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PF encontrou minuta de operação de garantia da lei e da ordem e menção a estado de defesa no celular de Cid

Perícia acha documento com intenção golpista em celular do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro A perícia no celular apreendido do coronel Mauro Cid, braço direito do ex-presidente Jair Bolsonaro, extraiu muitas trocas de mensagem, áudios e até troca de documentos sobre movimentos golpistas para manter Bolsonaro no poder, depois da derrota nas urnas ano passado.

Em nota enviada à TV Globo, a defesa de Cid afirmou que "não obteve acesso aos autos que embasaram a determinação da oitiva" e que, por isso, "o cliente recorreu ao seu Direito Constitucional ao Silêncio". A nota ainda diz que "após o devido acesso à documentação que embasa a investigação (...) Mauro Cid estará à disposição para esclarecer tais fatos".

Perícia acha documento com intenção golpista em celular do ex-ajudante de ordens de Bolsonaro

Foram identificadas, por exemplo, segundo fontes que acompanham o caso, minuta para decretação de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), que permite exclusivamente ao presidente da República convocar operação militar das Forças Armadas, em graves situações de perturbação da ordem. E tratativas para decretação do Estado de Defesa.

Ficou mais do que comprovado, segundo as investigações, que Mauro Cid participou ativamente de planos golpistas no pós-eleições.

Vários interlocutores dele, identificados na perícia do celular, estão na mira agora da apuração da PF. Alguns nomes ainda são mantidos sob sigilo absoluto, pelo cargo de destaque que ocupavam no governo passado. O inquérito avança neste sentido.

Outros já estão sendo chamados para depor e até mesmo foram detidos na mesma operação da PF que levou Mauro Cid para a prisão, no começo de maio.

Foram flagrados nas tramas para um golpe o ex-major do Exército Ailton Gonçalves Moraes Barros e o sargento Luis Marcos dos Reis, que era da equipe de Mauro Cid.

Reis não falou em depoimento à PF na tarde desta quarta-feira sobre as provas materiais colhidas nas investigações sobre as tratativas do golpe após as eleições de 2022. O sargento, que também está preso, ficou calado, segundo fontes do caso. Ele alegou não ter tido acesso aos autos, mesma estratégia de defesa adotada ontem pelo coronel Mauro Cid.

Fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/06/07/pf-encontrou-minuta-de-glo-e-tratativa-sobre-estado-de-defesa-em-celular-de-mauro-cid.ghtml

Delator da Lava-Jato diz que Moro interferiu para afastamento de juiz

Sergio Moro no Senado Federal O ex-deputado estadual pelo Paraná, Tony Garcia, afirmou que o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) interferiu no afastamento do juiz federal Eduardo Appio da operação Lava-Jato. Em entrevista à "CNN Brasil", o ex-parlamentar afirmou que trabalhou em parceria com o Ministério Público Federal, mas teve suas contribuições arquivadas.

De acordo com Garcia, que foi delator da Lava-Jato e pivô das denúncias que levaram à prisão o ex-governador paranaense, Beto Richa, ele trabalhou em parceria com Moro para obter informações que pudessem comprometer parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT).

“Eles me amarraram nesse acordo durante dez anos. Eles ficaram me usando para obter informações, usaram informações para perseguir o PT, eles usaram da minha amizade com o Eduardo Cunha para eu colher informações de operadores do PT, operadores da Petrobras, operadores do Zé Dirceu, de tudo, eles queriam pegar tudo”, disse à "CNN".

Garcia disse que Moro articulou o afastamento de Appio da 13ª Vara Federal de Curitiba porque ele levaria adiante denúncias feitas pelo ex-parlamentar que acabaram arquivadas pela juíza Gabriela Hardt, aliada do senador e antiga responsável por julgamentos da Lava-Jato. 

"O Moro entrou em cena logo para abafar isso daí, para tirar o Appio. Porque ele achava que o doutor Appio era a pessoa que ia dar continuidade, ia tirar esse esqueleto do armário”, disse o ex-deputado.

Appio assumiu a 13ª Vara Federal de Curitiba, onde tramitam os processos remanescentes da Lava-Jato, em fevereiro. Cerca de três meses depois, ele foi afastado provisoriamente do cargo. O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) apura se o magistrado foi responsável por uma ligação para o filho de um ex-relator da Lava-Jato fingindo ser um funcionário da Justiça Federal. 

O juiz Eduardo Appio é reconhecido por ser um crítico dos métodos utilizados por Sergio Moro durante a operação Lava-Jato. O senador já fez críticas públicas ao magistrado.

À reportagem da "CNN", Moro disse que o relato de Tony Garcia é mentiroso e sem amparo em qualquer prova. Gabriela Hardt e o Ministério Público Federal do Paraná não se pronunciaram.

Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2023/06/04/interna_politica,1502958/delator-da-lava-jato-diz-que-moro-interferiu-para-afastamento-de-juiz.shtml

Magno Malta sobre Vini Jr: "Cadê os defensores do macaco?"

2 O senador Magno Malta (PL-ES) fez declarações polêmicas em relação ao caso de racismo vivido pelo jogador Vini Jr, em jogo na Espanha pelo Real Madrid, ocasião em que foi chamado de "macaco" pela torcida do Valencia.

Durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, o parlamentar disse que, se fosse jogador de futebol e vítima de racismo, entraria em campo com uma leitoa branca nos braços, daria um beijo nela e ainda falaria: “olha como não tenho nada contra branco. E eu ainda como”. 

Vini Jr foi atacado no dia 21 de maio, durante partida do campeonato espanhol. O jogo chegou a ser paralisado por 8 minutos por conta das ofensas racistas. 

Magno Malta ainda criticou a cobertura do caso pela imprensa brasileira que, segundo ele, apenas “revitimiza” o jogador em busca de ibope e patrocinadores. Com ironia, o senador ainda criticou a falta de ação dos “defensores da causa animal”, que não estão defendendo o “macaco”.

“Cadê os defensores da causa animal que não defendem o macaco? O macaco está exposto. Veja quanta hipocrisia, certo? E o macaco é inteligente, é bem pertinho do homem, a única diferença é o rabo. Ágil, valente, alegre. Tudo o que você possa imaginar, ele tem”, disse.

Fonte: https://www.reportermt.com/papo-reto/magno-malta-sobre-vini-jr-cade-os-defensores-da-causa-animal/190959

"Eles vêm para cima de mim", teria dito Moro a interlocutores

3 O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) acredita que será o novo alvo da Justiça Eleitoral, depois da cassação do mandato do agora ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos-PR). A informação é da coluna da jornalista Mônica Bergamo, na Folha de São Paulo.

Moro e Dallagnol atuaram na Operação Lava Jato, investigação que levou o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) á prisão, antes de ser inocentado pelo STF. Moro era juiz do caso e Dallagnol, procurador.

Segundo a colunista, em tribunais superiores, a condenação de Moro é dada como certa.

De acordo com interlocutores que conversaram com o ex-juiz nesta semana, ele estava extremamente preocupado com o processo contra Deltan Dallagnol e tentou conseguir apoio, inclusive, da família Bolsonaro para tentar evitar o pior, ou seja, a perda de mandato do colega. Os filhos do presidente, no entanto, resolveram ficar distantes da disputa", diz Bergamo.

Moro teria afirmado nessas conversas com interlocutores, acreditar que, depois de cassar Dallagnol, 'eles vêm para cima de mim', para cassar seu mandato no Senado.

Oficialmente, a assessoria de Moro afirma que ele não se manifestará sobre o assunto. Na terça (16), ele afirmou no Twitter que lamenta a cassação de Deltan Dallagnol.

"É com muita tristeza que recebo a informação da cassação do mandato de deputado federal do @deltanmd. Estou estarrecido por ver fora do Parlamento uma voz honesta na política que sempre esteve em busca de melhorias para o povo brasileiro. Perde a política. Minha solidariedade aos eleitores do Paraná e aos cidadãos do Brasil", escreveu o ex-magistrado.

Continue lendo na Folha de S. Paulo.

Políticos do PL e Republicanos empregam parentes uns dos outros

Deputado Federal Eduardo Bolsonaro Intercâmbio entre 7 familiares se dá nos gabinetes de Eduardo Bolsonaro, Mario Frias e outros integrantes dos partidos

Políticos doRepublicanose doPL(Partido Liberal) vinculados ao Estado de São Paulo têm promovido um intercâmbio de familiares em cargos nos gabinetes uns dos outros. São ao menos 7 nomes que trabalham para os políticos. As informações foram divulgadas inicialmente pelo jornal Folha de S. Paulo e confirmadas pelo Poder360. 

Leia quais são os políticos cujos parentes transitam entre as equipes: 

Formulário de cadastro

Eis como fica o esquema de empregabilidade entre os políticos: 

Sonária Fernandes

A irmã,Sônia Maria de Santana, trabalha para Valéria Bolsonaro. O salário bruto em março fechou em R$ 3.243.

O marido,Vitor Hugo de Souza, ficou na equipe de Altair Moraes até fevereiro de 2023. A remuneração para o funcionário naquele mês foi de R$ 13.542. 

O irmão da ex-vereadora,Rubens Fernandes de Santana, trabalhou com Eduardo Bolsonaro até março de 2023. Ganhou R$ 13.930 em março. 

Paulo Chuchu

Sua mulher, Joyce Lopes, é secretária de Valéria Bolsonaro com salário bruto de aproximadamente R$ 17.800. A irmã do vereador, Juliana Lopes, atua no gabinete do PL, como remuneração bruta de R$ 7.600. 

Valéria Bolsonaro

A filha,Ana Luiza Ramos Bolsonaro, atua no gabinete de Mario Frias. Ganhou R$ 5.667 em abril, auxílios inclusos. 

Gil Diniz

O irmão,Gutemberg Igo Diniz, trabalha com Eduardo Bolsonaro. O salário junto com auxílios chega a R$ 5.886.

A prática de empregar parentes de colegas não configura crime. Envolvem políticos de diferentes esferas. 

OPoder360enviou neste sábado (13.mai.2023) e-mails para os gabinetes de cada um dos políticos citados em busca de um posicionamento sobre qual o critério utilizado para contratar os políticos nos gabinetes. Não houve resposta até a publicação da reportagem. O espaço segue em aberto para manifestações.

Fonte: https://www.poder360.com.br/partidos-politicos/politicos-do-pl-e-republicanos-empregam-parentes-uns-dos-outros/

 

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