domingo o homem não havia sido encontrado. 
A perícia constatou que, para entrar no Ceresp, o suspeito havia deslocou um dos postes de sustentação da certa do local. Ainda não se sabe também se ele teve ajuda. 
Ribeirão das Neves
Lembrando uma cena da série Prison Break, 15 internos do Centro Socioeducativo de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, fugiram na manhã desse sábado (15).
Conforme informou a Polícia Militar, os adolescentes jogavam bola no momento da fuga. Eles teriam planejado a saída e rendido agentes socieducativos com facas. Um cobertor foi usado por eles para pular o muro e se livrar do arrame.    

Um menor de 16 anos, que foi recapturado, contou que aproveitou o momento e pulou com outros adolescentes. O adolescente cortou o pé, será medicado e encaminhado para a delegacia de plantão.

Fonte: OTEMPO

Três presos são mortos e 4 ficam feridos durante rebelião em presídio de MT

Penitenciária em Sinop foi isolada e forças de segurança tentam encerrar rebelião. Familiares e mulheres dos presos estão na frente da unidade

forcasmsTrês presos morreram e quatro ficaram feridos durante a rebelião na Penitenciária Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem) em Sinop, a 503 km de Cuiabá, na manhã desta terça-feira (11). Desde o início da manhã os presos ocupam duas alas da unidade e fazem outros presos reféns. Forças da segurança pública de Mato Grosso estão no local e tentam encerrar o conflito no presídio. Não há informações do motivo da rebelião.

As mortes foram confirmadas pela Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos de Mato Grosso (Sejudh-MT) no final da manhã desta terça-feira. Nenhum dos presos mortos foi identificado até o momento. Os outros detentos que ficaram feridos foram socorridos e encaminhados a unidades de saúde. O Sindicato dos Servidores Penitenciários de Mato Grosso (Sindspen-MT) disse que três corpos foram retirados do presídio.

Os presos que estão rebelados, conforme a Sejudh, estão concentrados em duas alas nos raios Laranja e Amarelo. O restante da unidade prisional está isolado, sem risco de fuga dos detentos. Integrantes das forças de segurança fazem negociações com os presos para encerrar a rebelião. Há presença de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público Estadual (MPE), e Judiciário.

Familiares e mulheres dos presos estão concentrados na frente da penitenciária.

Os secretários de Estado de Justiça e Direitos Humanos, Airton Siqueira, e de Segurança Pública, Rogers Jarbas, estão no local. Agentes do Serviço de Operações Penitenciárias Especializadas (SOE), da Ronda Ostensiva Tática Móvel (Rotam), Força Tática, Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros também participam da ação no presídio.

Rebelião
A Penitenciária Ferrugem fica na zona rural de Sinop, tem capacidade para 326 pessoas, porém, atualmente abriga mais de 700 detentos. A Polícia Civil também pediu para que as delegacias regionais enviem reforços para rondas nas imediações de cadeias e presídios para evitar possíveis tentativas de fugas ou outras ações nas principais unidades de Mato Grosso.

A rebelião teve início durante a entrada dos agentes nas celas. “Quando os agentes entraram de manhã, os presos usaram outros presos como 'barricadas' [contra os agentes]. Os reféns que estão lá são outros presos. Eles [os presos] têm algumas armas lá dentro, são duas pistolas. Não se sabe como elas chegaram até eles”, disse o presidente do Sindspen, João Batista Pereira.

Fonte: http://g1.globo.com/mato-grosso/noticia/tres-presos-sao-mortos-e-4-ficam-feridos-durante-rebeliao-em-presidio-de-mt.ghtml

Presos em delegacias escondem falta de vagas em penitenciárias, aponta TCE-PR

Roger Pereira

presosemdelegaciasRelatório de Análise Preliminar do Sistema Penitenciário apresentado nesta terça-feira (04) pelo Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE) aponta que a situação do sistema prisional do estado só não é tão grave quanto às dos estados do Norte e Nordeste do país porque o estado contingencia seu problema às delegacias de polícia, mantendo um terço de seus presos, provisórios ou condenados, nas cadeias ou carceragens, infringindo o código de processo penal e desviando centenas de policiais civis de suas funções.

“O objetivo inicial do nossa análise era avaliar o sistema penitenciário, mas já nos primeiros dias percebemos que não poderíamos separar da situação do sistema carcerário, este sim, superlotado”, disse o presidente do Tribunal, conselheiro Durval Amaral.

Segundo o relatório, há, hoje, no Paraná, 19.237 presos em penitenciárias, para um total de 18.103 vagas, um déficit de vagas de 1.134, inferior a 10%. No entanto, nas delegacias e cadeias, estão abrigados hoje 9.737 presos, mais que o dobro das 4.417 vagas. “Se considerarmos que delegacia de polícia não é local de abrigo de presos, temos que somar esses 9.737 ao déficit de vagas do Paraná, que ultrapassaria 10 mil vagas”, disse o coordenador-geral de fiscalização do Tribunal, Mauro Munhoz. “É uma situação única no país, em nenhum outro estado há essa superlotação nas cadeias”, acrescentou.

O relatório ainda aponta a situação precária destes presos em cadeias, amontoados em celas com 2,2 presos por vaga em média e sem oportunidade alguma de ressocialização. “Quando falo que o custo de R$ 35 mil anual por preso é alto e mal aplicado é porque estamos gastando este recurso apenas para abrigá-los, não há oportunidade de ressocialização. Apenas um terço dos presos participam de algum projeto de educação ou trabalho, e deste trabalho, muitos são internos, como limpeza e alimentação nas unidades, o que tem seu caráter de ressocialização discutível. O preso entra no sistema, gastamos R$ 35 mil por ano com ele, ele sai, e, rapidamente, volta, pois não teve oportunidade fora”, comentou Durval.

O TCE apurou um gasto anual de R$ 683,3 milhões apenas com o sistema prisional, com os presos detidos em penitenciárias. Não há números sobre a situação dos mais de 9 mil presos em delegacias. “É até vergonhoso dizer, mas o TCE não conseguiu dados sobre quanto custa um preso em cadeia. Não há uma central de custos,  Secretaria de Segurança Pública não consegue calcular esse valor”, disse Munhoz. “E há ainda a questão do desvio de função. Quase todos os delegados, escrivães e investigadores da Polícia Civil, ao invés de investigar e solucionar crimes, estão cuidando de presos, isso impacta na criminalidade, é um problema de segurança pública e uma infração à legislação”, apontou

A partir do relatório apresentado nesta tarde, o Tribunal de Contas do Estado determinou a realização de uma auditoria completa no sistema penitenciário e carcerário do estado, com o prazo de seis meses. O Tribunal também decidiu pelo envio de proposta ao Governo do Estado  para que em ação conjunta com o Tribunal de Justiça, o Ministério Público e a Defensoria Pública, seja elaborado, em caráter de urgência, um plano estratégico para o sistema carcerário. “Não queremos fazer essa auditoria, concluí-la, responsabilizar as pessoas, mas não apresentar uma solução concreta”, disse Durval.

O Tribunal também enviou recomendação ao Estado para que parte dos US$ 112 conseguidos em empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para a projetos de modernização na Segurança Pública seja destinada à construção de novos presídios.

Fonte: http://paranaportal.uol.com.br

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