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Em carta, número 1 do PCC ameaça matar promotor caso seja transferido de São Paulo

       Promotoria pediu à Justiça transferência de Marcola e outros 14 presos da facção     

d1212Duas mulheres foram presas na tarde deste sábado (8) após serem flagradas deixando a Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, com cartas nas quais chefões da facção criminosa PCC ordenam o assassinato de duas pessoas, entre elas um promotor de Justiça.

De acordo com as mensagens, essas mortes devem ocorrer caso a transferência dos chefes da facção para presídios federais se concretize nos próximos dias —entre eles o número 1 do grupo, Marco Camacho, o Marcola.

O alvo principal do ataque seria o promotor Lincoln Gakiya, responsável pelo pedido de transferência, e que investiga há anos o crime organizado. O outro alvo seria um dos coordenadores da Secretaria da Administração Penitenciária na região de Presidente Venceslau, onde estão presos esses criminosos.

Uma das mensagens foi apreendida com a mulher do preso que divide cela com Marcola, o que leva as autoridades a acreditarem que partiu do próprio chefão do PCC a ordem de ataque.

Segundo informações de pessoas ligadas ao promotor, Gakiya recebeu reforço de escolta desde a noite de sábado. A Folha apurou que serviços de inteligência do governo paulista já tinham detectado ordem semelhante em conversas de presos do PCC.

O promotor pediu a transferência dos chefes da facção após um plano de resgate ser detectado pelo setor de inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo. 

O pedido seria feito em conjunto com os secretários da Segurança, Mágino Alves Barbosa Filho, e da Administração Penitenciária, Lourival Gomes. Com o recuo da gestão Márcio França (PSB) nesse acordo, Lincoln fez a solicitação sozinho e aguarda decisão da Justiça.

Se for concedida, a ordem judicial é encaminhada ao governo federal para que providencie vagas em uma das cinco penitenciárias federais (Porto Velho/RO, Mossoró/RN, Campo Grande/MS, Catanduvas/PR e Brasília/DF).

Folha apurou que integrantes do governo Michel Temer (MDB) já manifestaram apoio ao governo de São Paulo para a remoção, incluindo aeronaves e esquema especial de segurança. As transferências ao sistema federal são aceitas em situações específicas, como quando há risco de resgate dos presos nas unidades estaduais.

Pelo plano descoberto, a ideia dos criminosos era usar um exército de mercenários para arrebatar os presos dessa unidade, incluindo Marcola. Em razão dele, a Polícia Militar enviou para Venceslau um grande aparato policial, incluindo tropas de elite, como Rota e COE (operações especiais).

Folha visitou o local onde as tropas da PM foram alojadas em Presidente Venceslau e na região. Achou uma estrutura improvisada, com colchões com 5 cm de espessura, e policiais tendo de pagar a comida do próprio bolso para permaneceram na cidade. ​

Os detalhes desse possível resgate tornaram-se públicos pelo deputado federal e senador eleito Major Olímpio (PSL), que desde a semana passada também passou a andar sob escolta armada após serviços de inteligência do governo também detectarem risco de ataque contra ele.

Fonte: uol

Casa de advogada executada na fronteira é saqueada em Ponta Porã

Invasores levaram um aparelho DVR com imagens de câmeras de segurança

d0612A casa da advogada Laura Casuso, de 54 anos, executada a tiros por pistoleiro na cidade paraguaia de Pedro Juan Caballero, foi revirada e furtada nesta quinta-feira (29) em Ponta Porã, cidade a 314 quilômetros de Campo Grande.

Investigadores do SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil foram acionados, com a informação de invasão de uma residência. No local foi constatado que a casa havia sido arrombada e que a proprietária era a advogada Laura Casuso.

A casa foi encontrada totalmente revirada pelos investigadores. Os invasores furtaram um aparelho DVR com imagens de câmeras de segurança. Não foi possível saber quais outros objetos furtados, já que não havia ninguém no local.

De acordo com o site Porã News, após a descoberta da residência de propriedade da advogada, a Polícia Civil montou equipes de vigilância nas proximidades e procura por familiares da vítima

Fonte: midiamax

PF investiga áudio em que delegado manda colega falsificar assinatura

d0212A Corregedoria da PF (Polícia Federal) investiga um áudio de WhatsApp em que um delegado manda um subordinado falsificar sua assinatura para entregar um documento à Justiça. As conversas circularam por grupos de mensagens de policiais e foram reveladas à reportagem do UOL. Em 1º de novembro, o delegado em questão precisava autorizar quinze dias de escutas telefônicas em uma investigação.

Para não comprometer uma operação em andamento da Polícia Federal, a reportagem do UOL optou por omitir o nome e o estado de atuação dos policiais envolvidos.

De acordo com o delegado, que conversou com a reportagem, o escrivão deveria imprimir os papéis, encontrar um outro delegado na Superintendência da PF para assiná-los, digitalizá-los e entregá-los à Justiça. 

No entanto, não foi encontrado nenhum oficial da PF para assinar o documento, segundo o delegado, que afirma que o prazo das escutas venceria no mesmo dia. 

O delegado disse ainda que um magistrado já aguardava a chegada do pedido para autorizar ou negar a continuidade dos grampos telefônicos.

Num dos áudios enviados ao escrivão, o delegado afirma que colocaria a culpa no subordinado em caso de problemas. “Não dá pra esperar, cara”, explica. “Vai dar nulidade e eu vou botar na tua conta. Tu tem que prestar atenção, cara. Não tem outra forma. É hoje. Vai perder o trabalho." 

Em outro áudio, o delegado pede que o escrivão simule sua assinatura no documento. “Falsifica minha assinatura, cara. Você sabe mais ou menos como é que faz. E toca a ficha por favor.”

A discussão começou às 16h e só terminou à noite. A Justiça aceitou receber o documento sem assinatura, atestando no processo que ele tinha sido enviado pelo delegado, e autorizou a continuidade das escutas.

Repercussão

Pela Lei 9.296/96, os pedidos de interceptação podem ser feitos até “verbalmente” em alguns casos considerados excepcionais.

A Corregedoria da Superintendência da PF envolvida abriu procedimento para apurar os fatos. O delegado disse que o caso “está em andamento, mas já está entendido”.

O presidente da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais), Luís Boudens, afirmou que a entidade vai “pedir instauração de procedimento contra esse delegado” na próxima segunda-feira. O vice-presidente do sindicato dos policiais federais do estado em questão afirmou que o delegado cometeu “abuso” ao fazer uma “ameaça” ao escrivão e ao solicitar a falsificação da assinatura. “É a tentativa de dar um jeito que não é próprio ao sistema da PF”, contou à reportagem.

O delegado afirmou ao UOL que ficou “surpreso” com a reação da federação e a proporção que o caso tomou. Para ele não houve ilegalidade, porque o pedido de continuidade dos grampos foi feito por ele mesmo e seria ratificado depois. “Não há qualquer intenção de prática ilícita. Nós estamos aqui para praticar justiça.”

O policial afirma ainda que a questão foi superada com o colega escrivão, que na ocasião dos áudios havia trabalhado durante doze horas depois de um flagrante pela manhã. “Foi um equívoco, uma figura de linguagem.”

A ADPF (Associação Nacional dos Delegados da PF) afirmou que o comportamento do delegado foi normal e vai defendê-lo judicialmente se for necessário. “Era um contexto de conversa informal”, disse o presidente da entidade, Edvandir Paiva. "O colega não tinha a menor intenção de falsificar nada. Ali, no calor dos fatos, deu essa confusão. É um delegado muito trabalhador, sério, tem sido bem respeitado. Não vejo repercussão penal."

A Polícia Federal, através de assessoria de imprensa, afirma que instaurou procedimento administrativo para apurar os fatos.

Fonte: UOL

PM é preso por suspeita de repasse de informações a traficantes

d2711Em áudios divulgados no aplicativo de mensagens Whatsapp ele informa a uma pessoa não identificada, sobre o trabalho de investigação da PM e diz como faz pra colher informações com a equipe do Serviço Velado. Nos áudios o PM ainda se compromete em repassar novidades.

Segundo o coronel Arquimedes Brito, comandante do Policiamento da Área 3 (CPAI-3), a pessoa com quem o soldado conversava por áudio é um traficante de drogas de imperatriz, que está sendo monitorado pelo Serviço de Inteligência da PM.

"Através do Serviço de Inteligência, fazendo o monitoramento a traficantes da cidade chegamos a identificar a participação de apoio por parte de policias militares, e estamos investigando a participação de mais policiais. As pessoas que tiverem envolvimento e que forem da instituição vão ter que responder, vão ser responsabilizadas, não vamos ser coniventes com práticas criminosas", disse o comandante Brito.

O soldado Humberto ainda vai passar por audiência de custódia, e só então será decidido se haverá necessidade de transferência para o quartel de São Luís. Ele deve responder pelo crime de associação ao tráfico de drogas, na Justiça comum, e a um processo paralelo na Justiça militar.

Fonte: imirante

Soldado da PM é excluído por colaborar com organização criminosa em João Pessoa

"O soldado mantinha permanentes acertos e colaboração com envolvidos no tráfico de drogas no bairro".

d1811O comandante geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller Chaves, assinou portaria que concede licença ex-officio, a bem da disciplina, ao soldado Alyson Rodrigo Silva Viana. Ele é natural de João Pessoa e é lotado no 5o Batalhão da PMPB. O documento é do dia 8 de novembro e foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (15).

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Na justificativa, o DOE afirma que “o mesmo não congrega capacidade para permanecer integrando as fileiras da Polícia Militar do Estado da Paraíba, conforme ficou patente nos autos do Processo Administrativo Disciplinar a que o mesmo foi submetido, em razão de ter praticado, deliberadamente, condutas que afrontaram a honra pessoal, o pundonor e a ética policial militar, assim como o decoro da classe”.

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Segundo as investigações, o soldado “mantinha permanentes acertos e colaboração com indivíduos/comparsas da organização criminosa que opera tráfico de drogas no referido bairro; ora informando sobre operações da Polícia Militar; ora agindo de maneira a intervir em favor de criminosos, quando estes eram abordados ou detidos por guarnições da Corporação durante ações policiais, tentando beneficiar os criminosos em virtude da sua condição de “agente da Lei”; ora realizando ajustes para venda, transporte e compra de entorpecentes”.

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Conforme o DOE, “as condutas do soldado destacam a sua flagrante inaptidão e desinteresse de integrar e servir com honra, ética e dignidade a este Órgão de Segurança Pública, conclui-se que o mesmo feriu, vergonhosamente, os preceitos disciplinares, legais, morais e éticos da Corporação, sendo um referencial de péssimo exemplo junto aos dignos homens e mulheres desta Polícia Militar, maculando a imagem desta Corporação perante à sociedade”.

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O processo administrativo objetivou apurar, na esfera administrativa e disciplinar, os reflexos de sua interação em ações criminosas conforme extraído do Inquérito Policial Militar que originou a Ação Penal Militar em razão de atos comportamentais, que demonstram ter o mesmo agido incorretamente no desempenho do cargo, agindo de maneira irregular em relação ao respeito à hierarquia e à disciplina, visto que o mesmo, em comunhão de esforços e unidade de desígnios, associou-se a uma organização criminosa com atuação no Bairro Castelo Branco, passando a praticar crimes militares e comuns. As provas materiais oriundas dos autos da Ação Penal, inclusive interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário, demonstraram graves ilícitos administrativos decorrentes das condutas criminosas de tráfico de influência; Inobservância de Lei, regulamento ou instrução; e violação do sigilo funcional, previstos, respectivamente, nos artigos 335, 324 e 326 do Código Penal Militar; e ainda, Associação Criminosa, Uso e Tráfico de Entorpecentes, previstos no art. 288 do Código Penal, e artigos 28 e 33 da Lei nº 11.343 de 23/08/2006

Fonte: portalt5

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