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PM é morto por colega de farda após discussão na Zona Norte do Rio

antonioandersonUm policial militar foi morto a tiros em Irajá, na Zona Norte do Rio, no fim da noite desta quinta-feira. Antonio Anderson Ferreira Mattos, de 44 anos, foi baleado várias vezes por tiros de revólver 380, após uma discussão com o também PM Thiago Morais de Carvalho. Anderson foi levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu.

Thiago Moraes foi detido administrativamente pela 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (2ª DPJM) e preso, em flagrante, por policiais Civis da Delegacia de Homicídios da Capital (DH/Capital).

De acordo com a polícia, o sargento Antonio Anderson conversava com amigos, por volta das 23h, após parar o carro na frente da garagem do soldado Morais, na Rua Jaracatiá, próximo ao ponto conhecido como Largo do Bicão. Thiago teria, então, chegado ao local exigindo a retirada do veículo, dando início a um bate-boca. Em seguida, ainda segundo esses relatos, o soldado teria aberto fogo contra o sargento, que reagiu, mas não chegou a atingir o outro PM.

Os testemunhos também apontam que Antonio Anderson seria namorado de uma prima do atirador, que foi detido e encaminhado à 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), em Padre Miguel, na Zona Oeste da cidade. A vítima era lotada no 41º BPM (Irajá), responsável por patrulhar a área onde o crime ocorreu, enquanto o soldado Morais pertence aos quadros do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes).

O sargento foi levado por bombeiros para o Getúlio Vargas. Na unidade de saúde, constatou-se que ele foi atingido por pelo menos seis tiros, parte deles na altura do peito. De acordo com o 41º BPM, a Delegacia de Homicídios (DH) da capital foi acionada após o ocorrido.

Antonio Anderson deixa dois filhos. Ele é o 33º policial militar assassinado no estado do Rio desde o início do ano, 11 deles em serviço. Além disso, dois policiais civis também foram mortos em situações de violência.

Fonte: https://extra.globo.com

PM e trio de MS são presos levando munição de fuzil para favela no RJ

Três presos são naturais de Mundo Novo e são os responsáveis por toda a logística de transporte da munição

d0904Um policial militar e três sul-mato-grossenses foram presos, em flagrante, com grande quantidade de munição para fuzis calibre 5,56 mm, em duas situações diferentes no Rio de Janeiro. As apreensões foram feitas por agentes da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos da Polícia Civil e por policiais rodoviários federais. O grupo levava o material de Mato Grosso do Sul para distribuir em favelas do Rio.

Conforme publicação do Jornal Extra, os suspeitos foram detidos simultaneamente em duas situações diferentes. Cleverson Neves Pessoa, conhecido como Clevinho, de 30 anos; e Claudecir Queiroz Brito, conhecido como Mato Grosso, de 27 anos, foram encontrados em um quiosque na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Já Marciano Ferreira Gusmão, conhecido como Pokemon, de 24 anos; e o policial militar Gláucio Gomes Martins, de 30 anos, foram presos em Cordovil, na Zona Norte. A prisão ocorreu no momento em que o carregamento de munição era entregue ao PM, que seria o responsável por distribuir o material. Ele conduzia um veículo Toyota Corolla roubado e com placas clonadas. A munição apreendida estava escondida no assoalho de um Santana, que era conduzido por Marciano Gusmão.

Na ação, que contou com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), três veículos foram apreendidos com os criminosos.

Mudo Novo (MS) - Cleverson, Claudecir e Marciano são naturais da cidade Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, e são os responsáveis por toda a logística de transporte da munição de lá para o Rio. Segundo a polícia, todos eles possuem antecedentes criminais por vários crimes como tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, roubo majorado, receptação e contrabando.

Fonte: campograndenews

Policial rodoviário ferido em ação da PM achou que seria vítima de assalto; polícia afirma que agente apresentava sinais de embriaguez

d0405Polícia Militar (PM) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apresentaram posicionamentos diferentes sobre o incidente ocorrido na madrugada desta terça-feira (3) em São José dos Pinhais. Um policial rodoviário federal, de 43 anos, e uma mulher de 40 anos ficaram feridos durante uma abordagem do Comando de Operações Especiais (COE).

As principais divergências são referentes à aproximação do carro em que estava o policial rodoviário e à apresentação dos integrantes do COE. Além disso, a PMPR afirmou que o agente da PRF estaria embriagado, porém, ele não foi preso.

O comandante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), tenente-coronel Hudson Leôncio Teixeira, afirmou que o policial rodoviário passou pela equipe do COE em alta velocidade. Além disso, ele não teria obedecido a ordem de parada dada pelos policiais e teria jogado o carro em direção à equipe.

“Os policiais estavam uniformizados. Eles deram voz de parada, mas o cidadão não acatou e jogou o veículo contra a equipe”, disse o tenente-coronel. Neste momento, os “policiais efetuaram disparos em direção ao motor e aos pneus” do Jac J3 conduzido pelo agente rodoviário.

Um dos disparos atingiu o tornozelo da mulher que estava com ele, que de acordo com a PM ficou ferido apenas por estilhaços. O agente rodoviário teria feito ainda uma manobra para escapar dos disparos e bateu o carro contra o muro ao dar a ré com o veículo. Ainda conforme a versão da PM, a mulher ficou no local enquanto o agente rodoviário teria fugido em direção a uma área de mata e se apresentou minutos depois no Corpo de Bombeiros da cidade alegando que foi vítima de tentativa de assalto.

“O pessoal que estava lá constatou que ele estava embriagado”, disse o comandante do BOPE. O agente teria dito que ingeriu caipirinha antes de dirigir.

Em nota, a PRF alegou que o agente imaginou “que se tratava de uma tentativa de assalto”, pois observou “homens armados próximo a um carro, escondidos atrás de um caminhão estacionado”. Por causo disso, “parou e engatou marcha à ré, quando, a uma distância de pelo menos 20 metros, começaram os disparos de arma de fogo em sua direção”, divulgou a polícia rodoviária.

A PRF destacou ainda que, em seu relato, o agente afirmou que “em nenhum momento os atiradores se identificaram como policiais militares antes de efetuar os disparos. Ele também não conseguiu avistar nenhuma viatura caracterizada no local”.

O agente rodoviário teve ferimentos nas pernas e nos braços, além de um corte na cabeça. Ele e sua amiga foram encaminhados para o Hospital Cajuru.

O caso foi encaminhado para a Delegacia de São José dos Pinhais e a reportagem aguarda retorno da assessoria de imprensa da Polícia Civil sobre o caso.

Operação oficial

Os policiais militares estavam no local em uma operação que pretendia flagrar uma quadrilha que estaria preparada para roubar um banco na avenida Rui Barbosa. O comandante do BOPE afirmou que a corporação havia recebido uma denúncia de que 10 homens realizariam a ação durante a madrugada e chegariam em pelo menos quatro carros.

“A denúncia tinha bastante evidências de que ocorreria o fato”, disse o tenente-coronel. Ele destacou que a operação era oficial.

Atualização

Um inquérito policial vai apurar o caso e o carro do policial será avaliado em uma perícia, informou a Polícia Civil em nota. 

Fonte: massaNEWS

 

Grupo que inclui militares traficou pelo menos 40 armas em 40 dias, diz Polícia Civil do DF

Operação Shooter prendeu 25 nesta sexta; pelo menos quatro serviram às Forças Armadas. Exército nega relação com suposto chefe do esquema.

d2603O esquema de tráfico de armas desarticulado nesta sexta-feira (23) no Distrito Federal movimentou pelo menos 40 armas, além de munição, nos últimos 40 dias, afirma a Polícia Civil. Ao todo, 25 pessoas foram detidas por suposto envolvimento nos crimes. 

De acordo com os investigadores, cinco suspeitos cumpriram serviço militar nas Forças Armadas – um da reserva, três ex-militares e um que segue na ativa. O número inclui o suposto chefe do esquema, Mauro de Souza Ferreira, que, segundo a Polícia Civil, serviu ao Exército e se apresentava como militar na hora de negociar o armamento. 

Em nota ao G1 (veja íntegra no fim do texto), o Comando Militar do Planalto (CMP) contestou a informação. Segundo o texto, Ferreira "foi dispensado do Serviço Militar por excesso de contingente, isto é, não serviu ao Exército". 

No mesmo comunicado, o CMP confirma a prisão de um militar da ativa e dois "ex-militares" – que já cumpriram o tempo devido no Exército. O órgão diz aguardar informações adicionais para tomar as medidas legais cabíveis. 

Também em nota ao G1, a Força Aérea confirmou que um "cabo reformado" – ou seja, que já serviu à Aeronáutica, mas não atua mais na instituição – foi preso nesta sexta. Segundo a Aeronáutica, ele foi transferido para a Ala 1 (antiga Base Aérea de Brasília), onde ficará à disposição da Justiça. 

"A FAB colabora com a autoridade policial que está conduzindo as investigações", diz o texto. A Força Aérea não informou se pretende tomar medidas administrativas – como abrir um inquérito militar, por exemplo – neste caso. 

 

Operação extensa

A operação Shooter (atirador, em inglês) cumpriu 22 mandados de prisão pela manhã, e outros 43 mandados de busca e apreensão ao longo do dia, em seis regiões do DF e duas cidades de Goiás (Valparaíso e Novo Gama, ambas no Entorno da capital). 

Com os presos, a polícia encontrou várias armas, entre elas, pistola calibre .40, .380 e 9 mm, fuzil 7,62 e munição pesada. O número de presos (25) é maior que o de mandados de prisão (22) porque, durante o cumprimento dos mandados de busca de apreensão, três pessoas foram detidas em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. 

Segundo o delegado-chefe da Divisão de Repressão ao Crime Organizado do DF, Adriano Chaves Valente, o esquema de venda ilegal de armas funcionava a partir de três núcleos: o dos militares, dos colecionadores de armas e dos criminosos. 

Mauro de Souza Ferreira, apontado como chefe do esquema, era responsável por comprar as armas dos colecionadores – dois deles eram militares – e revender aos criminosos. 

“Ele estava se articulando para fazer o cadastro de colecionador e atirador, para evitar essa ponte com os militares. Tendo acesso mais fácil às armas, ele lucraria muito mais e inseriria mais armas no ‘mundo do crime’. Por isso, deflagramos a operação agora.” 

De acordo com Valente, o principal objetivo da segunda fase da operação será descobrir a origem das armas que chegavam às mãos de Mauro. Entre os 25 detidos preventivamente nesta sexta, há um criminoso com mandado de prisão anterior, aberto pelo crime de extorsão mediante sequestro. 

 

Ativa, reserva ou reforma?

Ao longo da sexta-feira, enquanto os mandados eram cumpridos, informações desencontradas foram prestadas pelos investigadores e pelas Forças Armadas. As divergências se referiam, principalmente, ao "status" dos militares supostamente envolvidos no esquema. 

O Estatuto dos Militares mais recente é de 1980, e define as "situações" possíveis para cada membro das Forças Armadas. Entenda: 

 

  1. Na ativa: são os profissionais que estão "em serviço". Inclui os militares de carreira, quem está no serviço inicial, os reservistas convocados nas situações previstas em lei e alunos de órgãos de formação. Em contextos de guerra, todo cidadão brasileiro mobilizado é considerado na ativa.
    1. Na reserva: inclui a reserva remunerada – similar à aposentadoria, concedida sob requerimento aos militares que cumprirem 30 anos de serviço – e os cidadãos em "condições de convocação ou mobilização" – por exemplo, quem foi dispensado quando se apresentou aos 18 anos. Policiais militares e bombeiros também são considerados reserva.
      1. Reformado: são os militares que, após terem prestado serviço por um tempo, foram dispensados em definitivo, mas continuam a receber remuneração. Essa inativação pode ocorrer por diversos motivos – idade-limite, incapacidade, condenação pelo Código Penal Militar ou fim do tempo de serviço pré-estabelecido, por exemplo.

Assessor parlamentar preso

O assessor parlamentar Robson Pereira da Rocha Silva, que trabalha com o deputado federal José Otávio Germano (PP-RS), também foi preso durante a operação. Segundo a polícia, ele também estava com uma pistola calibre .380. 

Robson Pereira da Rocha Silva foi nomeado para exercer o cargo no gabinete do parlamentar em 26 de junho de 2015, segundo consta no Diário Oficial da União. O deputado disse à TV Globo que "tem total confiança no assessor parlamentar" e que "acredita que tudo será esclarecido". 

Colecionadores de armas estavam entre os alvos da Operação Shooter, mas a polícia informou que apenas um estava irregular – ele tinha uma pistola 9 mm, que foi confiscada. 

 

Confira a íntegra do posicionamento enviado pelo Comando Militar do Planalto ao G1:

"Até o presente momento, de acordo com as informações recebidas, quatro indivíduos foram identificados como militares ou ex-militares do Exército. Esclarecemos que Mauro de Souza Ferreira foi dispensado do Serviço Militar por excesso de contingente, isto é, não serviu ao Exército. Dentre os demais indivíduos detidos, 2 serviram ao Exército e 1 é militar da ativa. 

O Comando Militar do Planalto aguarda outras informações sobre as investigações desenvolvidas e tomará todas as medidas legais cabíveis para investigar os fatos e apurar as responsabilidades. 

O Exército Brasileiro encontra-se em perfeita sintonia com os Órgãos de Segurança Pública do DF, para a completa elucidação dos fatos. 

Reitera-se que o Exército não compactua com ações delituosas dessa natureza que não encontram guarda no estamento das Forças Armadas, nem coadunam com os princípios morais e éticos observados por seus integrantes." 

 

Fonte: G1

 

Agente penitenciário é preso ao tentar levar arma de Presídio de Piraquara para casa

O armamento foi apreendido no interior do veículo do agente, informou a Sesp

d0103Um agente de cadeia pública foi flagrado ao tentar levar para casa um armamento de uso do Departamento Penitenciário, uma arma calibre 12, na manhã desta segunda-feira (26), em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. O armamento foi apreendido no interior do veículo do agente.

Após apresentar comportamento suspeito, o veículo do agente foi abordado e revistado por uma equipe da Seção de Operações Especiais do Depen, ainda no interior do Complexo Penitenciário de Piraquara. O homem de 40 anos havia acabado de deixar o plantão noturno na Casa de Custódia de Piraquara (CCP), onde estava lotado.

A arma foi encontrada embaixo do banco traseiro do veículo. Preso em flagrante o agente foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Piraquara, onde permanece detido.

O agente de cadeia pública prestava serviços ao Depen desde outubro de 2016. Ele foi contratado temporariamente por Processo Seletivo Simplicado (PSS) e não faz parte do quadro efetivo do Departamento.

Um procedimento administrativo será aberto para investigar o caso. O nome do agente não foi informado.

Fonte: bandaB

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